Economia

Moraes nega pedido de Anthony Garotinho e mantém suspenso post de ofensas contra advogada

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta terça-feira, 6, a reclamação apresentada pelo ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, e manteve a decisão da Justiça do Rio que mandou retirar publicações e vídeos contra a advogada Juliana Bonazza. Garotinho chamava a jurista de “Dra. Mutreta” e a acusava de fraudes dentro da empresa que ela representava.
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Caixa Seguridade (CXSE3) aprova R$ 1,05 bilhão em dividendos intercalares; veja condições

A Caixa Seguridade (CXSE3) informou que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos intercalares antecipados no valor total de R$ 1,05 bilhão, equivalente a 91,9% do lucro líquido registrado no primeiro trimestre de 2026, considerando o padrão contábil CPC 11 (IFRS 4). Segundo a companhia, os acionistas detentores de ações ordinárias CXSE3 receberão […]
Economia

Cemig (CMIG4) elege novo CEO

A Cemig (CMIG4) informou que seu Conselho de Administração aprovou, nesta quinta-feira (7), a eleição de Alexandre Ramos Peixoto para o cargo de presidente-executivo (CEO) da companhia. Segundo a Cemig, Peixoto é engenheiro de carreira da empresa, com formação em Engenharia de Qualidade e Gestão pela PUC Minas e em Gestão e Planejamento Estratégico pela […]
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Caixa Seguridade (CXSE3) tem lucro dentro do esperado no trimestre

A Caixa Seguridade (CXSE3) teve lucro líquido gerencial de R$1,14 bilhão no primeiro trimestre, dentro do esperado pelo mercado e 13,2% acima do resultado obtido um ano antes, segundo balanço publicado nesta quinta-feira. A companhia afirmou que as receitas operacionais apresentaram crescimento de 7,6%, para R$1,5 bilhão. O resultado de investimentos em participações societárias (MEP), […]
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Crédito para MEIs do turismo atenderá inscritos no CadÚnico


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Microempreendedores individuais (MEIs) de baixa renda que atuam no setor do turismo terão acesso a uma nova linha de crédito do governo federal com juros reduzidos e carência de até seis meses para começar a pagar. A iniciativa foi apresentada nesta quinta-feira (7) pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante a abertura do 10º Salão do Turismo, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Batizado de Do Lado do Turismo Brasileiro, o programa será voltado para MEIs inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), principal ferramenta do governo federal para identificar famílias em situação de vulnerabilidade social. O público-alvo inclui guias de turismo, motoristas, vendedores ambulantes de alimentos e bebidas, artesãos e outros profissionais ligados à cadeia turística.

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Segundo o ministro, a proposta busca ampliar o acesso ao sistema financeiro formal para trabalhadores que tradicionalmente enfrentam dificuldades para obter financiamento.

“É uma política pública fundamental que pode transformar e mudar realidades, gerando renda para as famílias que mais precisam e proporcionando mais autonomia financeira a essas pessoas. O programa combina desenvolvimento econômico, justiça social e fortalecimento da base produtiva dos mais vulneráveis”, disse Gustavo Feliciano.

O ministro destacou ainda que a iniciativa mira trabalhadores informais e pequenos empreendedores que movimentam o turismo em diferentes regiões do país.

“Quando falamos em microempreendedor estamos falando daquela senhora que vende o cachorro-quente na rua, daquele senhor que vende açaí, do vendedor de coco na praia. Essas pessoas que trabalham no turismo geralmente têm dificuldade de contrair o crédito. Então, estamos trabalhando nesse projeto audacioso para que possamos levar essa condição para os pequenos empreendedores, que são muito importantes para o turismo do Brasil”, acrescentou.

A linha de crédito permitirá financiamentos de até R$ 21 mil por operação. Os recursos virão do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), enquanto o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome disponibilizará inicialmente até R$ 100 milhões para garantir as operações por meio do Fundo de Garantia de Operações (FGO), dentro do Programa Acredita no Primeiro Passo.

Para acessar o financiamento, os trabalhadores deverão estar inscritos tanto no CadÚnico quanto no Cadastur, sistema oficial do Ministério do Turismo que formaliza pessoas físicas e jurídicas do setor. Atualmente, há 46.273 microempreendedores cadastrados no Cadastur.

As condições anunciadas incluem juros de até 5% ao ano, acrescidos do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), prazo total de até 24 meses e carência de até seis meses.

No primeiro momento, a iniciativa estará disponível apenas para MEIs da Região Nordeste, mas a previsão do governo é ampliar o programa posteriormente para todo o país.

Os interessados deverão manifestar interesse por meio de um canal virtual do Banco do Nordeste (BNB). Depois disso, haverá entrevista com agente de crédito para análise do negócio, incluindo atividade exercida, tempo de funcionamento, renda média e finalidade do financiamento.

Os recursos poderão ser usados para compra de equipamentos, máquinas, utensílios, ferramentas e pequenas reformas relacionadas às atividades turísticas.

Além dos MEIs já formalizados, inscritos no CadÚnico que ainda não possuem empresa poderão abrir uma microempresa, se cadastrar no Cadastur e solicitar o financiamento.

Economia

Bolsa cai mais de 2% e atinge menor nível desde o fim de março


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O mercado financeiro brasileiro encerrou a quinta-feira (7) em clima de aversão ao risco, pressionado pela forte queda do petróleo no exterior, pela repercussão de balanços de empresas e pelas incertezas em torno das negociações entre Estados Unidos e Irã.

O Ibovespa recuou mais de 2%, atingindo o menor nível desde o fim de março, e o dólar fechou perto da estabilidade.

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A perspectiva de um acordo temporário entre Washington e Teerã para interromper o conflito no Oriente Médio reduziu os temores sobre o abastecimento global do petróleo e derrubou os preços do produto, afetando ações de petroleiras e influenciando os mercados globais.

Principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa caiu 2,38%, aos 183.218 pontos, menor nível desde 30 de março. Na mínima do dia, o indicador chegou a 182.868 pontos. O volume financeiro negociado somou R$ 32,08 bilhões.

A queda foi intensificada pela queda nos lucros de grandes empresas do setor financeiro e de energia. O recuo do petróleo no mercado internacional também pressionou papéis da Petrobras, com o maior peso na composição do Ibovespa, e de outras petrolíferas.

Em Nova York, o índice S&P 500 fechou em queda de 0,38%.

Dólar oscila

O dólar comercial apresentou volatilidade moderada e encerrou o pregão praticamente estável diante da alternância de notícias sobre a guerra no Oriente Médio e as negociações diplomáticas envolvendo EUA e Irã.

A moeda estadunidense fechou com leve alta de 0,05%, cotada a R$ 4,923. No acumulado de 2026, porém, registra queda de 10,31% em relação ao real.

Durante a manhã, o mercado reagiu positivamente à possibilidade de um acordo temporário para interromper os combates entre iranianos e estadunidenses. Nesse cenário, o dólar perdeu força frente a diversas moedas emergentes.

No Brasil, a divisa chegou à mínima de R$ 4,89 pouco antes das 10h, mas voltou a oscilar perto da estabilidade ao longo do dia.

À tarde, novas informações envolvendo o Estreito de Ormuz aumentaram a cautela dos investidores. Reportagem do The Wall Street Journal indicou que o governo norte-americano pretende retomar operações de escolta a navios comerciais na região.

O movimento elevou dúvidas sobre a possibilidade de um acordo definitivo entre Washington e Teerã, levando o dólar a R$ 4,93 por volta das 14h30, antes de a cotação desacelerar novamente.

Investidores também acompanharam a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos e o encontro com Donald Trump. Segundo Trump, a reunião foi “muito boa” e incluiu discussões sobre comércio e tarifas.

Petróleo recua

Os contratos internacionais de petróleo fecharam em queda após um pregão marcado por forte volatilidade.

O barril do tipo Brent, usado como referência pela Petrobras, recuou 1,19%, para US$ 100,06. O petróleo tipo WTI, do Texas, usado nas negociações nos Estados Unidos, caiu 0,28%, encerrando a US$ 94,81.

Os preços chegaram a cair menos após a reportagem do Wall Street Journal. Mais tarde, a emissora de televisão Al Jazeera, citando fontes militares estadunidenses, informou que a notícia da retomada das escoltas estava incorreta.

O governo iraniano afirmou que ainda avalia as propostas apresentadas pelos Estados Unidos para encerrar o conflito. Paralelamente, Teerã intensificou o controle sobre embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz, principal rota marítima para exportação global de petróleo.