Economia

Brasil reitera solução de dois Estados e pede o fim imediato dos ataques israelenses em Gaza

Em nota divulgada neste sábado (04/10) pelo Itamaraty, o governo brasileiro se pronunciou sobre o plano apresentado pelo presidente Donald Trump, em 29 de setembro, para um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Nesta sexta-feira (03/10), o Hamas respondeu à proposta, concordando em libertar todos os refugiados israelenses e solicitando esclarecimentos em certos parágrafos da proposta. […]

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Economia

Oficiais dos EUA apontam ação direta de Netanyahu em ataque com drones à Flotilha

O premiê israelense Benjamin Netanyahu ordenou os ataques de drones e de dispositivos incendiários contra as embarcações Family e Alma, da Flotilha Global Sumud (GSF) ocorridos em 8 e 9 de setembro no porto tunisiano de Sidi Bou Said. A informação foi dada por dois oficiais da inteligência norte-americana, sob anonimato, para a CBS News. […]

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Economia

Guardiola convoca manifestação em favor da Palestina em Barcelona

O treinador de futebol catalão Pep Guardiola, considerado um dos melhores técnicos da atualidade, gravou um vídeo no qual convoca os moradores de Barcelona a participarem de uma manifestação neste sábado (04/10) em favor da causa Palestina. A mensagem foi publicada pelo perfil Comunitat Palestina Catalunya, na plataforma X. Guardiola aparece falando em catalão junto […]

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Economia

Flotilha: ativista brasileiro Nicolas Calabrese é deportado para a Turquia

O professor de Educação Física, militante do PSOL e educador popular da Rede Emancipa, Nicolas Calabrese, foi deportado para a Turquia neste sábado (04/10), segundo comunicado da Flotilha Global Sumud (GFS). Ele é o primeiro brasileiro a ser libertado por Israel e também cidadão argentino e italiano. Calabrese saiu do país em voo pago pelo […]

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Economia

Trump alterna entre vender panaceia para Gaza e atear mais fogo na Ucrânia

Donald Trump tinha uma vontade clara, mas nenhum um plano efetivo, para acabar com o massacre em Gaza e interromper a guerra na Ucrânia. Seus esforços fracassaram logo no começo do seu governo e agora ele tenta, de maneiras cada vez mais criativas, atingir o mesmo objetivo. Nada está claro, apesar da megalomania dos seus […]

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Economia

Autoridades comemoram negociação pelo fim da guerra em Gaza, e manifestantes vão às ruas

Líderes mundiais comemoram avanço na negociação de paz em Gaza
Líderes mundiais comemoraram o avanço nas negociações, e manifestantes foram às ruas em vários países, pedindo o fim do conflito.
Em Tel Aviv, as multidões nas ruas pediram o retorno imediato dos reféns e agradeceram o empenho do presidente americano.
Viki Cohen disse que está cheia de esperança. Ela é mãe de Nimrod, um dos reféns que continuam em cativeiro há quase dois anos, desde o ataque terrorista do Hamas.
“Eu imagino como vou abraçá-lo e a sensação de trazê-lo de volta. Mas tenho medo de que as negociações decepcionem de novo”, ela afirma. “Eu não quero desapontá-la de novo.”
Os jornais no território palestino da Cisjordânia anunciavam, em árabe, o avanço do plano americano. Um palestino comentou: “Tomara que funcione. É preciso acabar logo com a troca de artilharia e enviar ajuda humanitária.”
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, disse que o mais importante agora é o compromisso com o cessar-fogo completo, a libertação dos reféns e dos prisioneiros, e a entrega urgente de ajuda humanitária para o povo palestino. Ele também saudou a resposta do Hamas e reforçou o pedido de Donald Trump pela interrupção imediata do conflito.
Na Europa, os governos cobraram o fim urgente dos combates. Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, disse que o bloco vai dar todo apoio para acabar com o sofrimento do povo palestino. Ela também cobrou a libertação dos reféns. Israel acredita que 48 pessoas ainda estejam em cativeiro — 20 delas, vivas.
Georgia Meloni, primeira-ministra da Itália, agradeceu a mediação dos Estados Unidos e também dos países árabes, especialmente o Catar, e afirmou que é hora de aproveitar essa janela de oportunidade.
A Turquia, que participou ativamente das negociações, também pediu o fim dos bombardeios. “Os brotos de esperança pela paz floresceram e não podem murchar”, disse o presidente Recep Tayyip Erdogan.
Em vários países europeus — como França e Espanha — houve manifestações pedindo o fim da guerra. Em Londres, a polícia prendeu alguns manifestantes que declararam apoio a grupos pró-Palestina banidos no país com base em leis antiterrorismo.
O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou que não é hora de atiçar a tensão e pediu respeito à dor dos judeus britânicos, que nesta semana foram alvo de um atentado terrorista em uma sinagoga em Manchester. A polícia ainda investiga o ataque, que deixou dois mortos.
Economia

Líderes de Israel e EUA vão a Egito negociar plano de paz

Primeiro-ministro de Israel diz que espera libertação total de reféns em Gaza nos próximos dias
Autoridades israelenses, americanas e representantes do grupo terrorista Hamas estão a caminho do Egito para negociar o plano de paz proposto pelos Estados Unidos. O primeiro-ministro de Israel diz que espera o retorno de todos os reféns na Faixa de Gaza nos próximos dias.
Depois de uma reunião da cúpula militar na noite de sexta-feira (3), o Exército Israelense anunciou, no início deste sábado (4), que estava se preparando para a implementação da primeira fase do plano do presidente americano, Donald Trump, para Gaza — o que inclui a interrupção por ora dos bombardeios. Mas ele destacou que as tropas devem se manter alerta para possíveis ameaças.
Neste sábado, Gaza amanheceu com novas explosões, segundo agências de notícias. Autoridades da defesa civil palestina, controlada pelo grupo terrorista Hamas, afirmaram que ao menos 57 pessoas morreram no dia.
Ainda assim, em uma postagem, Donald Trump agradeceu a Israel por ter suspendido temporariamente os bombardeios e afirmou: “Não tolerarei atrasos, que muitos acreditam que ocorrerão, nem qualquer resultado que coloque Gaza novamente como uma ameaça. Vamos resolver isso, rápido. Todos serão tratados com justiça”.
Em entrevista ao site de notícias Axios, Trump disse que ligou para Netanyahu e disse ao primeiro-ministro israelense que esta é “a chance dele de vitória”. O presidente americano afirmou ainda que Netanyahu “não tem outra escolha”.
Mais tarde, Netanyahu falou pela primeira vez desde a resposta do Hamas na sexta. O primeiro-ministro disse que Israel está à beira de uma grande conquista e que espera poder anunciar aos israelenses nos próximos dias o retorno de todos os reféns, vivos e mortos em uma única fase, com as forças de Israel permanecendo no interior da Faixa de Gaza. Ele afirmou: “Em vez de Israel estar isolado, quem está isolado é o Hamas”.
Netanyahu disse ainda que, na segunda fase, o Hamas será desarmado e a Faixa de Gaza desmilitarizada. “Isso acontecerá ou por meios diplomáticos, segundo o plano de Trump, ou militarmente, por nós”, afirmou o primeiro-ministro.
Nesta sexta, o Hamas deu sinal positivo para dois pontos fundamentais da iniciativa americana: a libertação de todos os reféns e a transferência do poder na região para um conselho palestino, formado por nomes independentes e técnicos. Apesar do avanço, ainda existem divergências, e o grupo terrorista agora tenta negociar outros pontos do plano.
O Hamas quer participar da discussão sobre o futuro governo, mas a proposta americana prevê que eles não terão espaço. Um representante do grupo terrorista também disse em uma entrevista à Al Jazeera que eles só vão se desarmar depois de uma desocupação de Israel. Mas o acordo estabelece que o grupo terrorista deve se desarmar imediatamente e que a saída de Israel será feita em fases.
O governo do Egito informou que receberá, na segunda-feira (6), as delegações de Israel e do Hamas para discutir a libertação dos reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos. O enviado especial dos Estados Unidos ao Oriente Médio, Steve Witkoff, também deve participar.
Donald Trump anunciou na tarde de sábado novos avanços na negociação, afirmando que Israel concordou com a primeira fase da retirada das tropas. Ele publicou um mapa com a nova posição que as forças armadas israelenses assumiriam. Trump disse que, quando o Hamas confirmar, o cessar-fogo será imediato, e a troca de prisioneiros e reféns começará.
A partir daí, serão criadas as condições para a próxima fase da retirada. Apesar da esperança, restam muitas dúvidas sobre a conclusão do acordo, que pode colocar fim a quase dois anos de guerra.