Economia

Dólar cai a R$ 5,33 após dado de inflação nos EUA; na semana, moeda sobe 0,3%

O dólar recuou nesta sexta-feira (26), refletindo a cautela dos investidores após o índice de inflação PCE, indicador bastante observado pelo banco central norte-americano, ficar em linha com o esperado pelo mercado. A baixa da moeda no Brasil esteve em sintonia com o exterior. A divisa norte-americana contra o real caiu 0,49% nesta sexta, R$ […]
Economia

iPhone 17 Pro e Pro Max: os 5 problemas que já incomodam os usuários

O lançamento do iPhone 17 Pro e do iPhone 17 Pro Max, que partem de R$ 11,5 mil no Brasil, veio acompanhado de inovações importantes: novo design, câmeras capazes de zoom óptico de até 16x e baterias mais robustas.  VEJA MAIS: Está começando a investir em cripto? O Crypto Times preparou um e-book gratuito com […]
Economia

Aneel reduz bandeira para vermelha 1 na conta de luz em outubro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (26) que a bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de outubro. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A nova bandeira significa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando foi acionada a bandeira vermelha patamar 2.

De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas.

“Diante desse cenário, há necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que são mais caras e justificam o acionamento da bandeira vermelha patamar 1 para outubro”, diz a agência.

A agência reguladora de energia elétrica informou ainda “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro”.

“Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.

Bandeira tarifária

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. 

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Economia

Pedágio 100% eletrônico começa a funcionar na BR-381 neste sábado


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A cobertura por pedágio na modalidade free flow (livre passagem) em breve se tornará a modalidade disponível em todos os trechos da BR-381/MG. Os dois primeiros pórticos, nas cidades mineiras de Caeté (km 411,850) e João Monlevade (km 345,270), começam a operar neste sábado (27). A cobrança será feita por meio eletrônico, após a passagem por pórticos equipados com câmeras e sensores, sem necessidade de operador ou praça de pedágio e sem cancelas ou paradas. 

Desde fevereiro, a Nova 381 é a empresa responsável pela BR-381/MG. Estão previstos R$ 9,3 bilhões em investimentos. A rodovia tem papel estratégico para o desenvolvimento do país por conta do escoamento de produtos agrícolas, pecuários, de mineração e industriais. 

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Em seis meses de concessão, foram investidos R$ 319,7 milhões em melhorias de infraestrutura e serviços. Com isso, a BR-381 se tornou a primeira em rodovias federais concedidas no Brasil a adotar o pedágio eletrônico em 100% de suas atividades.

A operação está autorizada desde o último dia 16 e é a primeira desde a mudança técnica implantada no primeiro trimestre.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) alterou a metodologia de precificação e de divisão de custos. Desde então a União assumiu, como poder concedente, 90% dos riscos de evasão na modalidade. Às concessionárias caberá arcar com os outros 10%.

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Totens

O risco de evasão, assim como as multas quando ocorrem, são objeto de discussão na Câmara, como ocorre com o Projeto de Lei 4.643/2020. As propostas defendem de anistia aos devedores até o banimento do sistema de vias concedidas e caminham para consenso em convergência com as regras da ANTT e com o Ministério dos Transportes.

Ambulâncias, veículos oficiais e do corpo diplomático seguem isentos, conforme previsto em contrato. Segundo a concessionária também não haverá cobrança para motocicletas.

Segundo a concessionária haverá ainda a instalação de 25 totens de pagamento no trecho entre Caeté e Governador Valadares, em postos de combustíveis, restaurantes e nas unidades do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAUs).

“O totem funciona por aproximação. O usuário digita a placa e verifica suas pendências, podendo pagar com cartão ou pix. Os totens estão em estabelecimentos na própria rodovia para facilitar o acesso para os usuários, em locais onde as pessoas já estão acostumadas a parar e consumir”, informou o gerente de operações da Nova 381, Diego Dutra. Também será possível pagar por meio de um app.

A BR-381 tem um papel estratégico para o desenvolvimento do país, em virtude do escoamento de produtos agrícolas, pecuários, de mineração e industriais. 

Outros estados

A BR-101 (Rio-Santos) inaugurou o uso da modalidade, em 2023, no trecho entre Paraty e Itaguaí, no Rio de Janeiro, com três pontos de cobrança. Em rodovias estaduais o sistema é usado no Rio Grande do Sul, em duas rodovias, e em São Paulo, em três. O governo paulista confirmou que pretende ampliar para 58 pontos de cobrança por free flow até o ano de 2032.

Este ano está prevista a implantação de oito pórticos, sendo um no Rodoanel, na região metropolitana de São Paulo, e os demais em estradas concedidas nas regiões da Baixada Santista, Alto Tietê e Vale do Ribeira. Em outras vias, como na recém concedida Rodovia Raposo Tavares, que liga São Paulo à região oeste do estado, o contrato de concessão prevê cinco pórticos Siga Fácil de pedágio eletrônico programados para entrar em operação em 2032.   

A ANTT informou, por meio de nota, que a mudança visa modernizar os sistemas de pedágio no país, reduzindo congestionamentos e melhorando a fluidez nas rodovias concedidas. “O avanço do sistema de livre passagem também está alinhado à busca por soluções mais sustentáveis e eficientes para a infraestrutura rodoviária brasileira”, aponta a agência.

Economia

Saiba de que países vem o investimento direto no Brasil; EUA lideram


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País que implementou em agosto o tarifaço de até 50% contra exportações brasileiras, os Estados Unidos são a origem da maior fatia dos investimentos diretos que chegam ao Brasil.

A constatação está no censo de capitais estrangeiros do Banco Central (BC), divulgado nesta sexta-feira (26), em Brasília.

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O levantamento aponta que, em 2024, o Brasil atingiu estoque de US$ 1,141 trilhão em investimento estrangeiro direto no país, o que representa 46,6% do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país. O percentual é o maior já registrado.

Ao analisar o investimento estrangeiro, o BC divide esse montante em duas partes:

  • US$ 884,8 bilhões são participação no capital social de quase 19 mil empresas, ou seja, sócios;
  • US$ 256,4 bilhões são operações intercompanhia, isto é, empréstimos entre empresas.

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Países

O censo do BC identifica de quais países vieram os US$ 884,8 bilhões que fazem parte do capital social de empresas aqui no Brasil. A lista é liderada pelos Estados Unidos, com US$ 244,7 bilhões, isto é, 28% do total.

Veja os principais países:

  1. Estados Unidos: US$ 244,7 bi (28% do total)
  2. Países Baixos: US$ 145,5 bi (16%)
  3. Luxemburgo: US$ 79,2 bi (9%)
  4. França: US$ 63,3 bi (7%)
  5. Espanha: US$ 61,0 bi (7%)
  6. Reino Unido: US$ 31,0 bi (4%)
  7. Japão: US$ 27,8 bi (3%)
  8. Alemanha: US$ 21,9 bi (2%)
  9. Canadá: US$ 21,1 bi (2%)
  10. Ilhas Cayman: US$ 20,7 bi (2%)

Paraísos fiscais

O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explica que essa lista considera o local de origem do “investidor imediato”, isto é, de onde saíram os recursos.

“Na verdade, é o país onde está a empresa que é imediatamente dona da empresa daqui”.

Ele contextualiza que, em alguns casos, a empresa estrangeira tem origem em um outro país, mas mantém sede em um terceiro, por questão tributária.

“São os chamados paraísos fiscais, lugares [para] onde as empresas mandam seus recursos, centralizam sua operação financeira lá, porque pagam menos impostos, e de lá vem para o Brasil”, detalha.

Segundo ele, é por isso que Luxemburgo e Ilhas Cayman, no Mar do Caribe, aparecem na lista.

Ao considerar o país controlador do investimento estrangeiro, o que desconsidera se havia subsidiárias ou paraísos fiscais pelo caminho, a lista do BC apresenta:

  1. Estados Unidos: US$ 232,8 bi (26% do total)
  2. França: US$ 69,3 bi (8%)
  3. Uruguai: US$ 58,4 bi (7%)
  4. Espanha: US$ 50,0 bi (6%)
  5. Países Baixos: US$ 48,6 bi (5%)

Setores

O Banco Central mapeou os setores da economia que mais atraem investimento estrangeiro direto. Os serviços lideram a atração, com 59% do total, à frente da indústria (29%) e da agropecuária e extrativismo mineral (12%)

Ao se analisar dentro desses setores, as atividades campeãs de atração de capital do exterior são:

  1. Serviços financeiros e atividades auxiliares: 22%
  2. Extração de petróleo e gás natural: 8%
  3. Comércio, exceto veículos: 7%
  4. Eletricidade, gás e outras utilidades: 5%
  5. Produtos químicos: 4%
  6. Veículos automotores, reboques e carrocerias: 4%

O censo do BC também aponta para qual atividade cada país direciona o investimento direto. No caso dos Estados Unidos como controlador final, 25% vão para a indústria de transformação (transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria) e 22% para atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados.

Economia

Com US$ 1,1 tri, investimento estrangeiro bate recorde de 46,6% do PIB


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O Brasil terminou 2024 com um estoque de US$ 1,141 trilhão em investimento estrangeiro direto no país, o que representa quase metade (46,6%) do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país. Essa marca é um recorde na série histórica do Banco Central (BC).

Os dados fazem parte do Censo de Capitais Estrangeiros, divulgado pelo BC nesta sexta-feira (26), em Brasília.

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Em 1995, quando foi iniciada a série, o percentual de investimento direto estrangeiro era de 6,1% do PIB. Em 2000, passou para 17,1%, alcançando 25,2% em 2010. Em 2019, superou pela primeira vez a marca de 30% (34,6%). Em 2023, a marca ficou em 45%.

O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, destaca que a maioria das empresas que recebem capital estrangeiro é controlada por esses investidores.

“Tem 100% do capital ou tem o controle da empresa, mais de 50%”, diz Rocha, ao ressaltar o fato de esses negócios terem maior ligação com o exterior.

“Tipicamente têm uma maior relação com o exterior, com os seus investidores, têm maior conteúdo importado, maior conteúdo exportado”, explica.

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Aumento da capacidade produtiva

O BC divide os US$ 1,1 trilhão em duas partes: US$ 884,8 bilhões são participação no capital social de empresas, ou seja, sócios; enquanto US$ 256,4 bilhões são operações intercompanhia, isto é, empréstimos entre empresas.

“O mais importante é o caráter tipicamente produtivo desse investimento direto, aumentando capacidade instalada no país, contribuindo para crescimento de produtividade”, avalia Rocha.

Apesar do recorde em relação ao PIB, Fernando Rocha esclarece que, em termos absolutos, o estoque de investimento direto no país era maior ao fim de 2023, marcando US$ 1,3 trilhão.

O chefe do Departamento de Estatísticas do BC explica que isso acontece por causa do câmbio.

 “Esses investimentos no Brasil são todos feitos em reais, então a gente apura esses valores, mas depois converte em dólar”, detalha.

Segundo Rocha, entre o fim de 2023 e o final de 2024, a taxa de câmbio passou de R$ 4,84 por dólar para R$ 6,19. “Essa depreciação cambial reduziu esse valor de investimento direto, quando a gente expressa em dólares”, completa.

Fernando Rocha aponta que os principais países a investirem diretamente no Brasil são Estados Unidos, em primeiro lugar, França, Uruguai, Espanha e Países Baixos.

“A gente tem como principais setores, que somam 40% da posição de investimento, o setor de serviços financeiros, comércio, eletricidade e extração de petróleo”, elenca.

Economia

País tem déficit de US$ 4,7 bi nas contas externas em agosto; entenda


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No mês de agosto, as contas externas do país apresentaram déficit de US$ 4,7 bilhões. Apesar de ser número no terreno negativo, o resultado é positivo em relação ao déficit de US$ 7,2 bilhões do mesmo mês do ano passado.

Os dados constam no boletim Estatísticas do Setor Externo, divulgado nesta sexta-feira (26) pelo Banco Central (BC), em Brasília.

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O levantamento aponta que, no período de 12 meses terminado em agosto, o déficit é de US$ 76,2 bilhões, o que representa 3,51% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país). Em julho, o indicador estava em US$ 78,7 bilhões (3,66% do PIB). Já em agosto de 2024, o saldo negativo atingia US$ 43,6 bilhões (1,95% do PIB).

No acumulado de 2025, o déficit é de US$ 46,8 bilhões, o maior para esse período de oito meses desde 2015 (US$ 51,6 bilhões).

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Entenda os números

As contas externas são um indicador que mede a relação de troca do Brasil com os demais países. O saldo é calculado por meio do resultado de outros indicadores, como:

  • balança comercial (saldo entre exportações e importações)
  • balança de serviços (gastos com transportes, viagens, seguros, aluguel de equipamentos, propriedade intelectual e telecomunicações)
  • renda primária (pagamentos de salários, remessa de juros, lucros e dividendos)
  • renda secundária (transferências entre pessoas)

Conta externa com saldo negativo significa que o país envia mais dinheiro para o exterior do que recebe. Esse movimento a longo prazo pode causar desvalorização da moeda nacional e fazer o governo ter mais necessidade de se endividar em moeda estrangeira.

Balança comercial com tarifaço

Os resultados das balanças comercial e de serviços são os principais fatores que explicam o déficit menor das contas externas brasileiras em agosto ante o mesmo mês do ano passado.

Em agosto de 2025, a balança comercial contribuiu positivamente com saldo de US$ 5,5 bilhões. O valor no campo positivo é resultado de crescimento nas vendas para o exterior (US$ 30,0 bilhões, alta de 3,8%) e diminuição nas importações (US$ 24,5 bilhões, caíram 2,6%). Para efeito de comparação, no mesmo mês de 2024 o saldo da balança comercial tinha sido de US$ 3,7 bilhões.

Agosto foi o primeiro mês com efeito do tarifaço americano imposto às exportações brasileiras, que aplica taxas de até 50% em parte dos produtos enviados.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, a alta das exportações mesmo com o tarifaço em agosto pode ser explicada por busca de novos mercados.

“É uma coisa interessante para ficar acompanhando, a gente pode ter novos mercados”, disse, ao citar casos da China e da Argentina.

Outros resultados

Na balança de serviços, houve déficit de US$ 4,2 bilhões em agosto, no entanto, o resultado foi 20,3% menor que o do mesmo mês de 2024.

O déficit em renda primária ficou em US$ 6,3 bilhões em agosto. Diferentemente do comércio e dos serviços, esse resultado representa alta de 6,4% na comparação interanual. Já a conta de renda secundária ficou positiva em US$ 397 milhões.

Alta no déficit acumulado

Ao explicar porque o déficit em conta corrente nos oito primeiros meses do ano saltou de US$ 36,7 bilhões em 2024 para US$ 46,8 bilhões em 2025, Fernando  Rocha apontou para a balança comercial, que continua no positivo, mas em menor patamar.

“A gente pode dizer que praticamente a totalidade dessa piora no déficit interno das transações correntes refletiu a redução do superávit comercial no período, caiu de US$ 48 bilhões para US$ 37,5 bilhões”.

O chefe do Departamento de Estatísticas assinala que esse comportamento da balança comercial é explicado por estabilidade das exportações (+0,3%) e alta de 6,1% das importações.

Investimentos estrangeiro

O Banco Central divulgou também informações sobre os investimentos diretos no país (IDP), isto é, dinheiro estrangeiro que entra no Brasil para compra e ampliação de empresas, por exemplo.

Em agosto, os investimentos apresentaram saldo positivo de US$ 8 bilhões, valor próximo ao registrado em agosto de 2024.

No acumulado de 12 meses, o montante é de US$ 69 bilhões (3,18% do PIB). Em agosto de 2024, esse saldo era de US$ 71,2 bilhões.

Colchão de segurança

As reservas internacionais somaram US$ 350,8 bilhões em agosto, expansão de US$ 5,7 bilhões em relação ao mês anterior. É o maior patamar desde novembro de 2024 (US$ 363 bilhões).

Conforme explica o BC, as reservas internacionais são ativos do Brasil em moeda estrangeira e funcionam como uma espécie de seguro, um colchão de segurança para o país fazer frente às suas obrigações no exterior e a choques de natureza externa, como saída em massa ou interrupção de entrada de dólar no país.

Economia

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Economia

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