Economia

Acidente entre caminhão, carros e moto deixa pelo menos sete mortos na BR-153


Vídeo mostra caminhão tombado após acidente na BR-153
Um acidente entre um caminhão, dois carros de passeio e uma moto deixou pelo menos sete mortos na noite deste sábado (20), na BR-153, em Campinorte, na região norte do estado, de acordo com a concessionária responsável Ecovias Araguaia. A via está totalmente interditada.
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Um vídeo feito ainda no local por um dos usuários da rodovia, mostra destroços espalhados pela pista e um caminhão tombado no meio da BR (veja acima).
Acidente que deixou mortos na BR-153 envolve caminhão de carga, em Goiás
Arquivo pessoal/Raphael Gomes
Conforme a concessionária, a batida ocorreu por volta das 18h50 no km 171. A empresa informou que ainda há uma pessoa em estado grave e outra moderada.
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Ao g1, o Corpo de Bombeiros de Uruaçu afirmou que foi acionado pela empresa responsável pela rodovia, que relatou um acidente envolvendo diversos veículo.
Acidente que deixou pelo menos 7 mortos na BR-153, em Goiás
Arquivo pessoal/Raphael Gomes
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Departamento de Guerra dos EUA impõe restrições a jornalistas


Pentágono impõe restrições a jornalistas
Departamento de Guerra dos EUA impõe novas restrições a jornalistas que trabalham no Pentágono.
O documento de 17 páginas diz que o Pentágono continua comprometido com a “transparência para promover a responsabilização e confiança do público”. Mas determina que qualquer notícia sobre o Departamento de Guerra divulgada pela imprensa seja “aprovada por autoridades apropriadas, antes da publicação, mesmo se não for confidencial”.
As novas diretrizes também restringem a movimentação de jornalistas desacompanhados pelos corredores do Pentágono. O porta-voz do departamento, Sean Parnell, disse que as novas regras são “básicas, de senso comum, feitas para proteger informações sensíveis”.
Atualmente, o Pentágono tem 90 jornalistas credenciados. E exigiu que todos se comprometam por escrito a respeitar o documento. O texto ameaça suspender a credencial de quem não seguir as novas normas.
Departamento de Guerra dos EUA impõe restrições a jornalistas
Reprodução/Jornal Nacional
Em fevereiro, o chefe do departamento, Pete Hegseth, já tinha suspendido a credencial de jornalistas de veículos respeitados, como o New York Times e o canal de TV NBC. No lugar, credenciou profissionais de organizações mais favoráveis ao governo.
Desde que assumiu, Pete Hegseth só deu uma entrevista coletiva, depois do ataque americano a uma usina de enriquecimento de urânio do Irã. E tem acusado a imprensa de sabotar o Departamento de Guerra.
Na sexta-feira (19), numa rede social, escreveu: “A ‘imprensa’ não comanda o Pentágono. O povo que comanda”.
As restrições à imprensa não se limitam ao Departamento de Guerra.
Na Casa Branca, um jornalista da Associated Press foi descredenciado porque a organização se recusou a passar a chamar o Golfo do México de Golfo da América, como determinou o presidente Donald Trump.
Esta semana, Trump ameaçou as empresas que discordem do governo: “Só recebo má publicidade e má cobertura da imprensa. Talvez a concessão deles devesse ser suspensa”.
O Clube Nacional de Imprensa de Washington divulgou, sexta-feira (19), uma nota pedindo a revogação da nova política do Departamento de Guerra.
O clube afirmou que, há gerações, os repórteres que cobrem o Pentágono ofereceram ao público informação vital sobre as guerras, como a defesa gasta o dinheiro e como são tomadas decisões que colocam a vida dos americanos em risco.
Que isso só foi possível porque os jornalistas puderam procurar informação sem a permissão do governo. Que a cobertura independente de questões militares é essencial para a democracia.