Economia

Abbas afirma na ONU que genocídio em Gaza é um dos ‘capítulos mais horríveis’ do século 21

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, fez críticas contundentes a Israel em seu discurso nesta quinta-feira (25/09) na 80ª Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. Por ter seu visto negado pelo governo dos Estados Unidos, ele se pronunciou por meio de videoconferência. Abbas destacou que povo palestino vive “uma guerra de genocídio, destruição, fome […]

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Economia

Psicose, IA e política: chatbots, entre delírios e ministérios nacionais

Nos últimos meses o termo “psicose de IA” [AI psychosis] despontou nos debates que tangenciam tecnologia e saúde mental, especialmente com os crescentes relatos de casos que parecem ter em comum a relação entre chatbots e determinadas experiências de delírio agravado — e que levaram, por exemplo, à morte de um homem, no dia 25 […]

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Economia

Marlon & Maicon, Hugo Pena & Gabriel e mais: por onde andam sertanejos que marcaram época


Semana Pop fala sobre que fim levaram artistas que estouraram no sertanejo, mas sumiram
Além das duplas que dominam as paradas, o sertanejo tem vários casos de artistas que tiveram um ou outro hit, mas acabaram escolhendo uma vida (e muitas vezes uma carreira) longe dos holofotes.
Dos cantores de “Eu quero tchu, eu quero tcha” à dupla de irmãos por trás de “Por te amar assim”, veja por onde andam as duplas “sumidas” do sertanejo:
João Lucas e Marcelo
Dupla João Lucas e Marcelo grava primeiro DVD em Goiânia
Adriano Zago/G1
Durante a turnê do RBD pelo Brasil nas últimas semanas, o Christian Chávez subiu no palco e mandou um “eu quero tchu” pra galera.
Em 2012, essa música, a “Eu quero tchu, eu quero tcha” foi um dos hits do carnaval. Era quase impossível passar ileso a ela se você fosse curtir algum bloquinho ou festa na folia.
Os responsáveis pela música, que foi até trilha na novela “Avenida Brasil”, eram João Lucas e Marcelo.
Meses depois desse sucesso, eles ainda emplacaram outro hit, o “Louca, Louquinha”. E ainda emendaram a “Vamos Beber”, parceria com Dennis DJ e o jogador Ronaldinho Gaúcho.
A dupla fez um grande sucesso nessa época em que o funknejo estava em alta e agitava as baladas. Mas depois dessas três músicas, os sucessos minguaram e a dupla chegou ao fim. Mas só a formação original.
Em 2018, os originais João Lucas e Marcelo se separaram. Na época, o Marcelo disse que queria fazer trabalhos que contassem mais a sua essência.
Pra quem não sabe, apesar de ter estourado com o funknejo, Marcelo é compositor de músicas mais românticas, como “Na linha do tempo”, de Victor e Leo, e “Incondicional”, de Luan Santana.
E com o fim da dupla, ele foi cantar sua verdade em carreira solo. Ele adotou o nome Marcelo Martins, mas não estourou nenhum hit.
Já o João Lucas até arrumou um novo Marcelo para manter o nome da dupla. Mas a nova formação também não lançou mais sucessos. Hoje, eles se intitulam “os reis do funknejo” e seguem cantando os antigos hits da parceria original.
Chrystian & Ralf
Chrystian e Ralf
Rubens Cerqueira/Divulgação
Bem antes do estouro de João Lucas e Marcelo, Chrystian & Ralf já faziam história na lista de grandes ícones da música sertaneja com hits como “Cheiro de shampoo”, “Nova York”, “Sensível demais”, “Prazer por prazer”, “Ausência” e tantos outros.
Chrystian e Ralf encerraram a parceria musical, repetindo o que já aconteceu com vários outros irmãos da música sertaneja que desfizeram suas duplas.
O anúncio do que eles chamaram de “término definitivo” aconteceu em 2021, depois de 40 anos de carreira. Então, eles investiram em suas respectivas carreiras solo.
Ralf chegou a se juntar a Eduardo Costa num projeto que eles chamaram de “Mitos”. Em 2023, o cantor lançou “A Diferença”, um álbum solo com músicas inéditas.
Após a separação, Chrystian voltou aos palcos com a turnê “Romance” e lançou a música “Não Dá Pra Ficar Assim”. Ele morreu em junho de 2024, aos 67 anos.
Marlon e Maicon
Marlon e Maicon
Foto: Divulgação
No início dos anos 2000, Marlon e Maicon chegaram se questionando se a felicidade era um castigo e se tanto amor assim era proibido no hit “Por te amar assim”. A música é uma versão em português de uma balada romântica cantada em espanhol. “Por Amarte así” foi lançada originalmente pelo cantor mexicano Cristian Castro.
Com toda essa sofrência digna de novela mexicana, em 2001, os irmãos galãs foram os únicos artistas sertanejos no TOP 10 das músicas mais tocadas do ano. Eles ficaram no oitavo lugar de uma lista cheia de artistas internacionais e estrelas do pop nacional.
No ano seguinte, eles emplacaram mais três músicas no TOP 100 das mais tocadas: a “Te peço, fica comigo”, a “Tá na cara” e “Rezo”.
Mas com o passar do tempo, o estouro dos hits ficou cada vez mais raro. Assim como os lançamentos. O último disco da dupla foi lançado em 2011, e ainda assim, com poucas inéditas, já que era um álbum que relembrava os dez anos de sucesso.
Depois de anos sem lançamento, eles anunciaram o fim da dupla em 2018. Dois anos depois, eles até se reuniram pra uma live especial no meio da pandemia, mas o trabalho em dupla nunca foi retomado.
Desde então, Marlon participou de alguns realities. E se a vida musical estava parada, não dava para dizer o mesmo da pessoal.
Marlon se separou, engatou um novo relacionamento – dessa vez, com a melhor amiga da ex, o que rendeu críticas e comentários sobre traição. Daí ele se casou de novo e teve mais dois filhos.
Já Maicon leva uma vida bem mais distante dos holofotes do que o irmão. E seu lado cantor ficou mais para os momentos em família, sendo algumas vezes compartilhados com os fãs nas redes sociais. E ele também é empresário de artistas.
Neste ano, os dois deram dicas de um possível retorno. Eles se reuniram no programa “Acerte Ou Caia”, na Record, em agosto de 2025. “E a pergunta que não quer calar: será que é só um remember… ou isso é o começo de algo novo?”, escreveram.
Cleiton & Camargo
Dupla Cleiton & Camargo
Foto: divulgação
Agora a gente cita algumas duplas que talvez você se lembre, por conta dos inúmeros hits, mas que deram uma sumida.
Isso porque, depois de separações ou mudanças de integrantes, elas não conseguiram retomar o ritmo do sucesso.
Cleiton & Camargo é uma delas. Os caras fizeram história na década de 1990 com muitos hits, incluindo gravações de versões internacionais como “Na hora de amar” e “Quando um grande amor se faz”. Essas duas faixas, inclusive, foram regravadas em 2023 por Gusttavo Lima.
Mas Cleiton e Camargo também tiveram hits puramente nacionais, como “Agenda rabiscada” e “Quando Um Grande Amor Se Faz”. Em 1998, elas apareceram na lista de músicas mais tocadas do ano.
Só que em 2005, a dupla resolveu se separar. Cleiton tentou uma carreira política, Camargo formou uma nova dupla. Mas nenhum dos dois vingou em seus novos passos.
Em 2013, eles retomaram a parceria, mas bem longe de ter aquele mesmo gás. Eles seguem na ativa e lançaram um EP de inéditas em 2025.
Hugo Pena e Gabriel
Hugo Pena & Gabriel
Shed Western Bar/Divulgação
Hugo Pena e Gabriel é mais uma dupla que estourou no início dos anos 2000 com hits como “Mala pronta”, “Robin Hood da Paixão” e “Vou Te Amar” (música que também é conhecida como “Cigana”).
Dez anos depois do começo, eles decidiram se separar. Hugo Pena seguiu carreira solo. E Gabriel formou uma nova dupla, mas como não podia usar o nome do antigo parceiro, a nova formação ficou com o nome de Hugo e Gabriel.
Mas logo depois, Gabriel também decidiu pela carreira solo. Aí, depois de mais de dez anos em caminhos separados, eles decidiram finalmente reatar a dupla em junho de 2023.
Economia

Como destroços de guerras mundiais viram refúgio inesperado para a vida marinha


Exemplos das espécies identificadas a partir das filmagens feitas por Käpt’n Blaubär.
Andrey Vedenin et al./Nature Communications Earth & Environment
O que um arsenal nazista esquecido no fundo do oceano e uma frota de navios queimados no Potomac têm em comum? A resposta surpreende: ambos se transformaram em refúgios para a vida marinha.
Dois estudos publicados em revistas científicas apontam que resíduos bélicos do século passado acabaram criando ambientes férteis para animais aquáticos e até aves.
Na Alemanha, pesquisadores da Universidade Carl von Ossietzky encontraram um depósito com municções submersas da Segunda Guerra Mundial, em Lübeck Bay. As estruturas, corroídas pelo tempo, abrigam densas colônias de organismos.
Foram contados em média 43 mil indivíduos por metro quadrado nos metais, contra 8,2 mil no sedimento próximo. A água ao redor chegou a apresentar concentrações de TNT de até 2,7 mg por litro, valor considerado tóxico para peixes e invertebrados. Ainda assim, espécies como anêmonas, poliquetas e estrelas-do-mar resistem.
“Apesar da contaminação, os cascos de metal funcionam como um raro substrato duro em uma região dominada por lamas”, explicam os autores na revista científica “Nature Communications Earth & Environment”.
Os cientistas, no entanto, ressaltam que essa “hospitalidade tóxica” não é solução ambiental. A recomendação é substituir os artefatos por superfícies artificiais seguras que reproduzam o mesmo efeito ecológico.
Fantasmas que alimentam a vida
Naufrágios perto da costa de Mallows Bay estão se tornando ilhas, proporcionando novos habitats, influenciados pelo homem, para uma variedade de espécies terrestres e aquáticas.
Duke Marine Robotics e Remote Sensing Lab/Nature
Nos Estados Unidos, um grupo da Duke University usou drones para mapear, com alta resolução, a chamada “Ghost Fleet” de Mallows Bay: 147 navios da Primeira Guerra Mundial que foram queimados e afundados nos anos 1920.
O levantamento, descrito na revista científica “Scientific Data”, mostra como as embarcações criaram ilhas artificiais que hoje sustentam áreas úmidas, vegetação aquática e servem de abrigo para aves como águias-pescadoras e peixes como o esturjão-do-Atlântico.
“Esses dados ajudam a preservar digitalmente o patrimônio histórico e a monitorar como os naufrágios moldam os ecossistemas”, apontam os autores.
Riscos e oportunidades
Embora revelem a capacidade da natureza de ocupar ambientes hostis, os dois trabalhos destacam a contradição: objetos criados para a guerra se tornaram pilares da vida marinha, mas continuam representando riscos tóxicos e estruturais.
No caso do Báltico, a própria sobrevivência das espécies sobre os explosivos mostra resiliência, mas também sugere um ecossistema frágil, dependente de estruturas que um dia precisarão ser removidas.
‘É o Patrick’: estrela-do-mar com bumbum surpreende pesquisadores no fundo do mar
Economia

Bazar em Curitiba tem roupas a partir de R$ 5 neste sábado (27)


Provopar realiza bazar com vestuário apreendido e doado pela Receita Federal neste sábado (27), em Curitiba.
Divulgação/Provopar.
Um bazar solidário em Curitiba oferece neste sábado (27) roupas a partir de R$ 5. A ação é promovida pelo Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar). A entrada é gratuita.
São jaquetas femininas, masculinas e infantis, luvas, meias, blusas básicas e outros itens. As roupas fazem parte de apreensões e doações da Receita Federal.
O evento ocorre das 9h às 14h na sede do programa, no bairro Batel. Veja abaixo o endereço.
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Pagamentos podem ser feitos no PIX ou em dinheiro. Os valores arrecadados vão ajudar a manter em funcionamento os projetos sociais do Provopar Estadual.
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Serviço
Data: 27/09;
Horário: 9h às 14h;
Local: Provopar Estadual (Rua Hermes Fontes, 315 – Batel);
PIX ou dinheiro;
Entrada gratuita.
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Economia

Por que Mariah Carey não postou nada sobre sua vinda ao Brasil?

Mariah Carey canta ‘My all’ no Amazônia Live
Entre os headliners do The Town 2025, Mariah Carey foi a única que não postou nada sobre a vinda ao Brasil. A cantora se apresentou no sábado (13) no festival e até no “Amazônia Live – Hoje e Sempre”, em Belém do Pará, no dia 17.
Mas calma, não é que a cantora desgoste do país ou dos fãs brasileiros. Mariah encontrou fãs, deu autógrafos e estava sorridente em sua passagem pelo Brasil. A falta de posts sobre o país tem a ver com uma estratégia de marketing. Entenda:
Por que Mariah não postou nada sobre o Brasil?
Mariah lança o disco “Here for it all” nesta sexta (26). O álbum é o primeiro de inéditas desde “Caution”, de 2018, e por isso, as redes da cantora estão dedicadas à divulgação dele.
Qualquer publicação sobre outro assunto, tão próxima ao lançamento do disco, poderia ser entendida como uma “distração” do foco principal: alavancar as vendas.
Vale lembrar que Mariah é uma das artistas que mais vendeu discos em todos os tempos, não só porque ela é adorada globalmente, mas porque a cantora nunca poupou esforços em divulgação.
Nas últimas semanas, incluindo os dias em que ela estava no país, todas as publicações no feed do Instagram foram relacionadas ao disco. “Nove dias para ‘Here for it all’!”, publicou a cantora durante a passagem por Belém.
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O que ela postou em 2024?
Em 2024, Mariah fez mais de um post em homenagem ao Brasil. Ela descreveu a apresentação solo em São Paulo como “um dos seus shows favoritos de todos os tempos”, dizendo que a espera valeu a pena.
Em seguida, postou fotos com os filhos no Cristo Redentor, e finalizou com o post sobre o Rock in Rio: “Rio só tenho uma palavra pra você… Obsessed!”.
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Economia

Araras ‘quase ameaçadas’ são salvas de traficante que venderia cada uma por R$ 150 no mercado ilegal de SP


Polícia Ambiental apreende mais de 100 aves silvestres em Iturama
O motorista preso em flagrante por tráfico interestadual de aves silvestres em Iturama, no Triângulo Mineiro, transportava ilegalmente 129 filhotes de araras-canindé e papagaios-verdadeiros. Segundo a Polícia Militar (PM), ele confessou que pretendia vender as aves por apenas R$ 150 cada na cidade de Guarulhos (SP). As duas espécies são classificadas como ‘quase ameaçadas’ de extinção.
Durante a abordagem no km 239 da rodovia, os policiais encontraram 105 papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva) e 24 araras-canindé (Ara ararauna) amontoados em caixas de papelão, sem água, comida ou ventilação. O motorista, identificado como Francisco Ribeiro dos Santos, de 38 anos, foi multado em mais de R$ 2 milhões por crimes ambientais.
Ele foi ouvido pela Polícia Civil, assinou Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e liberado. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele até a última atualização desta reportagem.
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Segundo a PM, o veículo apreendido na fiscalização tinha placas de Itapecerica da Serra (SP). O suspeito afirmou que comprou os animais na zona rural de União de Minas (MG) e os levaria para o estado de São Paulo para comercialização ilegal.
Os filhotes foram encontrados amontoados em caixas de papelão, sem ventilação, sem água e alimento. Por esse motivo, o homem também foi autuado por maus-tratos.
Para a polícia, Ribeiro contou que comprou os animais na zona rural de União de Minas (MG) e os levava para o estado de São Paulo para serem comercializados.
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Uma arara morreu durante o resgate
As aves foram levadas ao Hospital Veterinário da Uniube, em Uberaba, para atendimento especializado. Uma arara não resistiu e morreu. As demais foram avaliadas e estão em boas condições. Elas serão encaminhadas ao Instituto Estadual de Florestas (IEF), que mantém um centro de triagem de animais silvestres na região.
“O problema maior é que a maioria morre antes mesmo de chegar ao destino. Além de sofrerem o resto da vida presos, os que conseguem sobreviver, em sua maioria, acabam morrendo em razão da maneira como são transportados e acondicionados, antes mesmo de chegar a ser vendidos”, comentou o comandante do 7º Grupo da Polícia Militar de Meio Ambiente de Iturama, sargento Cleiton.
Ainda segundo a PM, as duas espécies estão classificadas como ‘quase ameaçadas’ no Livro Vermelho da Fauna Brasileira e são protegidas por acordos internacionais, como a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagens em Perigo de Extinção (CITES).
A reportagem procurou o IEF para mais informações sobre as aves resgatadas e aguarda retorno.
Mais de 120 filhotes de araras-canindé e papagaios são resgatados em Iturama
Tráfico de aves silvestres foi flagrado na MGC-497 em Iturama
PM/Divulgação
Aves resgatadas em caixas de papelão, sem comida e ventilação
PM/Divulgação
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