Economia

Guilherme Arantes recebe homenagem de coral universitário em visita a João Pessoa: ‘Afetivo e inesperado’; VÍDEO


Guilherme Arantes recebe homenagem de coral universitário em visita a João Pessoa
O cantor e compositor Guilherme Arantes foi homenageado por um coral universitário neste sábado (11) enquanto visitava João Pessoa. A ação foi organizada por um coral universitário de uma instituição de ensino superior privada da capital paraibana, que recebeu o artista na recepção do hotel em que ele está hospedado.
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O grupo musical interpretou algumas músicas simbólicas de Arantes, como “Cheia de Charme” e “Lindo Balão Azul” em arranjos especiais feitos pelo maestro do coral, João Alberto Gurgel. Guilherme Arantes cantou junto do coral, participando do momento que celebrou a memória afetiva das músicas do artista.
Em entrevista ao g1, João Alberto Gurgel explicou o que motivou a homenagem.
“Essa homenagem nasceu de uma combinação de admiração artística com oportunidade prática próprio de fã. Quando soube que o Guilherme Arantes viria a João Pessoa, me veio a vontade de prestar uma homenagem .Fui pensando em vários formatos até que surgiu a ideia de fazer uma surpresa na chegada ao hotel: algo simples, afetivo e inesperado, que fugisse do protocolo de palco”, explicou.
João Gurgel com Guilherme Arantes em homenagem
Foto: Arquivo pessoal.
O maestro conta que a ação também tinha o objetivo didático, já que a maioria dos membros do coral são de gerações mais novas.
“Do ponto de vista musical e didático, também era uma chance valiosa para os nossos coristas conhecerem mais de perto o trabalho de um artista da dimensão do Guilherme Arantes — alguém que faz parte da história da música brasileira e que representa um padrão de qualidade que eu considero importante para a formação deles”, detalhou.
Coral da Unipê em homenagem a Guilherme Arantes
Foto: Arquivo pessoal.
O resultado da ação foi emocionante. Além de Guilherme ter participado do momento junto aos coristas, os músicos de sua banda e os hóspedes do hotel também admiraram a homenagem.
“Mais tarde, depois do show, nos reencontramos, ele me deu um abraço muito caloroso, agradeceu pela iniciativa e ainda compartilhou os vídeos em suas redes sociais”, concluiu João.
Visita a João Pessoa
Guilherme Arantes traz turnê de 50 anos a João Pessoa
Na última sexta-feira (10), Guilherme Arantes completou 50 anos de carreira. Em comemoração ao marco, o artista fez um show especial em João Pessoa.
Em entrevista à TV Cabo Branco, Guilherme se mostrou animado com o espetáculo na capital paraibana.
“É um privilégio para a gente vir festejar nesse teatro maravilhoso Pedra do Reino, aqui em João Pessoa, a gente poder trazer um espetáculo muito cheio, assim, de canções, de lágrimas e de emoções, de músicas que marcaram várias gerações. Eu adoro estar aqui na Paraíba, especialmente em João Pessoa, que é uma das cidades mais acolhedoras do Brasil, mais linda”, contou.
*Sob supervisão de Erickson Nogueira
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Economia

‘A Terra é um bote salva-vidas’, afirma astronauta da Artemis II em primeira declaração após pouso

Astronautas da Artemis II falam após retorno à Terra
Os astronautas da missão Artemis II deram neste sábado (11) as primeiras declarações depois de retornarem da viagem histórica ao redor da Lua. Com o pouso considerado perfeito da nave Orion no Oceano Pacífico, a agência espacial americana agora já pensa nas missões futuras.
Foi com um auditório inteiro aplaudindo em pé que os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christine Koch e Jeremy Hansen foram recebidos na sede da Nasa, em Houston. Foi a primeira aparição deles desde a volta da missão Artemis II, nesta sexta (10).
O diretor da Nasa lembrou que eles quebraram o recorde de seres humanos que foram até o ponto mais distante da Terra na história. E missões como essa vêm com risco, que os astronautas aceitaram em nome do coletivo.
Depois, o comandante da missão, Reid Wiseman, riu: “Eu não tenho ideia do que dizer. 24 horas atrás, a Terra estava desse tamanhinho na janela, e agora estamos de volta à nossa casa.”
Para os companheiros, disse: “Estamos ligados para sempre. Ninguém aqui embaixo vai saber o que passamos. Foi a coisa mais especial da minha vida.”
O piloto Victor Glover agradeceu às famílias e disse que a gratidão pelo que passou é grande demais para um corpo só.
Christine Koch, astronauta na missão, contou que ela só sentiu o fim da missão quando passou pelo exame médico da volta, depois do pouso, e a enfermeira perguntou: “Posso te dar um abraço?”.
Christine disse que aprendeu lá em cima o significado de tripulação: é um grupo que está disposto a se sacrificar uns pelos outros, que demonstra benevolência e que exige responsabilidade mútua. Uma tripulação compartilha as mesmas preocupações e as mesmas necessidades. Se mantém de modo bonito e inabalável unida pelo senso de dever.
Pensou nisso quando viu a Terra cercada por toda a escuridão do espaço. “A Terra é um bote salva-vidas pairando no universo.” E concluiu: “Foi isso que aprendi: Terra, nós somos uma tripulação.”
Por último, Jeremy Hansen, astronauta canadense, abriu com uma piada: “Esse é o mais longe que eu estive do Reid em um bom tempo”. Não seja por isso. O capitão então se aproximou dele, provocando risadas.
Ele falou sobre a importância de a Nasa, a Agência Espacial Canadense e tantos departamentos se juntarem para tornar essa missão real. E disse que aprendeu sobre amor. “O que vocês viram foi um grupo de pessoas que amam contribuir e tiram alegria disso. Eu sugiro que, quando olharem para cima, vocês não vejam só nós, mas um espelho refletindo vocês.”
Foi a celebração de uma missão que entra para os livros de História e que teve o último capítulo na noite de sexta.
Pouco antes das 21h, pelo horário de Brasília, a nave Orion se separou do módulo de serviço. Era hora de voltar à Terra, que ficava cada vez maior e mais nítida na janela. No contato com a atmosfera, a Orion virou uma bola de fogo, chegando a quase 3.000°C e a uma velocidade de 40.000 km/h.
A comunicação foi perdida com o centro da Nasa na Terra. Foram seis minutos de tensão, até que as equipes de resgate na costa de San Diego enxergaram o pontinho cruzando o céu. A nave estava inteira, no caminho planejado para o Oceano Pacífico, na costa da Califórnia. Onze paraquedas abriram em sequência e amorteceram o pouso.
Um desfecho que a Nasa resumiu em uma palavra: perfeito. As equipes de resgate se aproximaram com botes e helicópteros. E quando a porta enfim se abriu, a transmissão da Nasa se encheu de aplausos. Os astronautas foram içados por um helicóptero e levados a um porta-aviões, onde passaram por exames. Nas fotos, eles eram só sorrisos.
Mais tarde, o diretor de voo da Artemis disse que a equipe estava saudável e que tudo deu cirurgicamente certo. O pouso foi a cerca de um quilômetro do alvo inicial. O gerente do programa Orion afirmou que a missão é histórica pelo que representa para o futuro das missões e completou: “Temos muito mais a fazer”.
Já em 2027 tem Artemis III. A missão vai ficar na órbita da Terra e vai testar outros módulos de pouso — que depois serão usados também na Lua. A Artemis IV vem com grande expectativa. Prevista para o início de 2028, é a missão em que se espera mandar astronautas de volta à Lua, com o primeiro pouso na superfície desde 1972.
E ainda tem a Artemis V, no fim de 2028. Os astronautas vão voltar à Lua para missões mais complexas, como construir uma base lunar. A ideia é que os astronautas possam viver e trabalhar lá e, assim, explorar ainda mais a Lua e também o espaço mais profundo. O plano da Nasa é que, na próxima década, consiga enviar astronautas para Marte.
Além dos avanços para a exploração espacial, a Artemis II também deixa um legado de novas tecnologias que nós devemos usar no dia a dia. Uma dessas tecnologias é a que permitiu mostrar fotos e vídeos da nave em alta qualidade e em tempo real.
Tudo isso graças ao sistema de comunicação ótico, que a Nasa desenvolve há mais de duas décadas. Com ele, os dados foram enviados à sede da Nasa em Houston em uma velocidade muito mais rápida do que as ondas de rádio usadas até agora. O novo sistema vai permitir uma troca de dados cada vez mais eficiente entre as equipes na Terra e no espaço, e pode revolucionar a infraestrutura da internet no planeta Terra.
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Economia

Mega-Sena sorteia quase R$ 40 milhões neste sábado


Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.995 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 39,2 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorreu às 21h deste sábado (11), em São Paulo.
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Os números sorteados foram 08 – 29 – 42 – 49 – 50 – 58.
A Caixa ainda não informou se houve apostas vencedoras.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.