Economia

Israel avança em áreas residenciais na Cidade de Gaza, e moradores pedem socorro

A nova ofensiva de Israel causa mortes e desespero na população da Cidade de Gaza. Neste domingo (28/09), tanques israelenses entraram em bairros residenciais na capital do enclave. Autoridades sanitárias locais relataram dezenas de ligações de moradores aflitos com a presença das forças militares próximo de suas casas. Testemunhas e médicos disseram que os tanques […]

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Economia

‘Polarização política impulsiona liderança de Mamdani em NY’, diz dirigente socialista

No dia 4 de novembro, Nova York, a capital de Wall Street, poderá eleger um jovem prefeito socialista, mulçumano, imigrante e contundente defensor da Palestina. Aos 33 anos, Zohran Mamdani lidera, com ampla margem, todas as pesquisas de intenção de votos, colocando a esquerda em outro patamar nos Estados Unidos. Segundo Jana Silverman, professora de […]

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Economia

Dinamarca bane drones após novos sobrevoos em bases militares

Após uma semana tensa em que o avistamento de drones levou ao fechamento de aeroportos na Dinamarca, autoridades do país registraram novos episódios na noite desta sexta-feira (26/09), desta vez na maior base militar do país, e na virada de sábado (27/09) para o domingo (28/09) em diversas instalações militares. Em resposta, as autoridades dinamarquesas […]

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Economia

Milhares pedem justiça por triplo feminicídio na Argentina

Organizações feministas, movimentos populares, partidos políticos e familiares e amigos das três vítimas de feminicídio se reuniram em Buenos Aires, na Argentina, neste sábado (27/09) para cobrar celeridade nas investigações e justiça no caso. A marcha começou na Praça de Maio, por volta das 16h, e terminou em frente ao Congresso argentino, onde houve repressão […]

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Economia

Chico Chico lança no fim de outubro o álbum solo ‘Let it burn / Deixa arder’


Chico Chico canta músicas como ‘Tempo de louças’ no álbum ‘Let it burn / Deixa arder’
Zabenzi / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♪ Let it burn / Deixa arder é o título bilíngue do terceiro álbum solo gravado em estúdio por Chico Chico com produção musical de Pedro Fonseca. O lançamento do sucessor dos álbuns Pomares (2021) e Estopim (2024) na discografia solo do artista carioca tem lançamento programado para 24 de outubro.
O repertório do álbum Let it burn / Deixa arder alterna composições de autoria de Chico, casos de Tanto pra dizer e Tempo de louças, com regravações de músicas alheias como Vila do sossego (1978), sucesso de Zé Ramalho.
Economia

Jovem relata cegueira temporária após beber gin com metanol em SP; amigo segue em coma


Casos de intoxicação por metanol vêm sendo registrados em diferentes cidades de São Paulo.
Reprodução/Fantástico
O estudante Diogo Marques viveu momentos de desespero após uma noite entre amigos em São Paulo. Horas depois de consumir gin com energético, ele acordou sem enxergar nada.
“Acordei, abri o olho e estava tudo preto, com uma dor de cabeça muito forte”, contou em entrevista ao Fantástico.
Diogo sobreviveu, mas precisou ficar internado três dias depois que exames confirmaram a presença de metanol em seu sangue. “É assustador. Meu amigo está internado há um mês”, disse.
O amigo a quem ele se refere é Rafael, internado em estado grave há 28 dias. Ele está em coma desde 1º de setembro, quando foi diagnosticada a ingestão de bebida adulterada. A mãe, Helena Martins, que é enfermeira, descreveu o quadro como irreversível.
“Ele está respirando pelo ventilador, não tem fluxo sanguíneo cerebral. Segundo a medicina, é irreversível.”
Segundo familiares, o grupo de amigos comprou as bebidas em uma adega conhecida. A polícia apreendeu garrafas de gin no local e as encaminhou para perícia. Ainda não há informações sobre a origem da contaminação.
O metanol é um álcool usado na indústria para solventes e produtos químicos. No corpo humano, se transforma em substâncias tóxicas que atacam fígado, rins, cérebro e nervo óptico, podendo causar cegueira, convulsões e morte.
Casos semelhantes vêm sendo registrados em diferentes cidades do estado. De acordo com a Vigilância Sanitária de São Paulo e o Centro de Investigação Toxicológica da Unicamp, ao menos 16 pessoas estão sob investigação, com seis confirmações de intoxicação por metanol e três mortes.
Atendimento rápido é essencial
Outra vítima é Rhadarani Domingos, que relatou por chamada de vídeo ao Fantástico que ficou cega após beber três caipirinhas de vodca em uma festa. A irmã, Lalita, contou que ela convulsionou já na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e precisou ser intubada. “A expectativa é que a gente consiga algum tratamento para que ela volte a enxergar.”
Especialistas reforçam que a busca por atendimento rápido é essencial. O oftalmologista Fábio Ejzenbaum, da Santa Casa de São Paulo, explica que sintomas como alterações visuais, mal-estar persistente por mais de 12 horas e convulsões são sinais de alerta.
Os sintomas ainda podem incluir ataxia, sedação, desinibição, dor abdominal, náuseas, vômitos, dor de cabeça, taquicardia, convulsões e visão turva, principalmente após ingestão de bebidas de procedência desconhecida.
Em caso de suspeita, é fundamental buscar atendimento médico de emergência. A população pode localizar o serviço mais próximo pela plataforma estadual de saúde.
O Ministério da Justiça emitiu nota de alerta, informando que a ingestão de metanol ocorreu em ambientes sociais, com diferentes tipos de bebidas, como gin, uísque e vodca. O órgão recomendou que bares e estabelecimentos reforcem a vigilância sobre a procedência dos produtos.
Familiares pedem respostas. “É um crime o que estão fazendo. Hoje é meu filho, amanhã não sei quem pode ser”, disse Helena.
O que diz a Secretaria Estadual da Saúde
“O Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do Estado de São Paulo informa que, desde junho deste ano, foram confirmados seis casos de intoxicação por metanol, dos quais dois resultaram em óbito — um em São Bernardo do Campo e outro na capital.
Atualmente, há dez casos sob investigação com suspeita de intoxicação por consumo de bebida contaminada, na capital.
O CVS está apoiando e monitorando o trabalho dos Municípios na fiscalização dos estabelecimentos de comércio de bebidas (distribuidoras, bares etc.) envolvidos na comercialização e distribuição dos produtos contaminados. O CVS reforça que o consumo de bebidas alcoólicas de origem clandestina ou sem procedência confiável representa risco à saúde, já que podem conter substâncias tóxicas.
A recomendação é que bares, empresas e demais estabelecimentos redobrem a atenção quanto à procedência dos produtos oferecidos, e que a população adquira apenas bebidas de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre de segurança e selo fiscal, evitando opções de origem duvidosa e prevenindo casos de intoxicação que podem colocar a vida em risco.”
O que diz o governo federal
“Nesta sexta-feira (26), a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP) recebeu, por meio do Sistema de Alerta Rápido (SAR), notificação que reporta nove casos de intoxicação por metanol, no estado de São Paulo, num período de 25 dias, todos a partir da ingestão de bebida alcoólica adulterada.
O número de casos registrado, inicialmente, pelo Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox), de Campinas (SP), e encaminhado ao Comitê Técnico do SAR é considerado fora do padrão para o curto período de tempo e também por desviar dos casos até hoje notificados de intoxicação por metanol.
O Ciatox recebeu, nos últimos dois anos, casos de intoxicação por metanol a partir de consumo de combustíveis por ingestão deliberada em contextos de abuso de substâncias, frequentemente associada à população de rua. Contudo, de acordo com a notificação de hoje, a ingestão se deu em cenas sociais de consumo alcoólico, incluindo bares, e com diferentes tipos de bebida, como gin, uísque e vodca. São registros inéditos no referido centro toxicológico. É possível haver outros casos não notificados, uma vez que nem todos os casos de intoxicação chegam aos órgãos de vigilância e controle.
A ingestão acidental ou intencional de metanol leva a intoxicações graves e potencialmente fatais. O cenário de adulteração é particularmente relevante do ponto de vista de saúde pública, pois episódios dessa natureza frequentemente resultam em surtos epidêmicos com múltiplos casos graves e elevada taxa de letalidade, afetando grupos populacionais vulneráveis e exigindo resposta rápida das autoridades sanitárias. Nesse sentido, requer alerta à população, considerando, inclusive, o início do fim de semana, quando há maior frequência a bares e consumo de bebidas alcoólicas.
SAR — O Sistema de Alerta Rápido sobre drogas do Brasil (SAR) é um subsistema do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas — Sisnad, gerenciado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), vinculado ao Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid).”
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Depoimentos inéditos mostram como PCC ameaçava empresários para lavar dinheiro do crime

Depoimentos inéditos mostram como quadrilha de lavagem de dinheiro obrigava empresários a entregar negócios para o crime
O Fantástico exibiu depoimentos de empresários ameaçados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavar dinheiro do crime. A organização usava motéis, postos de combustível e jogos de azar para movimentar bilhões de reais de forma ilícita.
As declarações das vítimas expõem intimidações, fraudes e violência. Empresários relatam que foram obrigados a vender negócios sob ameaças de morte. Os nomes dos empresários não serão revelados na reportagem para garantir a sua segurança.
Um deles tinha um posto de combustível, estava precisando de dinheiro e recebeu uma proposta de compra. Mas ele não sabia os supostos compradores eram ligadas ao crime e que nunca o dariam o valor prometido.
Ele contou que ao tentar desfazer o contrato, passou a ser intimidado.
“Ele começou a falar: ‘É, tem pai matando o filho por causa de dinheiro. Tem filho matando o pai por causa de dinheiro. Se mata muito fácil por causa de dinheiro’”, relatou.
A quadrilha manteve o posto em seu nome e passou a vender combustível adulterado, deixando-o como responsável legal.
“Elas eram vítimas até duas vezes. Primeiro, porque não recebiam e depois num segundo momento porque passavam a responder inclusive pelos crimes praticados pela organização criminosa”, diz o promotor de Justiça Sílvio Loubeh.
Outro dono de posto relatou situação parecida. Ele vendeu o estabelecimento em 2018.
“Você vai vender o posto por bem ou por mal”, teria ouvido de um dos criminosos.
Ele diz que teve sua assinatura falsificada para novos contratos e hoje ainda negocia com bancos para tentar quitar dívidas feitas pela quadrilha.
Durante depoimento, ele reconheceu os responsáveis pelo golpe: Alexandre Leal, que segundo ele, foi a pessoa que foi comprar o estabelecimento. Ele também citou Wilson Pereira Júnior, conhecido como Wilsinho.
Segundo o Ministério Público, Wilsinho comprava os postos em sociedade com o empresário Flávio Silvério Siqueira, apontado como um dos principais beneficiários do esquema.
O advogado de Flávio Silvério Siqueira disse que seu cliente “não tem contato com ninguém do PCC” e que “o PCC mexe com crime e não com motéis ou qualquer outra empresa”.
O advogado de Wilson Pereira Júnior afirmou que ele “não foi formalmente citado no processo” e que “qualquer esclarecimento será prestado às autoridades”.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Alexandre Leal, outro citado pelas vítimas.
Enquanto as investigações continuam, as vítimas tentam reconstruir a vida.
“Perdi meu ganha-pão. E aí, a gente fica um desespero”, disse uma delas.
Outra disse:“Eu sabia que ia dançar financeiramente, que não ia ter mais vida pra nada. Mas pelo menos eu toco minha vida”.
A investigação
A investigação é do Ministério Público e da Receita Federal. Segundo os órgãos, trata-se de um “esquema sofisticado, societário e financeiro” para acobertar crimes.
Os promotores afirmam que a quadrilha controlava centenas de negócios de fachada. Entre eles, 267 postos de combustível e 60 motéis no estado de São Paulo.
Como o PCC usava rede de motéis para lavar dinheiro em SP?
Em quatro anos, as empresas ligadas ao grupo movimentaram cerca de R$ 6 bilhões.
Segundo um dos investigadores, motéis são propícios para lavar dinheiro porque não há controle de entrada e saída de clientes, o que facilita a maquiagem das receitas.
O esquema usava fintechs (instituições financeiras digitais) para centralizar o dinheiro ilícito.
A principal delas era a BK Bank, que, de acordo com os investigadores, recebia transferências milionárias dos postos e motéis.
A defesa da BK Bank diz que a instituição é regulada e autorizada pelo Banco Central e nega envolvimento com os investigados.
Ao sair da fintech, o dinheiro era usado para comprar itens de luxo para os criminosos.
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Exclusivo: esposa de Bruce Willis fala sobre luta do ator contra demência


Emma Willis fala sobre doença do marido, o astro de Hollywood Bruce Willis
Em entrevista exclusiva ao Fantástico, em Los Angeles (EUA), a mulher de Bruce Willis conversou sobre o estado de saúde do ator, que está fora dos sets de filmagem desde que anunciou uma disfunção neurológica.
O astro dos filmes de ação, de 70 anos, convive há três anos com os sintomas da demência frontotemporal, uma doença grave e incurável que prejudica a fala e os movimentos.
Num livro corajoso que acabou de lançar, Emma Heming Willis conta como encontrou forças para seguir adiante diante dessa nova fase da família.
“Eu ouvi, de diferentes neurologistas, que esta é a pior de todas as demências”, diz Emma. “É uma doença tão incerta… e no começo, é muito difícil identificar os sinais, porque eles vêm aos poucos”.
É o tal “rumo inesperado”, que dá título ao livro de Emma Willis. Num relato corajoso, a mulher de Bruce Willis conta como ela e a família foram atravessadas pelo diagnóstico do ator.
Emma conta que chegou a duvidar do próprio casamento, porque não conseguia compreender certos comportamentos que o marido passou a ter. “Às vezes, eu pensava: ele tá falando sério? Tá fingindo? Ou eu tô ficando louca?”, escreve ela no livro.
“A desconexão era sutil, mas cada vez mais frequente.”
A mulher de Bruce Willis falou ao Fantástico sobre o estado de saúde do ator, que está fora dos sets de filmagem desde que anunciou uma disfunção neurológica.
Reprodução/Fantástico
Questionada sobre como Bruce está hoje, ela responde: “É uma doença muito agressiva, mas no geral eu acho que ele tá se saindo muito bem”.
“A gente começou a perceber [em 2015] coisas estranhas na forma como ele se comunicava. Ele começou a ter muita gagueira, como tinha na infância, e eu não imaginava que eram sinais da demência”, conta.
“Precisei de um tempo para assumir esse papel de cuidadora. No começo, queria resolver tudo sozinha. Era muito resistente à ideia de aceitar ajuda. Quando a doença dele começou a evoluir, o neurologista dele me alertou: ‘Cuidadores que não cuidam de si mesmos podem morrer antes de quem amam’. Foi quando eu entendi que pedir ajuda era muito importante.”
Mais do que simplesmente escrever um diário da vida deles depois do diagnóstico de Bruce, Emma espera, com o livro, ajudar outras pessoas que enfrentam a mesma situação. Veja mais na reportagem completa acima.
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