Economia

VÍDEO mostra acidente que matou mãe e deixou filho ferido em rodovia em Indaiatuba


VÍDEO mostra acidente que matou mãe e deixou filho ferido em rodovia em Indaiatuba
Imagens obtidas pela EPTV, emissora afiliada da Rede Globo, mostram o momento em que um carro colide com uma motocicleta na qual estavam uma mulher, que morreu, e um jovem, que teve de ser levado a um hospital em estrado grave, na noite deste sábado (25), na Rodovia Santos Dumont (SP-075), em Indaiatuba (SP).
A mulher foi identificada como sendo Gilmara Matos do Carmo, de 54 anos, enquanto o jovem é Gabriel Carmo de Oliveira, de 24 anos. Segundo informações da Polícia Militar Rodoviária (PMR), as vítimas eram mãe e filho.
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O acidente ocorreu no km 58 da rodovia, sentido Salto (SP). Por meio de imagens de câmeras de segurança, é possível ver que acontece a batida e a moto é arrastada no asfalto, produzindo faíscas. Um carro em alta velocidade segue na pista e as vítimas aparecem caídas.
Vários veículos passam pelo local e atropelam as vítimas. Em outro vídeo, o carro que colidiu contra a moto está estacionado no acostamento — veja vídeo acima.
O que aconteceu
Vítimas caíram de motocicleta após colisão
Câmera de segurança
De acordo com a PMR, em nota, o motorista de um carro Hyundai Creta bateu na traseira da motocicleta em que estavam mãe e filho. As vítimas caíram do veículo.
Na sequência, “outro veículo não identificado atropelou” as vítimas já caídas ao solo. O motorista não parou para prestar socorro.
Inicialmente, a PMR, por meio da Artesp, havia informado que um caminhão atropelou as vítimas. No entanto, após questionamento da EPTV, emissora afiliada da Rede Globo, a própria PMR pediu para esta informação ser desconsiderada e ressaltou a nota enviada à imprensa.
De acordo com o delegado Leandro Moulin, da Polícia Civil, a participação de um caminhão é tratada como hipótese e será investigada.
O óbito da mulher foi constatado no local do acidente. O jovem foi socorrido em estado grave e encaminhado para o Hospital Haoc de Indaiatuba.
O caso foi registrado como homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo.
Não há informação sobre quem dirigia a motocicleta. O motorista do carro que bateu na traseira da moto estava com a Carteira de Habilitação (CNH) vencida. Ele foi ouvido pela polícia e liberado.
Mãe morre e filho é socorrido em estado grave após caírem de moto e serem atropelados por caminhão em rodovia de Indaiatuba
Paulo Bernardino/Reprodução EPTV
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Economia

Como era local de jantar de Trump que acabou em ataque a tiros


Veja como era o local do evento de Trump que teve ataque a tiros
O evento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que reunia jornalistas e acabou após um ataque a tiros foi realizado no hotel Washington Hilton, na capital Washington D.C.. Jornalistas da TV Globo estavam presentes no local e detalharam como era a estrutura do salão em que foi realizado o jantar.
O evento acontecia em um salão localizado dois andares abaixo da entrada principal do hotel. Só nesse percurso intermediário os convidados passavam pelo raio-x de segurança.
Foi justamente nesse andar que o atirador acabou preso, perto da escada que dava acesso à porta central do salão.
Trump sentou-se no palco, ao lado da presidente da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, Weijia Jiang. Também estavam no evento o vice-presidente JD Vance, a porta-voz da Casa Branca Karoline Leavitt e outros integrantes do governo.
Já a equipe da TV Globo estava sentada perto da porta, mais distante do palco.
Como era salão em que jantar de Trump era realizado
Reprodução/TV Globo
Falhas na segurança
Líderes mundiais condenam ataque a tiros em jantar com Trump nos EUA
Segundo a repórter Raquel Krähenbühl, ão havia nenhum tipo de revista ou barreira de segurança nas entradas do hotel onde acontecia o jantar. Os convidados também não precisavam apresentar documento de identidade para entrar no evento.
Bastava portar o convite físico. No papel, a orientação era direta: “Por favor, apresente este ingresso para entrar na recepção e no salão de festas”.
O atentado
A repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo, viveu de dentro do salão os momentos de pânico durante um jantar com o presidente Donald Trump em Washington, D.C.. Em reportagem do Fantástico, ela contou como convidados se esconderam sob as mesas e viram agentes armados invadirem o local após disparos do lado de fora.
Realizado desde 1921, o evento reúne jornalistas, autoridades e integrantes do governo em uma celebração da liberdade de imprensa e de expressão. Naquela noite, cerca de 2.500 pessoas ocupavam o salão de festas do hotel quando Trump e a primeira-dama foram apresentados.
Por volta das 20h30, o som de disparos interrompeu a cerimônia.
“No momento, achei que tivesse sido mesa derrubando. De repente começou todo mundo a entrar debaixo da mesa, porque disseram que tinha sido tiros disparados lá fora”, relatou Raquel.
A transmissão ao vivo registrou o instante de confusão. No palco, participantes olhavam em volta tentando entender o que acontecia. A primeira-dama parecia questionar o que se passava. Em segundos, agentes do Serviço Secreto armados entraram no salão e correram em direção às autoridades.
“Imediatamente todos os agentes do serviço secreto ficaram em cima dos integrantes do gabinete para protegê-los”, contou Raquel.
O diretor do FBI, Kash Patel, que estava atrás da equipe da TV Globo, se agachou enquanto um agente permaneceu ao lado dele com a arma em punho.
Um a um, integrantes do governo foram escoltados para fora. O primeiro a sair foi JD Vance. Em seguida, agentes com armas mais pesadas subiram ao palco para retirar Trump
Segundo a reportagem, o presidente chegou a tropeçar, mas foi reerguido e deixou o salão. Organizadores e convidados também saíram agachados.
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‘Achei que ia morrer’: adolescente baleada e refém relatam ataque em pirâmides do México


Fantástico entrevista duas famílias que sobreviveram ao atentado no México
“Eu achei que ia morrer naquele momento”.
A frase de Marina resume o terror vivido por turistas brasileiros durante um ataque armado nas Pirâmides de Teotihuacán, um dos principais cartões-postais do México. O caso foi mostrado em reportagem do Fantástico.
Na segunda-feira passada, o sítio arqueológico estava lotado quando tiros interromperam o passeio. Um homem armado fez dezenas de turistas reféns no alto da Pirâmide da Lua, disparou várias vezes e ameaçou quem tentava fugir.
“Se vocês se mexerem, eu os sacrifico”, gritava.
Entre os visitantes estavam Marina e Henrique, que encerravam uma viagem de 18 dias pela América Central e Caribe. O casal escolheu Teotihuacán para o último passeio da viagem. Em segundos, a comemoração virou pânico.
“A gente estava super feliz”, contou Marina. “É um passeio que a gente também adora fazer juntos”.
Com os tiros, parte dos turistas correu pelas escadarias. Outros se jogaram em níveis mais baixos da pirâmide. Quem não conseguiu escapar se deitou no chão.
Henrique explicou: “não tinha como alcançar de onde a gente estava a ponta do platô para descer para o próximo. Então, a gente tinha que se jogar”.
Segundo os relatos, o atirador disparava na direção dos reféns e também para a área abaixo da pirâmide. “Ele atirava tanto nessa nossa direção como também dava tiros para baixo para a cidade arqueológica”, disse Henrique.
Marina contou que o homem também carregava uma faca e repetia ameaças: “Que aquilo era a morte. Que a gente ia morrer”.
Em meio ao ataque, Marina foi obrigada, sob mira da arma, a cortar uma cerca plástica de isolamento no topo da estrutura. “Eu vou, corto muito rápido”, lembrou. E ele falando que vai me matar, falando que eu tenho um minuto para fazer aquilo”.
Depois, o atirador mandou que ela fosse embora. Henrique permaneceu como refém por mais alguns minutos, até receber ordem para descer e avisar à polícia que havia pessoas presas no alto da pirâmide.
Marina esperou escondida na parte de baixo até reencontrar o namorado.
“Foi horrível isso. Foi a pior sensação”, desabafou sobre a separação. Quando Henrique conseguiu escapar, os dois se abraçaram. “Quando a gente se encontra, é muito bom”.
Outra família brasileira também estava no local: Kenia, Maurício e os filhos Letícia e Henrique.
Letícia, de 13 anos, foi baleada na perna, mas permaneceu imóvel para não chamar a atenção do criminoso. “Eu sabia que tinha me acertado. Porque foi uma dor, né?”, relatou. O ferimento atravessou a perna, mas não atingiu ossos nem artérias.
Adolescente brasileira foi baleada em ataque em pirâmide do México.
Reprodução/TV Globo
O pai só percebeu o ferimento quando conseguiu descer. “Vi que o tênis dela estava sujo de vermelho”, disse o irmão.
Com a chegada dos policiais, o atirador subiu para a parte mais alta da pirâmide. Os reféns então aproveitaram para fugir. Segundo a versão oficial, ele tirou a própria vida antes de ser atingido. O homem foi identificado como Julio César Jasso Ramírez, de 27 anos.
O ataque matou uma turista canadense e deixou 13 feridos, sete deles baleados. Segundo a versão oficial, o atirador tirou a própria vida antes de ser atingido pela polícia.
Depois do trauma, Marina e Henrique dizem que decidiram acelerar planos antigos. Entre eles, está o casamento.
“Para não deixar mais para depois, sabe? Viver tudo que a gente pode viver.”
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Tiros em jantar com Trump: repórter da Globo relata evacuação, esquema de segurança e bastidores


Veja como era o local do evento de Trump que teve ataque a tiros
A repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo, viveu de dentro do salão os momentos de pânico durante um jantar com o presidente Donald Trump em Washington, D.C.. Em reportagem do Fantástico, ela contou como convidados se esconderam sob as mesas e viram agentes armados invadirem o local após disparos do lado de fora.
Realizado desde 1921, o evento reúne jornalistas, autoridades e integrantes do governo em uma celebração da liberdade de imprensa e de expressão. Naquela noite, cerca de 2.500 pessoas ocupavam o salão de festas do hotel quando Trump e a primeira-dama foram apresentados.
Trump sentou-se ao lado da presidente da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, Weijia Jiang. Também estavam no evento o vice-presidente JD Vance, a porta-voz da Casa Branca Karoline Leavitt e outros integrantes do governo. A salada acabava de ser servida quando tudo mudou.
Por volta das 20h30, o som de disparos interrompeu a cerimônia.
“No momento, achei que tivesse sido mesa derrubando. De repente começou todo mundo a entrar debaixo da mesa, porque disseram que tinha sido tiros disparados lá fora”, relatou Raquel.
Raquel Krähenbühl, repórter da TV Globo, estava em jantar onde Trump sofreu ataque.
Reprodução/TV Globo
A transmissão ao vivo registrou o instante de confusão. No palco, participantes olhavam em volta tentando entender o que acontecia. A primeira-dama parecia questionar o que se passava. Em segundos, agentes do Serviço Secreto armados entraram no salão e correram em direção às autoridades.
“Imediatamente todos os agentes do serviço secreto ficaram em cima dos integrantes do gabinete para protegê-los”, contou Raquel.
O diretor do FBI, Kash Patel, que estava atrás da equipe da TV Globo, se agachou enquanto um agente permaneceu ao lado dele com a arma em punho.
Um a um, integrantes do governo foram escoltados para fora. O primeiro a sair foi JD Vance. Em seguida, agentes com armas mais pesadas subiram ao palco para retirar Trump.
Segundo a reportagem, o presidente chegou a tropeçar, mas foi reerguido e deixou o salão. Organizadores e convidados também saíram agachados.
O fotojornalista Andrew Harnik, que estava na mesma mesa do presidente, registrou tudo com o celular.
“Somos os olhos da imprensa, é nossa responsabilidade capturar o que acontece diante de nós no momento em que acontece”, afirmou. Ele disse ter visto uma “muralha” de agentes avançando em direção a Trump.
Andrew Harnik, fotojornalista.
Reprodução/TV Globo
“Não tive tempo de pegar minha câmera profissional, mas peguei o celular”, disse. “Acho que o mais difícil foi que a minha esposa estava ali também. Eu já fiz coberturas difíceis com algum nível de perigo, mas a minha família nunca vai comigo”.
Às 21h, a presidente da associação informou que o jantar seria retomado. Pouco depois, ainda dentro do hotel, Trump escreveu nas redes sociais que o atirador havia sido preso.
Segundo Raquel, mesmo assim, havia informações desencontradas: alguns falavam em discurso do presidente, outros em evacuação total. O sinal de telefone também falhava, dificultando o trabalho dos jornalistas.
Às 21h40, pouco mais de uma hora após os tiros, o evento foi cancelado definitivamente. Todos deixaram o hotel. A reportagem mostrou ainda falhas na segurança: não havia revista nem barreiras na entrada principal, e bastava apresentar um convite físico para entrar. O suspeito, Cole Tomas Allen Torrance, de 31 anos, foi preso armado com facas, uma espingarda e uma pistola. Trump chamou o homem de “lobo solitário”. Este foi o terceiro atentado ou tentativa de assassinato contra o presidente em menos de dois anos.
Falhas na segurança
Segundo Raquel, não havia nenhum tipo de revista ou barreira de segurança nas entradas do hotel onde acontecia o jantar. Os convidados também não precisavam apresentar documento de identidade para entrar no evento.
Bastava portar o convite físico. No papel, a orientação era direta: “Por favor, apresente este ingresso para entrar na recepção e no salão de festas”.
O evento acontecia em um salão localizado dois andares abaixo da entrada principal do hotel. Só nesse percurso intermediário os convidados passavam pelo raio-x de segurança.
Foi justamente nesse andar que o atirador acabou preso, perto da escada que dava acesso à porta central do salão.
O atirador
O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos. Segundo a investigação, ele viajou de trem de Los Angeles para Washington, passando por Chicago, e enviou um manifesto à família pouco antes do ataque. No texto, dizia que tinha integrantes do governo como alvo. O irmão chegou a avisar a polícia.
Trump afirmou depois que o documento continha “visões anticristãs”.
Torrance estava hospedado no mesmo hotel do jantar, local onde Ronald Reagan sofreu uma tentativa de assassinato em 1981. Ele responderá por ataque contra agente federal e uso de arma de fogo em crime violento. Este foi o terceiro atentado ou tentativa contra Trump em menos de dois anos.
Reação internacional ao ataque
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou solidariedade a Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e aos presentes no jantar em Washington. Lula afirmou que o Brasil repudia veementemente o ataque e declarou que a violência política é uma afronta aos valores democráticos que devem ser protegidos.
Líderes de diferentes partes do mundo também condenaram o episódio e destacaram alívio pelo fato de os participantes terem saído em segurança.
Na Europa, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer falou por telefone com Trump, condenou o atentado e desejou rápida recuperação ao agente ferido. O rei Charles III, que tem viagem marcada aos Estados Unidos, também foi informado e decidiu manter o encontro oficial.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a violência política não tem lugar nas democracias. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, e o chanceler alemão Friedrich Merz adotaram o mesmo tom.
O presidente francês Emmanuel Macron classificou o episódio como inaceitável. A premiê italiana Giorgia Meloni declarou total solidariedade a Trump e disse que o fanatismo não pode contaminar os espaços de debate e informação. Já o premiê espanhol Pedro Sánchez afirmou que a violência nunca é o caminho.
Em Portugal, o primeiro-ministro Luís Montenegro e o presidente António José Seguro também condenaram o ataque e prestaram solidariedade aos presentes no evento.
No Oriente Médio, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse estar chocado com a tentativa de assassinato. Na Turquia, Recep Tayyip Erdoğan repudiou a ação armada.
Na Ásia e Oceania, manifestações semelhantes vieram do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, de lideranças japonesas e do premiê australiano Anthony Albanese. Na América Latina, a presidente do México Claudia Sheinbaum afirmou que a violência nunca deve ser o caminho, enquanto o governo argentino de Javier Milei repudiou o episódio.
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