Economia

Trump dá ultimato de 48 horas para reabertura de Ormuz, e Irã denúncia genocídio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a dar prazo para que o Irã normalize o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. Ele afirmou que “o tempo está se esgotando” e disse que restam 48 horas dos dez dias que havia estabelecido para ampliar os ataques, caso o local continue fechado para a passagem […]

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Economia

Sobrinha de Qassem Soleimani é detida nos EUA após revogação de green card por Marco Rubio

A sobrinha do ex-comandante militar iraniano Qassem Soleimani foi detida por agentes federais dos Estados Unidos após a revogação de seu status de residente permanente legal, em decisão anunciada pelo Secretário de Estado Marco Rubio. A medida também atingiu a filha da mulher, ambas agora sob custódia das autoridades migratórias estadunidenses. De acordo com o […]

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Economia

Peru tem 35 candidatos a presidente e bate recorde de inscritos

Em duas semanas, os peruanos irão às urnas para eleger seu próximo presidente e membros do Congresso. Um total de 35 candidatos disputam a presidência, embora poucos estejam com mais de 5% nas pesquisas. É difícil prever o que acontecerá, especialmente porque o sentimento de desilusão e apatia da população sempre pode impulsionar os votos […]

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Economia

Teerã é logo ali

Acordo com a notícia de que meninas foram mortas numa escola iraniana. O resto do dia passa a girar em torno disso. A notícia fica. Fica com as imagens, com os comentários, com as versões interessadas, com a sensação de que o crime já entrou no mundo cercado de álibis e de que, no fim, […]

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Economia

Ataque perto de usina nuclear no Irã amplia temor de desastre em meio à escalada da guerra


Usina nuclear iraniana
reprodução/TV Globo
O regime do Irã atacou, neste sábado (4), áreas residenciais de países do Oriente Médio. E acusou Israel e Estados Unidos de bombardearem áreas próximas à uma usina nuclear.
A usina nuclear de Bushehr fica no sul do território iraniano e opera com tecnologia russa. O Irã afirma que essa é a quarta vez, desde o começo da guerra, que a área em volta da usina é atingida por explosivos.
Um funcionário morreu e a Rússia, que dá apoio operacional ao complexo, determinou a retirada de quase 200 trabalhadores.
O governo iraniano acusa os Estados Unidos e Israel de estarem por trás do ataque. Mas os dois países, até o momento, não se manifestaram.
A Agência Internacional de Energia Atômica informou que foi notificada e que não houve aumento nos níveis de radiação.
Rafael Grossi, diretor da agência, expressou profunda preocupação com o incidente. Disse que instalações nucleares não podem nunca ser atacadas e cobrou que, no local, as atividades militares sejam restritas.
Israel e Estados Unidos hoje mantiveram a ofensiva contra alvos no Irã. Um ataque no norte da capital, Teerã, atingiu uma universidade.
O ministro da Ciência do país visitou os escombros e disse que os inimigos vivem na Idade das Pedras, por atacarem instituições de ensino.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que os bombardeios deste sábado se concentraram na indústria petroquímica do Irã. Segundo os militares israelenses, os alvos eram instalações que fabricavam materiais para explosivos.
De acordo com a imprensa estatal do Irã, pelo menos cinco pessoas morreram e 170 ficaram feridas no complexo petroquímico atingido.
Israel também atacou o Líbano, que abriga bases do grupo extremista Hezbollah, financiado pelo regime iraniano. Escombros são na cidade de Tiro — no sul do país.
Na capital, as explosões destruíram um posto de gasolina, que fica no subúrbio de Beirute. O conflito já forçou o deslocamento de um quinto da população libanesa. Mais de 1300 pessoas foram mortas.
O Ibrahim é tio de uma das vítimas. Contou que a casa dele foi atingida. “Lá não tinha armas, nem foguetes. Éramos quatro famílias vivendo ali”, diz.
Na Europa, os governos continuam botando pressão por uma saída negociada. E por enquanto, descartam uma operação militar para reabrir o estreito de Ormuz. Cerca de 2 mil embarcações continuam paradas no Golfo Pérsico, sem conseguir atravessar.
O Irã tem liberado pouquíssimas embarcações. Desde o começo da guerra, foram cerca de 150. Esse número era o que costumava passar diariamente por ali antes do conflito.
E, mesmo para os navios autorizados, os militares iranianos têm exigido um desvio na rota comercial padrão, fazendo com que ela contorne a ilha de Larak e se aproxime do território do Irã. Isso permite que os militares tenham mais controle sobre a circulação no Estreito de Ormuz.
Neste sábado, a TV estatal do Irã noticiou um ataque a um cargueiro israelense na região. E as forças iranianas fizeram novas ofensivas contra vizinhos do Golfo.
No Iraque, destruição na cidade de Basra. Um complexo logístico é usado por empresas internacionais produtoras de petróleo.
Nos Emirados Árabes, o ministério da Defesa informou que só hoje abateu 23 mísseis balísticos e 56 drones do Irã. No Barein, a artilharia iraniana atingiu carros, casas, áreas civis.
Em Israel, também. A cerca de 130 km de Tel Aviv, na cidade de Ramat Gan, os destroços de um míssil iraniano caíram sobre uma escola. E destruíram uma casa, onde morava um senhor, que disse que escapou por um milagre.
Em Petah Tikva, mais prédios residenciais atingidos e a angústia causada pela guerra, que não dá sinal de um fim.
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Economia

EUA e Irã disputam resgate de piloto de caça abatido em área de fronteira


Buscas pelo caça americano derrubado pelo Irã
reprodução/TV Globo
O piloto americano do caça derrubado na última sexta-feira (3) no Irã, segue desaparecido. Moradores iranianos pegaram em armas para tentar achar e capturar o militar.
É uma corrida contra o relógio. Quem vai achar primeiro o piloto do caça derrubado pelo Irã? Os iranianos, para capturá-lo, ou os americanos, para resgatá-lo?
A TV estatal do Irã exibiu imagens de homens armados percorrendo montanhas distantes em busca do militar. O regime oferece uma recompensa equivalente a R$ 340 mil a quem der informação sobre o piloto ou entregá-lo às autoridades.
O caça F-15 foi derrubado numa região perto do Iraque. Os dois pilotos se ejetaram de paraquedas. Um foi rapidamente encontrado e salvo pelos americanos.
Numa situação dessas, o piloto manda sinais de rádio para ser localizado. Os militares são treinados para se esconder e sobreviver sem água e nem comida, enquanto espera por socorro.
A Força Aérea Americana tem unidades especiais treinadas para esse tipo de resgate, que estão vasculhando a área com helicópteros. A Guarda Revolucionária do Irã declarou, neste sábado (4), que tribos de nômades atiraram e atingiram esses helicópteros.
Segundo as autoridades americanas, militares ficaram feridos, mas conseguiram escapar e voltar às bases.
Aviões de combate acompanham as buscas com paraquedistas a bordo, incluindo paramédicos. Um dos piores cenários, é de que essa operação leve a um combate corpo a corpo com forças iranianas.
Trump, desde o início da guerra, tem anunciado que está vencendo o Irã no conflito. E diz ter destruído a defesa antiaérea do país. Mas o Irã conseguiu derrubar, na última sexta, dois aviões americanos.
Os militares do Irã alegam ter usado um novo sistema de defesa.
O risco de que o Irã capture um militar americano lembra a crise do fim dos anos 1970 e início dos 80, quando a embaixada americana em Teerã foi invadida e diplomatas mantidos como reféns por mais de um ano.
Foi o início da hostilidade entre Irã e Estados Unidos. Cinquenta e dois americanos capturados em novembro de 1979 só foram libertados em janeiro de 1981. Passaram mais de 400 dias como reféns.
O então presidente Jimmy Carter ordenou uma operação de resgate que fracassou. Como parte do acordo para libertar os reféns, os Estados Unidos prometeram não intervir militarmente no Irã.
A crise é apontada como um dos fatores que levaram à derrota do presidente Jimmy Carter, na eleição de 1980, e à vitória de Ronald Reagan. Nunca mais os dois países tiveram relações diplomáticas.
Neste sábado, o presidente Donald Trump voltou a dar um ultimato ao Irã. Trump lembrou o prazo de 6 de abril, anunciado por ele mesmo na semana retrasada, para que o Irã feche um acordo.
Numa rede social, Trump escreveu: “lembram-se de quando dei ao Irã dez dias para fazer um acordo ou abrir o estreito de Ormuz? O tempo está se esgotando – 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a Deus!”
Em ameaças anteriores, Trump prometeu destruir todas as usinas elétricas do Irã e as usinas de dessalinização, que transformam a água do mar em água potável. E também as instalações de petróleo do país.
O regime iraniano reagiu à ameaça feita, neste sábado, por Trump. Um porta-voz das forças armadas declarou que a região inteira vai virar um inferno, mas para americanos e israelenses.
Em outra frente, o Departamento de Estado americano informou que prendeu a sobrinha e a sobrinha-neta do general iraniano Qasem Soleimani. Ele era um dos comandantes da Guarda Revolucionária e foi morto por ordem de Donald Trump no primeiro governo dele, em 2020.
As parentes presas são acusadas de fazer propaganda do regime terrorista do Irã, segundo o governo americano. Elas moravam em Los Angeles e tinham green card, o visto de residente permanente.
Mas uma filha de Soleimani declarou que as duas mulheres presas não são parentes do general e que ele nunca teve familiares vivendo nos Estados Unidos.
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Economia

Nunes Marques viajou em avião particular ligado à advogada que atua para o Banco Master


Reportagem do Estadão mostra voos de Nunes Marques
reprodução/TV Globo
Dados obtidos pelo jornal Estado de São Paulo mostram que o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, viajou no fim do ano passado em um voo pago por uma advogada que atua para o Banco Master.
Segundo a reportagem, o ministro Nunes Marques viajou de Brasília para Maceió com sua mulher em avião particular que pertence à empresa que administra os bens do banqueiro Daniel Vorcaro, a Prime You.
O ministro foi para a festa de aniversário da advogada Camilla Ewerton Ramos, que atua para o banco Master em ações sobre créditos do setor de produção de açúcar e álcool.
Registros de entrada no terminal executivo do aeroporto de Brasília mostram que Nunes Marques chegou acompanhado da mulher, Vanessa Ferreira, às dez da manhã do dia 14 de novembro do ano passado.
Mesmo horário em que Camilla e o marido, o desembargador Newton Ramos, chegaram. Trinta e cinco minutos depois, um avião operado pela Prime Aviation táxi aéreo e serviços partiu para Maceió.
Nunes Marques é o relator no STF de um pedido de senadores de oposição para obrigar que o Senado instale uma CPI para investigar o banco Master.
Em nota, o ministro Nunes Marques disse que ele e a esposa viajaram para festa de Camilla, casada com o desembargador Newton Ramos, que foi colega do ministro no Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Camilla convidou a ele, o ministro e outros casais de amigos e ficou responsável pelo voo e detalhes da viagem.
Também em nota, a advogada Camilla Ramos afirmou que o voo foi particular, privado e contratado por ela em virtude da comemoração de seu aniversário.
O desembargador Newton Ramos não se manifestou.
A Prime You informou que Vorcaro foi sócio da empresa entre setembro de 2021 e setembro de 2025, e que Vorcaro não é mais acionista da empresa.
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Economia

VÍDEO mostra colisão de caminhão em barreira de concreto de rodovia no interior de SP; motorista morreu


Caminhoneiro morre após bater em barreira de concreto em rodovia de Americana
A câmera de um motociclista registrou o momento em que um caminhão atingiu a barreira de concreto no canteiro central da Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), em Americana (SP), neste sábado (4). O caminhoneiro morreu.
As imagens mostram que o caminhão atingiu a barreira e invadiu a pista contrária. Com o impacto, a vítima foi arremessada do veículo.
Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o caminhão estava na pista sentido Rodovia Anhanguera (SP-330), que teve suas duas faixas interditadas.
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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a socorrer o homem para o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, de Americana.
Segundo o hospital, o caminhoneiro chegou à unidade em parada cardiorrespiratória. “Devido à gravidade do quadro, apesar de todas as medidas de reanimação avançada instituídas pela equipe assistencial, não houve resposta às manobras, sendo constatado o óbito às 13h49”, confirmou o hospital.
O acidente ocorreu por volta das 13h10, na altura do km 128,5, perto do acesso para a Avenida de Cillo.
O tráfego precisou ser realizado pela faixa zebrada, e houve registro de congestionamento. Uma faixa da pista sentido Piracicaba também foi bloqueada.
Uma viatura de inspeção e dois guinchos da Unidade Básica de Atendimento (UBA) do DER foram enviados ao local para prestar assistência, segundo a autarquia.
Caminhão bateu em barreira na SP-304
Victor Taker/CNX
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