Economia

PCC e CV terroristas é consequência da omissão do Brasil, diz especialista

A decisão dos Estados Unidos de classificarem o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas é uma consequência da omissão do Brasil no combate às organizações criminosas, afirmou ao UOL Rafael Alcadipani, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas) e membro do FSBP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).
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Brava (BRAV3) recebe primeiro aval de debenturistas para oferta da Ecopetrol, mas ainda depende de aprovações

A Brava Energia (BRAV3) informou que os titulares de debêntures da 4ª emissão da antiga Enauta aprovaram o consentimento prévio relacionado à oferta pública de aquisição de controle lançada pela Ecopetrol. Segundo fato relevante divulgado pela companhia, a aprovação ocorreu em Assembleia Geral de Debenturistas realizada em 27 de maio e evita a caracterização de […]
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Amorim, sobre enquadramento de PCC e CV por EUA: ‘Pretexto para intervenção é inaceitável’

O assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidência, Celso Amorim, reagiu em nota, nesta quinta-feira, 28, à classificação do Comando Vermelho e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, por parte dos Estados Unidos. Segundo Amorim, a ação da Casa Branca não pode ser um pretexto para uma intervenção americana sobre o Brasil. “Segurança […]
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Vance diz que EUA ainda não chegaram a consenso sobre Irã, mas estão perto

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse a jornalistas nesta quinta-feira que Washington “ainda não chegou lá” com o Irã em um acordo, mas que as partes estão próximas, acrescentando que os EUA estão em uma posição em que podem fazer o programa nuclear de Teerã retroceder substancialmente. Fontes disseram à Reuters que os […]
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Flávio Bolsonaro comemora após EUA listarem CV e PCC como grupos terroristas: ‘Grande dia’

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, comemorou nesta quinta-feira, 28, a classificação, pelos Estados Unidos, dos grupos criminosos Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como “organizações terroristas estrangeiras”. A listagem foi um dos pleitos do senador na reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizada nesta semana. “Grande […]
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Dólar cai para R$ 5,03 com alívio geopolítico e foco nos EUA


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O dólar fechou em queda, e a bolsa brasileira encerrou o pregão no campo negativo nesta quinta-feira (28), em um dia marcado pela redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos também ajudou moedas de países emergentes.

O dólar comercial encerrou esta quinta vendido a R$ 5,032, com recuo de R$ 0,029 (-0,57%). A cotação iniciou o dia a R$ 5,07, mas recuou após a abertura dos mercados estadunidenses. Na mínima do dia, por volta das 15h15, chegou a R$ 5,02.

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Apesar da queda desta quinta, a moeda norte-americana ainda acumula alta de 1,60% em maio. Em 2026, no entanto, a divisa cai 8,33%.

O alívio no câmbio não se repetiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quinta aos 175.063 pontos, com recuo de 0,39%. O indicador foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras e pela cautela em relação à evolução dos juros no Brasil.

Câmbio perde força

A moeda norte-americana operou em baixa durante quase toda a sessão, acompanhando o movimento observado no exterior. O mercado reagiu positivamente às informações de que Estados Unidos e Irã avançaram em um entendimento preliminar para ampliar o cessar-fogo no Oriente Médio e iniciar novas negociações sobre o programa nuclear iraniano.

A possibilidade de redução das tensões na região diminuiu a procura global por ativos considerados mais seguros, como o dólar. O real acabou sendo beneficiado pelo movimento e teve desempenho superior ao de outras moedas emergentes.

Outro fator que influenciou o câmbio foi a divulgação do índice PCE nos Estados Unidos, principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed). O dado veio ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, reforçando a percepção de inflação mais controlada na economia americana.

Ibovespa recua

Mesmo com as bolsas em Nova York batendo recorde, o Ibovespa terminou o dia em baixa. O índice brasileiro foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras, que acompanharam a volatilidade dos preços do petróleo e fecharam em queda.

Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) da estatal recuaram 0,72%, enquanto as ações ordinárias (com voto em assembleia de acionistas) caíram 1,16%. O desempenho negativo ocorreu apesar do anúncio de reajuste da gasolina nas refinarias feito pela companhia.

O mercado também monitorou indicadores de inflação e as perspectivas para a taxa Selic. Mesmo com sinais de desaceleração da atividade econômica, como a queda na criação de empregos formais em abril, a percepção de inflação ainda elevada mantém dúvidas sobre o ritmo de cortes de juros pelo Banco Central.

Petróleo oscila

Os preços do petróleo tiveram um dia de forte volatilidade em meio às notícias envolvendo o Oriente Médio.

O petróleo Brent, referência internacional usada pela Petrobras, avançou 0,49% e fechou cotado a US$ 92,70 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 0,25%, para US$ 88,90.

A expectativa de um acordo que permita a reabertura plena do Estreito de Ormuz chegou a pressionar para baixo as cotações do produto. No entanto, as incertezas sobre o conflito e novos relatos de ataques na região mantiveram os investidores cautelosos, ajudando os contratos futuros a encerrar o dia em alta moderada.

*Com informações da Reuters