Economia

Lula prestará solidariedade à Venezuela na Cúpula da Celac, diz governo

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, mudou sua agenda para participar da cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia (UE), no próximo domingo (09/11), em Santa Marta, na Colômbia. O líder brasileiro aproveitará a oportunidade para discutir a crescente presença militar dos Estados Unidos na região […]

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Economia

Hamas devolve refém morto após Israel entregar 15 corpos de palestinos

O hospital Nasser, no sul da Faixa de Gaza, anunciou nesta quarta-feira (05/11) ter recebido os corpos de 15 prisioneiros palestinos como parte do acordo de cessar-fogo com Israel. Em seguida, o braço armado do Hamas anunciou que devolveria a Israel o corpo de um refém ainda em Gaza às 19h GMT (16h no horário […]

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Economia

Rumo à COP30, líderes indígenas e ativistas ambientais navegam em flotilha a Belém

Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diversas partes da América Latina chegaram nesta quarta-feira (05/11) em Belém, no Pará, para participar da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP30), que reunirá mais de 60 países entre os dias 10 e 21 de novembro. Os ambientalistas chegaram após uma viagem de três […]

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Economia

‘Que não se faça palanque político no debate da segurança’, diz Motta

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pediu nesta quarta-feira (5) que lideranças políticas e o governo não façam palanque com a segurança pública no Brasil.
Motta participou de um seminário promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) em Buenos Aires. O IDP é uma faculdade de propriedade do ministro do STF Gilmar Mendes.
Há pouco mais de uma semana, uma megaoperação de policiais no Rio de Janeiro no Complexo do Alemão e na Penha deixou 121 mortos, o que opôs esquerda e direita no Brasil.
“A segurança pública no Brasil não pode parar. Da mesma forma que eu pedi no Plano Nacional de Educação e em todos esses projetos que elenquei, em que nós tivemos a condição de deixar um pouco essa radicalização e essa polarização política que tanto nos atrapalha um pouco de lado, eu vou pedir de maneira penhorada, às liderança políticas, ao próprio governo federal, que não se faça palanque político no debate da segurança”, afirmou.
Após a operação no Rio, o governador Cláudio Castro classificou a ação como um “sucesso”. Opositores acusaram o governador de promover a ação para ter ganhos eleitorais. Já o presidente Lula Lula classificou o episódio como “matança”.
“O que a sociedade cobra de nós é um resultado prático e efetivo de entregas legislativas que endureçam penas, respeitem sim os direitos humanos, mas demonstre de maneira muito clara que as instituições brasileiras irão enfrentar firmemente o crime organizado no nosso país”, disse.
Radicalização
Motta também afirmou que a polarização política, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) e as taxas e sanções impostas pelos EUA ao Brasil e a autoridades dificultam a busca por consensos no parlamento.
“Formar os consensos é a base de qualquer democracia digna desse nome e esse momento para formar consensos está cada vez mais difícil e complexo”, afirmou.
Motta disse que neste segundo biênio de governo as discussões ficam ainda mais radicalizadas em razão da antecipação do calendário eleitoral. Em outubro de 2026, os brasileiros vão às urnas para eleger presidente, deputados, governadores e senadores.
O presidente da Câmara afirmou que o Brasil saiu dividido das urnas em 2022 e que essa divisão continuou após o pleito, dificultando a discussão dos “grandes temas” na Casa.
“Se for reeleito, será o 4º mandato do presidente Lula. Temos o STF julgando o ex-presidente Bolsonaro, o maior líder da direita no Brasil. Isso interfere completamente no dia a dia da casa”, destacou.
“Temos agora um arranjo internacional que nós não contávamos existir com as recentes decisões sobre tarifas e sanções a ministros da Suprema Corte pelo governo americano, o que também interfere no dia a dia da casa, e além disso todos os outros problemas do país”.
Economia

Nos EUA, Partido Democrata obtém série de vitórias em eleições estaduais e municipais


Nos Estados Unidos, o Partido Democrata obteve vitórias sobre Donald Trump, em eleições estaduais e municipais.
“Donald Trump, já que eu sei que você está assistindo. Aumente o som”.
O democrata Zohran Mamdani venceu a eleição para prefeito em Nova York. No primeiro discurso depois de eleito, mandou recados ao presidente americano, disse:
“Nova York continuará sendo uma cidade de imigrantes. Construída por imigrantes, alimentada por imigrantes. E, agora, liderada por um imigrante”.
Mamdani nasceu em Uganda, filho de pais de origem indiana. Aos 34 anos, será o prefeito mais jovem de Nova York em mais de 100 anos e o primeiro muçulmano. Mamdani, que se declara socialista, propôs congelar o aluguel de apartamentos regulados pela prefeitura, além de tornar ônibus e creches gratuitos. Propostas que adversários e economistas consideram populistas e inviáveis.
Timothy Shenk, professor da Universidade da Cidade de Nova York, disse que Mamdani usou a estratégia de Trump em 2024: explorou a frustração do eleitor com a economia e com o custo de vida.
Mamdani começa o trabalho na prefeitura no dia 1º de janeiro de 2026. A vitória dele colocou o Partido Democrata no divã. Ele recebeu o apoio da ala mais radical e a XX, mas XX nomes mais tradicionais X. Ainda há incerteza sobre qual deve ser a direção do partido depois da derrota para Trump em 2024.
A vitória de Mamdani e de outros democratas na eleição de terça-feira (4) expôs a insatisfação de uma parcela dos americanos com os primeiros dez meses de governo Trump. Em Nova Jersey, a democrata Mikie Sherrill venceu a eleição para o governo do estado. Na Virgínia, hoje governada por um republicano, foi também uma democrata, Abigail Spanberger, quem ganhou. As duas têm perfil mais moderado que Mamdani.
Na Califórnia, o governador Gavin Newsom aprovou nas urnas o redesenho dos distritos eleitorais – o que deve render aos democratas mais cinco deputados federais na eleição de 2026. Foi uma reação a medidas semelhantes de governadores republicanos.
Donald Trump atribuiu as derrotas ao fato de que seu nome não estava na cédula e disse que os republicanos vão discutir o que o resultado representa.
O democrata Zohran Mamdani venceu a eleição para prefeito em Nova York
Reprodução/TV Globo
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Economia

CCJ adia votação do projeto que equipara facções criminosas a grupo terroristas


CCJ da Câmara adia votação de projeto que equipara facções criminosas a grupos terroristas
A Comissão de Constituição e Justiça adiou a votação do projeto que equipara facções criminosas a grupos terroristas. Essa proposta de mudança legislativa recebeu nesta quarta-feira (5) críticas de especialistas.
A ação policial no Rio de Janeiro deixou ainda mais explícita a urgência para melhorar a lei contra facções criminosas e milícias. Na Câmara dos Deputados, há dois projetos aguardando votação.
O do governo, apelidado de PL Antifacção, cria na lei a figura da facção criminosa; passa a considerar hediondo o crime de organização criminosa qualificada; aumenta para até 30 anos de prisão a pena para integrantes e chefes de facções, integrantes que controlam territórios ou atividades econômicas, ou que se infiltram no setor público. Também cria instrumentos para sufocar financeiramente o crime organizado, como o uso de empresas fictícias para rastrear o dinheiro movimentado. Permite também manter delatores nas facções sob monitoramento policial e a gravação de conversas entre presos e advogados.
Esse projeto chegou à Câmara na segunda-feira (3) e ainda espera que o presidente da Casa, deputado Hugo Motta, do Republicanos, defina um relator. Ele disse à TV Globo que a escolha será feita até sexta-feira (7).
A oposição defende outro texto: o do deputado Danilo Forte, do União Brasil, que equipara atividades de facções e milícias ao crime de terrorismo. O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
“Se tem uma organização que faz recrutamento de pessoas, que fabrica armamento pesado, se impõe medo sitiando regiões, bairros, favelas, comunidades, cidades, se expulsa moradores de casa. Tudo isso são ações de terror. Porque as pessoas estão amedrontadas. E quando impõem medo sobre o coletivo, é ação de terrorismo”, diz Danilo Forte, autor do projeto antiterrorismo.
CCJ adia votação do projeto que equipara facções criminosas a grupo terroristas
Jornal Nacional/ Reprodução
O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira, do MDB, alertou que equiparar a atuação de facções ao terrorismo pode atrapalhar investigações que já existem nos estados e afirmou que é preciso endurecer as penas para as facções.
“Você tem que agravar as penas e você tem que ter processos rápidos e penas que sejam devidamente cumpridas. Se eu faço a migração pura e simples para um crime de atribuição federal, automaticamente esses processos serão retirados da tramitação atual – estadual, polícia civil, Ministério Público estadual, justiça estadual – e migrar para varas federais e atuação da Polícia Judiciária Federal, que é a Polícia Federal. Isso pode gerar um prejuízo imenso, porque estamos falando de estruturas que não estão prontas para isso, e um volume de dados que vai ser simplesmente desperdiçado”, diz Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado.
Rafael Alcadipani, professor da Fundação Getúlio Vargas, também defendeu o aumento das penas como prevê o projeto antifacção:
“O objetivo é um só: é endurecer as penas para membros de facção, para faccionados, e facilitar a investigação, dar mais celeridade à investigação e também disponibilizar os ativos que forem pegos dessas organizações criminosas”.
A votação do projeto antiterrorismo na Comissão de Constituição e Justiça foi adiada duas vezes depois da articulação do governo, quer mais tempo para debater as consequências, entre elas a possibilidade de intervenção estrangeira no país.
O coordenador do curso de Relações Internacionais do Ibmec, Renato Galeno, explicou que existem vários componentes para definir organizações terroristas, incluindo a questão ideológica e política:
“Uma das principais características de um grupo terrorista é o fato de as pessoas serem altamente apaixonadas pela questão em si. Se for um grupo nacionalista, que tenha objetivos étnicos, de imposição de alguma forma de vida para sociedade como um todo, uma visão de mundo para sociedade como um todo, é muito diferente de um narcotraficante, que em grande medida tem como objetivo ganhar dinheiro. Ou seja, as motivações são diferentes. Com isso, as formas de combate – seja o combate direto policial, seja o combate de mais longo prazo da organização social – são muito diferentes, os tipos de ação que o Estado deve tomar”.
Galeno disse, ainda, ver riscos à soberania do Brasil e a investimentos de empresas estrangeiras:
“Caso o Estado brasileiro oficialmente afirmasse que há organizações terroristas que têm domínio territorial em parcelas significativas do Estado brasileiro, em grandes cidades como o Rio de Janeiro, esses investimentos se tornariam muito mais difíceis e, em alguns casos, seriam impedidos pelas próprias normas internas das grandes empresas internacionais. “Se um Estado determina a existência, dentro do seu próprio território, de grupos terroristas, ele cria as condições pra que outros países concedam uma aparência de legitimidade pra determinados tipos de sanção. Se você considera que tem um grupo assim, que tem domínio territorial em parte de um país, e até mesmo a associação desses indivíduos – entre aspas, terroristas – com alguns agentes do Estado, como forças policiais, forças políticas, determinadas empresas públicas, isso poderia gerar uma justificativa, uma aparência de legitimidade para ações contra o Estado brasileiro”.
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Economia

Empreendedora itinerante estima perda de quase R$ 85 mil em mudas de mirtilos e framboesas destruídas após fiscalização em MT


Empreendedora itinerante estima perda de quase R$ 85 mil em mudas destruídas em MT
Reprodução
A empreendedora itinerante Elen Moreira estimou nesta quarta-feira (5) uma perda de quase R$ 85 mil em mudas de mirtilos e framboesas que foram destruídas após fiscalização do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), em Sorriso, a 420 km de Cuiabá.
A ação ocorreu por causa da prática de venda ambulante, o que é proibida no estado independente de ter Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renascem).
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Ao g1, Moreira contou que foi surpreendida com a ação dos fiscais no domingo (2), enquanto vendia as mudas como já havia feito em Cuiabá e Rondonópolis há pouco mais de um mês.
“Eu achei que eles não iriam destruir, porque eu tenho toda a documentação, todas as notas fiscais, sou legalizada e bastante conhecida no meio. Acho que eles queriam destruir de qualquer jeito e só usaram essa brecha da lei. Eu não fiz barraco, eu achei que ia levar alguma advertência, não que iriam destruir tudo. Eu fiquei sem chão”, afirmou.
Ela saiu de Belo Horizonte (MG) e tinha como destino Sorriso e Sinop, região norte do estado, para participar das feiras onde costuma vender as plantas. As mudas são vendidas em feiras e costumam acabar em poucas horas devido ao ineditismo de ter mirtilos e framboesas de clima quente.
Ela contou ainda que possui toda a documentação exigida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), incluindo o Renascem e as notas fiscais que comprovam a procedência legal das mudas.
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Ela disse que teve gastos com passagens aéreas de ida e volta em torno de R$ 2.500. Para piorar, o caminhão contratado para levar as mudas quebrou a marcha do câmbio na volta para Minas Gerais, o que causou mais um prejuízo ao caixa de mais de R$ 1.500. Além disso, ela precisou devolver todo o dinheiro dos clientes que compraram as mudas.
Nas redes sociais, a empreendedora ainda explicou que tentou fazer parcerias com viveiros e floriculturas da região, mas sem sucesso. Por isso, decidiu fazer as vendas na praça da cidade, o que foi caracterizado como venda ambulante, segundo ela.
Em nota, a prefeitura de Sorriso disse que o comércio de mudas no estado, além do Renascem, exige também um registro junto ao Indea, o que a empreendedora não tinha.
“A ação se deu pela prática de venda ambulante que é comercialização fora do estabelecimento registrado e com inscrição no Renascem. A prática de venda ambulante é proibida em todo o estado de Mato Grosso, independente de possuir Renascem ou registro junto ao Indea e tem por finalidade evitar a entrada e propagação de pragas e doenças no estado”, diz trecho da nota.
As plantas destruídas foram levadas pelo Indea ao aterro sanitário da região.
Veja nota completa da prefeitura:
A Prefeitura de Sorriso esclarece que não participou da fiscalização que resultou na apreensão e incineração de mudas de espécies frutíferas. A ação ocorrida no domingo, dia 2, foi realizada pela equipe do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea).
A empresa fiscalizada possui Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renascem) do estado de Minas Gerais como beneficiadora e comerciante de mudas. O documento é obrigatório e emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para produtores, comerciantes, armazenadores e certificadores de sementes e mudas no Brasil.
Vale ainda esclarecer que para o comércio de mudas no Mato Grosso é obrigatório, além do Renascem, o registro junto ao Indea de Mato Grosso, documento que a empresa não possuía.
A ação se deu pela prática de venda ambulante que é a comercialização fora do estabelecimento registrado e com inscrição no Renascem. A prática de venda ambulante é proibida em todo o estado de Mato Grosso, independente de possuir Renascem ou registro junto ao Indea-MT e tem por finalidade evitar a entrada e propagação de pragas e doenças no estado de Mato Grosso.
Por fim, a prefeitura de Sorriso reforça que não participou da fiscalização por não ser da sua esfera e segue à disposição de empreendedores que buscam dirimir suas dúvidas em relação à documentação necessária.
Economia

‘Expofeira na Rede’ faz ação com estudantes durante feira agro em Roraima


Expofeira é iniciativa da Fundação Rede Amazônica
FRAM/Divulgação
A Expofeira, iniciativa da Fundação Rede Amazônica, iniciou as atividades práticas nesta quinta-feira (5) na Exposição-Feira Agropecuária de Roraima (Expoferr), que ocorre em Boa Vista. Foi montado um espaço voltado à participação de alunos de escola públicas do estado.
A ideia é promover integração e o aprendizado dos estudantes por meio do ação “Juventude na Expofeira”. São discutidos temas como sustentabilidade, tecnologia, cultura e turismo. A expectativa é receber cerca de 90 estudantes por dia.
O estande da Fundação funciona como ponto de recepção dos alunos e espaço de convivência.
‘Expofeira na Rede’: Projeto da Fundação Rede Amazônica chega a Roraima
Durante a visita, os participantes podem descansar, interagir, registrar o momento em um serviço de fotografia e participar de dinâmicas que garantem brindes como copos, blocos de anotações, canetas e camisetas.
“Nossos projetos têm como foco a sustentabilidade e o empreendedorismo. A participação na Expofeira permite à Fundação consolidar seus projetos e ampliar sua atuação, abrangendo não apenas projetos em Manaus e no estado do Amazonas, mas em toda a região Norte. Assim, reforçamos nosso compromisso com a sustentabilidade, a tecnologia e a inovação”, disse o especialista em projetos da Fundação, Denis Carvalho.
O projeto tem ainda a campanha educativa com foco no ODS 9 (indústria, inovação e infraestrutura), em que reforça que o “agronegócio pode caminhar lado a lado com tecnologia, inovação e preservação cultural.”
Serviço
Evento: Expofeira na Rede – promoção: Fundação Rede Amazônica
Data: 4 a 8 de novembro de 2025
Onde: Parque de exposição Dandãezinho, localizado no Monte Cristo, na BR-174 zona Rural de Boa Vista
Quanto: Gratuito
Especialista em projetos da Fundação, Denis Carvalho
Caíque Rodrigues/g1 RR
Segundo dia da Expoferr movimenta público com atrações e negócios em Roraima
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