Governo Trump diz que vai revogar visto de Gustavo Petro após ‘ações incendiárias’ em NY
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (26) que a bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de outubro. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A nova bandeira significa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando foi acionada a bandeira vermelha patamar 2.
De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas.
“Diante desse cenário, há necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que são mais caras e justificam o acionamento da bandeira vermelha patamar 1 para outubro”, diz a agência.
A agência reguladora de energia elétrica informou ainda “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro”.
“Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
A cobertura por pedágio na modalidade free flow (livre passagem) em breve se tornará a modalidade disponível em todos os trechos da BR-381/MG. Os dois primeiros pórticos, nas cidades mineiras de Caeté (km 411,850) e João Monlevade (km 345,270), começam a operar neste sábado (27). A cobrança será feita por meio eletrônico, após a passagem por pórticos equipados com câmeras e sensores, sem necessidade de operador ou praça de pedágio e sem cancelas ou paradas. 

Desde fevereiro, a Nova 381 é a empresa responsável pela BR-381/MG. Estão previstos R$ 9,3 bilhões em investimentos. A rodovia tem papel estratégico para o desenvolvimento do país por conta do escoamento de produtos agrícolas, pecuários, de mineração e industriais.
Em seis meses de concessão, foram investidos R$ 319,7 milhões em melhorias de infraestrutura e serviços. Com isso, a BR-381 se tornou a primeira em rodovias federais concedidas no Brasil a adotar o pedágio eletrônico em 100% de suas atividades.
A operação está autorizada desde o último dia 16 e é a primeira desde a mudança técnica implantada no primeiro trimestre.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) alterou a metodologia de precificação e de divisão de custos. Desde então a União assumiu, como poder concedente, 90% dos riscos de evasão na modalidade. Às concessionárias caberá arcar com os outros 10%.
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O risco de evasão, assim como as multas quando ocorrem, são objeto de discussão na Câmara, como ocorre com o Projeto de Lei 4.643/2020. As propostas defendem de anistia aos devedores até o banimento do sistema de vias concedidas e caminham para consenso em convergência com as regras da ANTT e com o Ministério dos Transportes.
Ambulâncias, veículos oficiais e do corpo diplomático seguem isentos, conforme previsto em contrato. Segundo a concessionária também não haverá cobrança para motocicletas.
Segundo a concessionária haverá ainda a instalação de 25 totens de pagamento no trecho entre Caeté e Governador Valadares, em postos de combustíveis, restaurantes e nas unidades do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAUs).
“O totem funciona por aproximação. O usuário digita a placa e verifica suas pendências, podendo pagar com cartão ou pix. Os totens estão em estabelecimentos na própria rodovia para facilitar o acesso para os usuários, em locais onde as pessoas já estão acostumadas a parar e consumir”, informou o gerente de operações da Nova 381, Diego Dutra. Também será possível pagar por meio de um app.
A BR-381 tem um papel estratégico para o desenvolvimento do país, em virtude do escoamento de produtos agrícolas, pecuários, de mineração e industriais.
A BR-101 (Rio-Santos) inaugurou o uso da modalidade, em 2023, no trecho entre Paraty e Itaguaí, no Rio de Janeiro, com três pontos de cobrança. Em rodovias estaduais o sistema é usado no Rio Grande do Sul, em duas rodovias, e em São Paulo, em três. O governo paulista confirmou que pretende ampliar para 58 pontos de cobrança por free flow até o ano de 2032.
Este ano está prevista a implantação de oito pórticos, sendo um no Rodoanel, na região metropolitana de São Paulo, e os demais em estradas concedidas nas regiões da Baixada Santista, Alto Tietê e Vale do Ribeira. Em outras vias, como na recém concedida Rodovia Raposo Tavares, que liga São Paulo à região oeste do estado, o contrato de concessão prevê cinco pórticos Siga Fácil de pedágio eletrônico programados para entrar em operação em 2032.
A ANTT informou, por meio de nota, que a mudança visa modernizar os sistemas de pedágio no país, reduzindo congestionamentos e melhorando a fluidez nas rodovias concedidas. “O avanço do sistema de livre passagem também está alinhado à busca por soluções mais sustentáveis e eficientes para a infraestrutura rodoviária brasileira”, aponta a agência.
País que implementou em agosto o tarifaço de até 50% contra exportações brasileiras, os Estados Unidos são a origem da maior fatia dos investimentos diretos que chegam ao Brasil.

A constatação está no censo de capitais estrangeiros do Banco Central (BC), divulgado nesta sexta-feira (26), em Brasília.
O levantamento aponta que, em 2024, o Brasil atingiu estoque de US$ 1,141 trilhão em investimento estrangeiro direto no país, o que representa 46,6% do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país. O percentual é o maior já registrado.
Ao analisar o investimento estrangeiro, o BC divide esse montante em duas partes:
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O censo do BC identifica de quais países vieram os US$ 884,8 bilhões que fazem parte do capital social de empresas aqui no Brasil. A lista é liderada pelos Estados Unidos, com US$ 244,7 bilhões, isto é, 28% do total.
Veja os principais países:
O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explica que essa lista considera o local de origem do “investidor imediato”, isto é, de onde saíram os recursos.
“Na verdade, é o país onde está a empresa que é imediatamente dona da empresa daqui”.
Ele contextualiza que, em alguns casos, a empresa estrangeira tem origem em um outro país, mas mantém sede em um terceiro, por questão tributária.
“São os chamados paraísos fiscais, lugares [para] onde as empresas mandam seus recursos, centralizam sua operação financeira lá, porque pagam menos impostos, e de lá vem para o Brasil”, detalha.
Segundo ele, é por isso que Luxemburgo e Ilhas Cayman, no Mar do Caribe, aparecem na lista.
Ao considerar o país controlador do investimento estrangeiro, o que desconsidera se havia subsidiárias ou paraísos fiscais pelo caminho, a lista do BC apresenta:
O Banco Central mapeou os setores da economia que mais atraem investimento estrangeiro direto. Os serviços lideram a atração, com 59% do total, à frente da indústria (29%) e da agropecuária e extrativismo mineral (12%)
Ao se analisar dentro desses setores, as atividades campeãs de atração de capital do exterior são:
O censo do BC também aponta para qual atividade cada país direciona o investimento direto. No caso dos Estados Unidos como controlador final, 25% vão para a indústria de transformação (transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria) e 22% para atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados.