Economia

Mini-índice sobe e dólar futuro cai com Lula e Trump no radar

O mini-índice (WINV25), ou Ibovespa futuro, avançou 0,93% nesta terça-feira (23), fechando aos 147.600 pontos e renovando recordes. O contrato destoou da visão dos analistas técnicos do BTG Pactual, que enxergavam a possibilidade de uma leve correção por conta da aproximação das médias móveis de 21 e 50 períodos, e engatou uma nova alta. No […]
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Mini-índice sobe e dólar futuro cai com Lula e Trump no radar

O mini-índice (WINV25), ou Ibovespa futuro, avançou 0,93% nesta terça-feira (23), fechando aos 147.600 pontos e renovando recordes. O contrato destoou da visão dos analistas técnicos do BTG Pactual, que enxergavam a possibilidade de uma leve correção por conta da aproximação das médias móveis de 21 e 50 períodos, e engatou uma nova alta. No […]
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Mini-índice sobe e dólar futuro cai com Lula e Trump no radar

O mini-índice (WINV25), ou Ibovespa futuro, avançou 0,93% nesta terça-feira (23), fechando aos 147.600 pontos e renovando recordes. O contrato destoou da visão dos analistas técnicos do BTG Pactual, que enxergavam a possibilidade de uma leve correção por conta da aproximação das médias móveis de 21 e 50 períodos, e engatou uma nova alta. No […]
Economia

Copasa (CSMG3) dispara 30% em semanas, mas Genial faz alerta; potencial é de queda

A Copasa (CSMG3) tem ano de small cap. No acumulado, a ação da empresa de saneamento, considerado um setor mais estável e, portanto, sem grandes variações na bolsa, salta 60%, renovando máximas históricas. O papel ganhou força, sobretudo, após a aprovação da PEC que elimina a necessidade de referendo popular, representando um passo importante para […]
Economia

Copasa (CSMG3) dispara 30% em semanas, mas Genial faz alerta; potencial é de queda

A Copasa (CSMG3) tem ano de small cap. No acumulado, a ação da empresa de saneamento, considerado um setor mais estável e, portanto, sem grandes variações na bolsa, salta 60%, renovando máximas históricas. O papel ganhou força, sobretudo, após a aprovação da PEC que elimina a necessidade de referendo popular, representando um passo importante para […]
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Copasa (CSMG3) dispara 30% em semanas, mas Genial faz alerta; potencial é de queda

A Copasa (CSMG3) tem ano de small cap. No acumulado, a ação da empresa de saneamento, considerado um setor mais estável e, portanto, sem grandes variações na bolsa, salta 60%, renovando máximas históricas. O papel ganhou força, sobretudo, após a aprovação da PEC que elimina a necessidade de referendo popular, representando um passo importante para […]
Economia

Haddad: isenção do IR até R$ 5 mil deve ser sancionada em outubro


Logo Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais seja sancionada até outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em entrevista ao portal ICL Notícias, nesta terça-feira (23), o ministro disse que o combate à desigualdade social é fator primordial para o desenvolvimento do Brasil, o que reforça o posicionamento do governo federal em favor da ampliação da faixa de isenção.

Notícias relacionadas:

Se tudo der certo, disse o ministro, “20 milhões vão deixar de pagar IR durante este mandato. Já atualizamos a faixa de isenção por três vezes neste governo. Em um mandato, passamos de uma faixa de R$ 1,9 mil [de isenção] para R$ 5 mil. Nunca houve isso”.

Na avaliação de Haddad, a reforma do Imposto de Renda é a primeira real tentativa do Estado brasileiro para mexer no tema da desigualdade. “Além disso, a renda teve um aumento, em 3 anos, de 18% acima da inflação. Não sou eu quem está dizendo. São dados do IBGE. É o maior aumento de renda desde o Plano Real.”

“Uma coisa é combater a miséria, e o presidente Lula está fazendo isso pela segunda vez, ao tirar o Brasil do mapa da fome. Agora, o tema da desigualdade, raramente foi tocado. Estamos entre os piores dez países em termos de distribuição de renda.”

O ministro destacou que, atualmente, o país ainda tem mais de R$ 600 bilhões em renúncias fiscais. “Na minha opinião, esse é o maior escândalo. Nós conseguimos reverter R$ 100 bilhões e foi essa crítica toda ao governo, uma renúncia que já estava batendo em R$ 700 ou R$ 800 bilhões”. Ele disse que o objetivo do governo é diminuir o imposto sobre o consumo ao cobrar mais imposto de renda dos ricos.

“O Congresso Nacional tem, agora, uma oportunidade muito importante, de colocar o Brasil na rota da justiça social e do combate à desigualdade. Não podemos continuar sendo um dos dez piores países em termos de distribuição de renda. É muito difícil pensar em desenvolvimento com esse nível de desigualdade”, completou.

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Haddad: isenção do IR até R$ 5 mil deve ser sancionada em outubro


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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais seja sancionada até outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em entrevista ao portal ICL Notícias, nesta terça-feira (23), o ministro disse que o combate à desigualdade social é fator primordial para o desenvolvimento do Brasil, o que reforça o posicionamento do governo federal em favor da ampliação da faixa de isenção.

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Se tudo der certo, disse o ministro, “20 milhões vão deixar de pagar IR durante este mandato. Já atualizamos a faixa de isenção por três vezes neste governo. Em um mandato, passamos de uma faixa de R$ 1,9 mil [de isenção] para R$ 5 mil. Nunca houve isso”.

Na avaliação de Haddad, a reforma do Imposto de Renda é a primeira real tentativa do Estado brasileiro para mexer no tema da desigualdade. “Além disso, a renda teve um aumento, em 3 anos, de 18% acima da inflação. Não sou eu quem está dizendo. São dados do IBGE. É o maior aumento de renda desde o Plano Real.”

“Uma coisa é combater a miséria, e o presidente Lula está fazendo isso pela segunda vez, ao tirar o Brasil do mapa da fome. Agora, o tema da desigualdade, raramente foi tocado. Estamos entre os piores dez países em termos de distribuição de renda.”

O ministro destacou que, atualmente, o país ainda tem mais de R$ 600 bilhões em renúncias fiscais. “Na minha opinião, esse é o maior escândalo. Nós conseguimos reverter R$ 100 bilhões e foi essa crítica toda ao governo, uma renúncia que já estava batendo em R$ 700 ou R$ 800 bilhões”. Ele disse que o objetivo do governo é diminuir o imposto sobre o consumo ao cobrar mais imposto de renda dos ricos.

“O Congresso Nacional tem, agora, uma oportunidade muito importante, de colocar o Brasil na rota da justiça social e do combate à desigualdade. Não podemos continuar sendo um dos dez piores países em termos de distribuição de renda. É muito difícil pensar em desenvolvimento com esse nível de desigualdade”, completou.