Economia

Setor elétrico: Goldman Sachs inicia cobertura da Auren (AURE3) recomendando compra e da Engie (EGIE3) recomendando venda

O Goldman Sachs iniciou, nesta terça-feira (7), sua cobertura de duas ações do setor brasileiro de geração de energia elétrica: para a Auren (AURE3), o banco americano recomendou compra e para a Engie (EGIE3), venda. Além disso, no relatório, o time de analistas, encabeçado por Bruno Amorim, também reiterou a Eletrobras (ELET3) como a top […]
Economia

Petrobras (PETR4) prevê investimentos de R$ 2,6 bilhões para setor naval e de fertilizantes na Bahia

A Petrobras (PETR4) planeja investimentos de aproximadamente R$2,6 bilhões na Bahia, incluindo encomendas para o setor naval e fábrica de fertilizantes no Estado, afirmou a presidente da petroleira, Magda Chambriard, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira. Dentre os aportes, a maior parte irá para a contratação da construção de seis navios de apoio junto ao […]
Economia

Derrubada de MP é derrota imposta ao povo brasileiro, diz Lula


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou na noite desta quarta-feira (8) a decisão do plenário da Câmara dos Deputados de retirar de pauta a votação da Medida Provisória (MP) 1303/2025, que taxaria rendimentos de aplicações financeiras e apostas esportivas e compensaria a revogação de decreto que previa aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A MP precisava ser aprovada até esta quarta-feira (8) para não perder a eficácia. Com a retirada da pauta, o texto caducou.

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“A decisão da Câmara de derrubar a medida provisória que corrigia injustiças no sistema tributário não é uma derrota imposta ao governo, mas ao povo brasileiro. Essa medida reduzia distorções ao cobrar a parte justa de quem ganha e lucra mais. Dos mais ricos. Impedir essa correção é votar contra o equilíbrio das contas públicas e contra a justiça tributária”, escreveu o presidente em uma postagem nas redes sociais.

Lula ainda atribuiu o revés sofrido a interesses da oposição e de partidos de centro em inviabilizar a manutenção de programas sociais do governo.

“O que está por trás dessa decisão é a aposta de que o país vai arrecadar menos para limitar as políticas públicas e os programas sociais que beneficiam milhões de brasileiros. É jogar contra o Brasil”.

Considerada essencial para o equilíbrio fiscal de 2026, a MP previa a tributação de fundos de investimento e regras específicas para a tributação de ativos virtuais, operações em bolsa, empréstimos de ativos e investidores estrangeiros. Originalmente, a expectativa era que o texto elevasse a arrecadação do governo em R$ 20,8 bilhões e reduzisse outras despesas em mais de R$ 10 bilhões.

No entanto, para avançar na comissão especial e poder seguir a plenário, o relator da medida, deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), chegou a costurar acordos com diferentes bancadas para excluir a tributação de bets e aplicações em Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCD). A versão original da MP previa a taxação da receita bruta das bets regularizadas com alíquota entre 12% e 18%. Já as aplicações de LCI, LCA e LCD teriam alíquota de 5%. Nem assim, a MP prosperou.

Na votação que retirou a MP de pauta, foram 251 votos favoráveis e 193 contrários ao pedido, apresentado pela oposição.

Mais cedo, antes da votação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cobrou que o Congresso Nacional cumprisse o acordo firmado com o governo federal para aprovação da MP. Haddad disse que o governo manteve diálogo com os parlamentares e que fez concessões. No entanto, os partidos do centrão já vinham se posicionando ostensivamente contra a medida e celebraram a derrubada da MP em plenário.

“Hoje ficou claro que a pequena parcela muito rica do país não admite que seus privilégios sejam tocados. Não querem pagar impostos como a maioria dos cidadãos. E não querem que o governo tenha recursos para investir em políticas para a população. Quem votou na Câmara para derrubar a MP que taxava os super ricos votou contra o país e o povo”, criticou a ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência, responsável pela articulação política do governo.

Economia

Preço da cesta básica cai em 22 capitais brasileiras em setembro


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O preço do conjunto dos alimentos básicos caiu em setembro, na comparação com agosto, em 22 capitais brasileiras e aumentou em cinco, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. Anteriormente, o levantamento era feito apenas em 17.  

As principais quedas de preço da cesta em setembro ocorreram em Fortaleza (-6,31%), Palmas (-5,91%), Rio Branco (-3,16%), São Luís (-3,15%) e Teresina  (-2,63%). As capitais com elevação do valor foram Campo Grande (1,55%), Curitiba (0,38%), Vitória (0,21%), Porto Alegre (0,04%), e Macapá (0,03%).

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São Paulo foi a capital em que o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior preço (R$ 842,26), seguida por Porto Alegre (R$ 811,44), Florianópolis (R$ 811,07) e Rio de Janeiro (R$ 799,22). 

Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, foram registrados os menores valores: Aracaju (R$ 552,65), Maceió (R$ 593,17), Salvador (R$ 601,74) e Natal (R$ 610,27).

A comparação dos valores da cesta de setembro de 2025 com o mesmo mês de 2024 mostra que, nas 17 capitais onde a pesquisa era realizada nesse período, houve alta de preço em todas, com variações entre 3,87%, em Belém, e 15,06%, em Recife.

No acumulado do ano, ou seja, de janeiro a setembro de 2025, nas 17 capitais pesquisadas, 12 tiveram alta e cinco apresentaram queda. As maiores elevações ocorreram em Recife (4,69%), Porto Alegre (3,54%) e Salvador (3,06%). As capitais com as principais variações negativas foram Brasília (-3,15%) e Goiânia (-3%).

Com base na cesta mais cara, que em setembro foi a de São Paulo, o Dieese estimou que o valor do salário mínimo necessário para uma família viver no nono mês do ano no Brasil deveria ter sido R$ 7.075,83 ou 4,66 vezes o mínimo atual de R$ 1.518. O Dieese leva em consideração a determinação constitucional de que o salário mínimo deveria ser suficiente para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Em setembro de 2024, o salário mínimo, deveria ter ficado em R$ 6.657,55 ou 4,71 vezes o valor vigente na época, que era de R$ 1.412.

Produtos

O preço do tomate em setembro, em comparação com agosto, diminuiu em 26 capitais das 27 pesquisadas, com quedas que vão de 47,61%, em Palmas, e 3,32%, em Campo Grande. A alta ocorreu em Macapá (4,41%).

O preço médio do arroz agulhinha diminuiu em 25 das 27 capitais pesquisadas, com destaque para Natal (-6,45%), Brasília (-5,33%) e João Pessoa (-5,05%). A alta foi registrada em Vitória (1,29%). Em Palmas, o preço médio não variou.

Café e Carne bovina

Em setembro, o valor médio do quilo da carne bovina de primeira aumentou em 16 capitais e diminuiu em 11. As maiores elevações ocorreram em Vitória (4,57%), Aracaju (2,32%) e Belém (1,59%). Já as variações negativas mais importantes foram registradas em Macapá (-2,41%), Natal (-1,13%) e São Luís (-1,03%). 

“A oferta limitada, principalmente pela estiagem, explica a alta de preços. Ao mesmo tempo, a baixa demanda pressionou os valores para baixo em algumas cidades”, destacou o Dieese.

Já o preço do café em pó diminuiu em 14 capitais e aumentou em 13. As quedas mais expressivas foram registradas no Rio de Janeiro (-2,92%) e em Natal (-2,48%). Já as maiores altas ocorreram em São Luís (5,10%) e em Campo Grande (4,32%). 

“O preço internacional do café aumentou, impulsionado pela alta do mercado [norte] americano e pela oferta limitada no mundo, devido a algumas quebras de produção. Mas, internamente, os altos valores praticados nos supermercados inibiram a demanda, reduzindo as cotações médias em algumas capitais”, afirmou o Dieese.

Economia

Saque-aniversário do FGTS: veja o que muda com as novas regras


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O governo anunciou medidas que vão alterar, a partir de 1º de novembro, as regras para antecipação do chamado saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O trabalhador que adere ao saque-aniversário pode antecipar o benefício por meio dos bancos, como um empréstimo. Agora, haverá restrições de prazo e um período de carência.

De acordo com o governo, a mudança tem como objetivo evitar abusos contra o trabalhador que contrata empréstimos para antecipar o saque-aniversário, pagando juros. O argumento é que o dinheiro do FGTS deve ir direto para o trabalhador, não para o sistema financeiro. O uso do saldo como garantia de empréstimos tem levado muitos brasileiros a situações de vulnerabilidade em casos de demissão, segundo o governo.

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Atualmente, 21,5 milhões de trabalhadores aderiram ao saque-aniversário, o equivalente a 51% das contas ativas. Desses, cerca de 70% já realizaram operações de antecipação.

Confira abaixo as principais mudanças nas regras:

O que é o saque-aniversário do FGTS?
Desde 2020, o saque-aniversário do FGTS  permite ao trabalhador retirar uma parte do saldo de suas contas vinculadas ao fundo anualmente, sempre no mês de seu aniversário. Para isso, é preciso que o beneficiário faça a adesão ao saque, por meio do aplicativo ou site do FGTS.

O valor a ser sacado depende do saldo total disponível na conta do fundo. Em cima desse montante, é aplicada uma alíquota, acrescida de uma parcela adicional fixa. No entanto, o trabalhador que opta por essa modalidade perde o direito de sacar o saldo integral em caso de demissão sem justa causa, mantendo apenas o direito à multa rescisória de 40%.

Como funciona a antecipação do saque-aniversário do FGTS?
A antecipação do saque-aniversário funciona como um empréstimo: o cliente que tem saldo na conta do FGTS pode pedir ao banco que antecipe o depósito desse pagamento. Quando, no mês do aniversário, o trabalhador receber o saque, o valor fica com o banco em que foi contratada a antecipação. Cada banco tinha um regramento próprio para antecipação. Algumas instituições permitiam antecipar mais de dez parcelas do saque-aniversário, ou seja, pelos próximos dez anos correntes. Eram cobrados juros em cima dessa operação.

Como fica o prazo de carência?
A partir de novembro, o trabalhador só poderá contratar antecipações nas instituições financeiras 90 dias após a adesão ao saque-aniversário. Até agora, não havia restrições quanto à carência, e 26% dos trabalhadores antecipavam o saque-aniversário nos bancos no mesmo dia da adesão à modalidade.

Há novos limites de valores?
A partir de 1º de novembro, o empréstimo passa a ser limitado entre R$ 100 e R$ 500 por parcela, com máximo de cinco parcelas nos próximos 12 meses, totalizando R$ 2,5 mil. Já a partir de novembro de 2026, o limite será reduzido para três parcelas de R$ 100 a R$ 500 a cada saque-aniversário. Até agora, não havia um teto de valor.

Será possível contratar mais de um saque-aniversário por ano?
O trabalhador poderá contratar apenas uma operação de antecipação por ano. Pela regra anterior, era possível fazer várias operações de crédito anualmente, as chamadas “operações simultâneas”.

Economia

Poupança tem retirada líquida de R$ 15 bilhões em setembro


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O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em setembro, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 15 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 356,6 bilhões, contra saques da ordem de R$ 371,6 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,4 bilhões. O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão.

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Trata-se do terceiro mês seguido de resultado negativo na poupança. Os quatro primeiros meses do ano também foram de retiradas, seguidos dos meses de maio e junho com entradas líquidas. No acumulado de 2025, a caderneta tem resgate líquido de R$ 78,5 bilhões.

Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas da poupança foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente.

Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.

Em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC interrompeu o ciclo de aumento de juros após sete altas seguidas na Selic e, desde então, vem mantendo a taxa em 15% ao ano.

O objetivo da autoridade monetária é garantir que a meta da inflação, de 3%, seja alcançada. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Até agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – acumula alta de 5,13% em 12 meses.

Economia

Ataque ucraniano na região russa de Belgorod deixa ao menos 3 mortos

Um ataque da Ucrânia contra a vila de Maslova Pristan, no distrito de Shebekino, na região russa de Belgorod, deixou pelo menos três mortos e 11 feridos nesta quarta-feira (08/10), informou o ministro Regional da Saúde, Andrey Ikonnikov. Segundo o governador local, Vyacheslav Gladkov, a ofensiva utilizou mais de 110 drones e disparou mais de […]

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