Economia

Solidariedade ou direito individual? Vilarejo espanhol enfrenta crise após ganhar maior prêmio de loteria do país

Em todos os natais, a Espanha realiza o “El Gordo”, um dos maiores sorteios de loteria do mundo, que distribui um total de 2 bilhões de euros, o equivalente a cerca de 22 vezes a Mega Sena da Virada. Milhares de pessoas no país fazem a sua fezinha e costumam comprar bilhetes para participar desse […]

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Economia

Isiah Whitlock Jr., ator de ‘The wire’, morre aos 71 anos


Isiah Whitlock Jr. morre aos 71 anos
Getty Images
O ator Isiah Whitlock Jr., conhecido pelo papel do senador Clay Davis na série “The wire”, morreu nesta terça-feira (30), em Nova York, aos 71 anos. A causa da morte não foi divulgada.
A informação foi confirmada por seu empresário, Brian Liebman, em uma rede social. “É com tremenda tristeza que compartilho o falecimento do meu querido amigo e cliente Isiah Whitlock Jr. Se você o conhecia, você o amava. Um ator brilhante e uma pessoa ainda melhor”, escreveu.
Nascido em Indiana, Whitlock teve uma carreira sólida como ator coadjuvante, fazendo grande sucesso no seriado “The wire” como Clay Davis. Foi na série que ele ganhou popularidade com o bordão “sheeeeeeit”, que se tornou viral.
Isiah Whitlock Jr. em cena de ‘The wire’
Reprodução
Ele também foi um grande colaborador do diretor Spike Lee, trabalhando em filmes como “Infiltrado na klan”, “Destacamento Blood”, “A última noite” e “Elas me odeiam, mas me querem”. A expressão que trouxe fama para o ator começou a ser usada neste filme e, por conta do sucesso da frase, os roteiristas de “The wire” começaram a usá-la na série.
Segundo a revista “Variety”, Whitlock disse que a popularidade da frase era tanta que ele chegava a ser parado na rua várias vezes ao dia por fãs pedindo para ele repetir o bordão. Ele chegou a brincar com a própria fama no filme “Um negócio nada seguro”, onde interpretou um fã obcecado pela série.
Whitlock também participou do filme “Os bons companheiros”, de Martin Scorsese, e de duas temporadas da série “Veep” como George Maddox, secretário de Defesa dos EUA.
Cena de ‘Um negócio nada seguro’, com Isiah Whitlock Jr.
Divulgação/Fox Searchlight
Economia

Polêmica do Papoco: Prefeitura deve informar em até cinco dias novo local para moradores


Comunidade Papoco, às margens do Rio Acre, em Rio Branco
Reprodução/Rede Amazônica Acre
A Prefeitura de Rio Branco tem cinco dias para confirmar o endereço para onde pretende levar os moradores de áreas de risco do bairro Dom Giocondo, conhecido também como Papoco, segundo ofício encaminhado pela Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, do Ministério Público (MP-AC), nesta terça-feira (30).
O documento também cobra resposta da prefeitura a uma recomendação emitida ainda em outubro, e que alerta para que não sejam feitas remoções forçadas, sem consulta às comunidades e que todo o processo siga a legislação. À Rede Amazônica, a assessoria de comunicação da prefeitura afirmou apenas que a gestão irá responder aos questionamentos.
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Debate sobre remoção de famílias de área de risco chega à Câmara de Rio Branco
Inicialmente, o município informou que o local escolhido foi o bairro Rosa Linda, no Segundo Distrito.
Segundo o promotor Thalles Ferreira, que assina o documento, a prefeitura ainda não informou se irá acatar ou não o que foi recomendado. Ferreira também pede que a prefeitura informe se foi movida alguma ação judicial para a retirada forçada de moradores do local e plano detalhado de ações.
“Por fim, requisito, o plano de remoção elaborado pela municipalidade. Registro que não se trata do plano que consta o nome e número de famílias, mas o planejamento operacional e o serviços socioassistenciais previstos, tanto em momento que precede a remoção, quanto em momento posterior”, acrescentou.
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A discussão sobre a retirada das famílias do Papoco iniciou em junho deste ano, quando o MP-AC instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar e apurar as políticas sociais públicas desenvolvidas no Papouco.
Em outubro, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos de Rio Branco afirmou que uma operação deve retirar as famílias do local em até 90 dias. Segundo o secretário João Marcos Luz, a equipe técnica também identificou casos de exploração infantil e tráfico de drogas no local.
Plano de retirada
Na época, a pasta apresentou um levantamento que identificou cerca de 70 barracos abrigando aproximadamente 160 pessoas em condições precárias, às margens do Rio Acre. O estudo apontou que 95% dos moradores manifestou interesse em deixar o local, enquanto uma pequena parcela resistia à mudança.
Contudo, o presidente da associação de moradores do bairro, Wellington Pereira, afirmou que a comunidade foi surpreendida pela transferência anunciada pela prefeitura e que vai permanecer no local.
“Fomos pegos de surpresa pelo secretário João Marcos Luz, sendo que a nossa comunidade quer dignidade. Estamos no centro da cidade, dá para ir até a pé. Quem não tem transporte, como vai viver no Rosa Linda? Não queremos sair ”, relatou.
Discussão
Em novembro deste ano, durante audiência pública na Câmara de Vereadores, a prefeitura apresentou ao MP-AC um relatório que justifica a transferência das famílias, sob a alegação de que a comunidade está em área de risco de deslizamento de terra. Moradores acompanharam a sessão e reforçaram a posição contrária à saída.
Já o secretário João Marcos Luz afirmou que 95% das famílias do bairro são favoráveis à mudança.
“A Rua Piauí não vai ser mexida, ali não está em desbarrancamento. As pessoas que foram ouvidas no nosso relatório estão em outra área. Queremos conversar com essas pessoas que não vão ser atendidas”, disse.
Ele reforçou ainda que parte das famílias será incluída em programas habitacionais e de aluguel social, e que o plano também deve contemplar pessoas em situação de rua.
“Muita gente vai ser beneficiada, inclusive a população em situação de rua. Hoje temos 12 pessoas em situação de rua que moram no bairro e a nossa equipe técnica afirma que elas têm autonomia para receber uma casa”, afirmou.
Moradores do Papoco participaram de audiência pública na Câmara de Vereadores de Rio Branco
Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores de Rio Branco
Impasse
Apesar da justificativa técnica da prefeitura, parte dos moradores afirma que foi induzida a assinar documentos sem saber que se tratavam de autorizações para remoção. Eles alegam que acreditavam se tratar de um recadastramento para acesso a benefícios sociais.
“Veio a equipe da Sasdh fazer um recadastramento e, como é a Secretaria dos Direitos Humanos, na cabeça da população, são benefícios que vão chegar para a comunidade. Então, todo mundo fez o recadastramento e fomos pegos de surpresa com a fala do secretário nas redes sociais sobre a remoção”, contou Eduardo Freitas, morador há 40 anos no local.
Outros residentes afirmam que a saída do Papoco significaria perder o acesso fácil a trabalho, transporte e escolas.
Enquanto o impasse segue, o Ministério Público reafirma que qualquer remoção deve ocorrer com comunicação prévia, participação das famílias e garantia de condições dignas no novo local.
VÍDEO: g1
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Estupro, tortura e invasão: homem é preso suspeito de tentar matar a ex após não aceitar fim da relação em MT


Homem é preso suspeito de tentar matar a ex após não aceitar fim da relação em MT
Um homem, de 29 anos, foi preso nesta terça-feira (30) suspeito de tentar matar a ex-companheira em Jangada, a 82 km de Cuiabá. Ele ainda teria invadido a casa dela, cometido estupro e a feito refém após não aceitar o fim do relacionamento, segundo a polícia.
O suspeito tentou fugir para Cuiabá, quando foi localizado pelos policiais (assista acima). A prisão contou com a equipe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) e da Polícia Civil.
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O crime teve início na noite de sábado (27), quando o suspeito invadiu a residência da vítima e a torturou por horas, em razão de não aceitar o fim do relacionamento, segundo a polícia.
O suspeito agrediu a ex com socos e chutes, além de tentar matá-la com uma faca.
Além das agressões físicas, o suspeito ainda a estuprou, sem qualquer consentimento. Em um momento em que o suspeito estava distraído, a vítima conseguiu pedir ajuda aos parentes, que foram até residência.
Ao perceber a presença dos familiares no local, o suspeito novamente passou a ameaçar a vítima e a fez refém, colocando a faca na sua barriga.
A vítima conseguiu convencer o ex-companheiro a deixá-la sair. Assim, ele também fugiu do local.
Mesmo depois disso, ele voltou a ir atrás da ex-companheira. Segundo a polícia, esse comportamento dele demonstrou que ele não havia se arrependido dos crimes e que continuaria a persegui-la.
O suspeito foi conduzido para a unidade da Core em Cuiabá após ser ouvido na delegacia de Rosário Oeste. Ele deve responder por crimes de estupro e tentativa de homicídio.
🚨Como pedir ajuda?
Interface do aplicativo ‘SOS Mulher MT’
Reprodução
O aplicativo ‘SOS Mulher MT’ é uma das alternativas criadas para ajudar vítimas de violência doméstica em Mato Grosso. O aplicativo conta com um botão do pânico, por meio dele a vítima pode fazer um pedido de socorro quando o agressor descumprir a medida protetiva.
O Botão do Pânico virtual está disponível, por enquanto, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis.
Nos outros municípios do estado, a plataforma pode ser acessada para as outras funções, como direcionamento à medida protetiva online, telefones de emergência, endereços das Delegacias da Mulher, Plantão 24h, denúncias sobre violência doméstica e também acesso à Delegacia Virtual para registro de ocorrências.
Homem é preso suspeito de tentar matar a ex após não aceitar fim da relação em MT
Reprodução
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CIA fez primeiro ataque terrestre dos EUA contra a Venezuela, diz imprensa americana


Primeiro ataque terrestre dos EUA contra Venezuela foi executado pela CIA, diz imprensa americana
A imprensa americana publicou nesta terça-feira (30) que o primeiro ataque terrestre dos Estados Unidos contra a Venezuela foi executado pela CIA.
A inteligência americana usou drones para destruir a instalação portuária. Supostamente, porque a gangue venezuelana Tren de Aragua armazenava drogas ali e carregava barcos para o tráfico. Foi o que relataram autoridades dos Estados Unidos à imprensa, sob anonimato. Segundo as autoridades americanas, o cais estava vazio. Ninguém morreu. Mas foi o primeiro ataque dentro da Venezuela. O governo em Caracas não se manifestou.
O presidente Donald Trump confirmou o ataque na segunda-feira (29) para jornalistas; não apresentou imagem ou evidência do bombardeio. Mais tarde, as Forças Armadas anunciaram um novo ataque, esse contra mais um barco considerado suspeito. O vídeo tem pouca visibilidade. Mostra um risco escuro, seguido de duas grandes explosões e um incêndio.
Este foi o 30º ataque contra embarcações próximas à Venezuela. Duas pessoas morreram. Segundo o Pentágono, desde setembro, o total de mortos nesses ataques chegou a 107. A Casa Branca alega que os barcos destruídos estavam levando drogas para o território americano. Os Estados Unidos já enviaram mais de 15 mil soldados e navios de guerra para o mar do Caribe.
CIA fez primeiro ataque terrestre dos EUA contra a Venezuela, diz imprensa americana
Jornal Nacional/ Reprodução
Em dezembro, o presidente Donald Trump anunciou um bloqueio a todos os navios transportando petróleo venezuelano sob sanção. O objetivo é estrangular o mercado paralelo, principalmente entre a Venezuela e países como Irã e China, e enfraquecer o ditador Nicolás Maduro. O que forçou a Marinha venezuelana a escoltar petroleiros que saem dos seus portos. Mesmo assim, as exportações caíram pela metade na comparação com o mês anterior, segundo um balanço da agência de notícias Reuters.
Nesta terça-feira (30), em uma nova frente de pressão, o governo americano impôs sanções contra uma companhia venezuelana e o presidente dela – a empresa Aeronáutica Nacional, acusada de ter comprado drones militares de fabricação iraniana.
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