Economia

Em 1º programa após suspensão, Jimmy Kimmel diz que não tinha intenção de ‘fazer piada’ com morte de Kirk


Jimmy Kimmel em 1º programa após suspensão
Reprodução/Youtube
O apresentador Jimmy Kimmel disse em seu programa que não tinha a intenção de “fazer piada com o assassinato de um jovem”. Esta terça-feira (23), pelo horário local, marca a primeira exibição do “Jimmy Kimmel Live!” após a suspensão que durou uma semana.
“Eu não acho que o que vou dizer vai fazer muita diferença. Se você gosta de mim, você gosta. Se não, não gosta. Eu não tenho a ilusão de mudar a opinião de alguém. Mas eu quero deixar algo claro porque é importante para mim como ser humano. E isso é: vocês entendem que nunca foi a minha intenção de fazer piada sobre o assassinato de um jovem”, afirmou.
A rede americana ABC havia tirado do ar o programa “Jimmy Kimmel Live!” por tempo indeterminado após o apresentador fazer comentários sobre o acusado de assassinar o ativista conservador Charlie Kirk. O talk-show tem grande audiência nos Estados Unidos.
Em um monólogo na segunda-feira (15), Kimmel sugeriu que o acusado, Tyler Robinson, seria um republicano pró-Trump.
“A turma do MAGA está desesperada para caracterizar esse garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa que não seja um deles e fazendo de tudo para tirar proveito político disso”, disse, segundo a imprensa americana. “Entre uma acusação e outra, também houve luto.”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a retomada do programa em suas redes sociais.
“Não acredito que a ABC Fake News devolveu o emprego ao Jimmy Kimmel. A Casa Branca foi informada pela ABC de que o programa dele tinha sido cancelado! Algo aconteceu entre então e agora, porque a audiência dele SUMIU, e seu “talento” nunca existiu”, afirmou.
Programa de Jimmy Kimmel é tirado do ar pós comentários sobre morte de Charlie Kirk
Charlie Kirk foi assassinado durante um evento na Universidade Utah Valley na quarta-feira (10). Ele se apresentava como conservador, alinhado ao movimento Make America Great Again (MAGA) e era considerado um aliado do presidente Donald Trump. Tyler Robinson foi preso na sexta (12) e indiciado por homicídio qualificado.
O caso ganhou forte repercussão nos Estados Unidos, levando a uma discussão sobre censura e liberdade de expressão na era Trump.
Jimmy Kimmel no Oscar 2023
AP Photo/Chris Pizzello
Economia

Em 1º programa após suspensão, Jimmy Kimmel diz que não tinha intenção de ‘fazer piada’ com morte de Kirk


Jimmy Kimmel em 1º programa após suspensão
Reprodução/Youtube
O apresentador Jimmy Kimmel disse em seu programa que não tinha a intenção de “fazer piada com o assassinato de um jovem”. Esta terça-feira (23), pelo horário local, marca a primeira exibição do “Jimmy Kimmel Live!” após a suspensão que durou uma semana.
“Eu não acho que o que vou dizer vai fazer muita diferença. Se você gosta de mim, você gosta. Se não, não gosta. Eu não tenho a ilusão de mudar a opinião de alguém. Mas eu quero deixar algo claro porque é importante para mim como ser humano. E isso é: vocês entendem que nunca foi a minha intenção de fazer piada sobre o assassinato de um jovem”, afirmou.
A rede americana ABC havia tirado do ar o programa “Jimmy Kimmel Live!” por tempo indeterminado após o apresentador fazer comentários sobre o acusado de assassinar o ativista conservador Charlie Kirk. O talk-show tem grande audiência nos Estados Unidos.
Em um monólogo na segunda-feira (15), Kimmel sugeriu que o acusado, Tyler Robinson, seria um republicano pró-Trump.
“A turma do MAGA está desesperada para caracterizar esse garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa que não seja um deles e fazendo de tudo para tirar proveito político disso”, disse, segundo a imprensa americana. “Entre uma acusação e outra, também houve luto.”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a retomada do programa em suas redes sociais.
“Não acredito que a ABC Fake News devolveu o emprego ao Jimmy Kimmel. A Casa Branca foi informada pela ABC de que o programa dele tinha sido cancelado! Algo aconteceu entre então e agora, porque a audiência dele SUMIU, e seu “talento” nunca existiu”, afirmou.
Programa de Jimmy Kimmel é tirado do ar pós comentários sobre morte de Charlie Kirk
Charlie Kirk foi assassinado durante um evento na Universidade Utah Valley na quarta-feira (10). Ele se apresentava como conservador, alinhado ao movimento Make America Great Again (MAGA) e era considerado um aliado do presidente Donald Trump. Tyler Robinson foi preso na sexta (12) e indiciado por homicídio qualificado.
O caso ganhou forte repercussão nos Estados Unidos, levando a uma discussão sobre censura e liberdade de expressão na era Trump.
Jimmy Kimmel no Oscar 2023
AP Photo/Chris Pizzello
Economia

A química entre Trump e Lula – O Assunto #1562


Como é tradição, o presidente brasileiro fez o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU. Por 18 minutos, Lula defendeu a soberania nacional, destacou a importância da pauta ambiental e de organismos internacionais, mencionou a defesa da democracia no Brasil e defendeu a independência de um Estado palestino.
Logo após Lula, foi a vez de Donald Trump. Em seu mais longo discurso na ONU, Trump falou por mais de 50 minutos. E o que se viu foi um completo antagonismo a Lula: críticas à ONU e ataques a imigrantes. O presidente dos EUA classificou as mudanças climáticas como “uma farsa” e defendeu seu tarifaço.
Até que, surpreendentemente, Trump relatou um breve encontro com Lula nos bastidores, dizendo ter tido “uma química excelente” com o brasileiro. O presidente dos EUA afirmou que deve fazer uma reunião com Lula na semana que vem – encontro ainda sem detalhes e visto com cautela pela diplomacia brasileira.
Para explicar os antagonismos dos discursos de Trump e Lula e o que pode significar uma aproximação entre os dois, Natuza Nery conversa com Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. Casarões classifica as divergências entre eles e aponta quais as perspectivas de negociação entre EUA e Brasil depois de meses de deterioração nas relações entre os países.
O que você precisa saber:
Trump diz que abraçou Lula, cita ‘ótima química’ e anuncia reunião na semana que vem
DISCURSO DE LULA: Veja íntegra da fala do presidente do Brasil na ONU
VÍDEO: ‘Ele gostou de mim, eu gostei dele’ e ‘química excelente’ – o que Trump disse sobre Lula
ANÁLISE: 39 segundos de química? Toda cautela é pouca
ANDRÉIA SADI: Como aliados de Bolsonaro reagiram à fala de Trump
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação: Natuza Nery.
A química entre Trump e Lula
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Lula durante discurso de Trump na ONU
Brendan SMIALOWSKI/AFP e Evan Vucci/AP
Economia

A química entre Trump e Lula – O Assunto #1562


Como é tradição, o presidente brasileiro fez o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU. Por 18 minutos, Lula defendeu a soberania nacional, destacou a importância da pauta ambiental e de organismos internacionais, mencionou a defesa da democracia no Brasil e defendeu a independência de um Estado palestino.
Logo após Lula, foi a vez de Donald Trump. Em seu mais longo discurso na ONU, Trump falou por mais de 50 minutos. E o que se viu foi um completo antagonismo a Lula: críticas à ONU e ataques a imigrantes. O presidente dos EUA classificou as mudanças climáticas como “uma farsa” e defendeu seu tarifaço.
Até que, surpreendentemente, Trump relatou um breve encontro com Lula nos bastidores, dizendo ter tido “uma química excelente” com o brasileiro. O presidente dos EUA afirmou que deve fazer uma reunião com Lula na semana que vem – encontro ainda sem detalhes e visto com cautela pela diplomacia brasileira.
Para explicar os antagonismos dos discursos de Trump e Lula e o que pode significar uma aproximação entre os dois, Natuza Nery conversa com Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. Casarões classifica as divergências entre eles e aponta quais as perspectivas de negociação entre EUA e Brasil depois de meses de deterioração nas relações entre os países.
O que você precisa saber:
Trump diz que abraçou Lula, cita ‘ótima química’ e anuncia reunião na semana que vem
DISCURSO DE LULA: Veja íntegra da fala do presidente do Brasil na ONU
VÍDEO: ‘Ele gostou de mim, eu gostei dele’ e ‘química excelente’ – o que Trump disse sobre Lula
ANÁLISE: 39 segundos de química? Toda cautela é pouca
ANDRÉIA SADI: Como aliados de Bolsonaro reagiram à fala de Trump
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação: Natuza Nery.
A química entre Trump e Lula
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Lula durante discurso de Trump na ONU
Brendan SMIALOWSKI/AFP e Evan Vucci/AP
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A química entre Trump e Lula – O Assunto #1562


Como é tradição, o presidente brasileiro fez o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU. Por 18 minutos, Lula defendeu a soberania nacional, destacou a importância da pauta ambiental e de organismos internacionais, mencionou a defesa da democracia no Brasil e defendeu a independência de um Estado palestino.
Logo após Lula, foi a vez de Donald Trump. Em seu mais longo discurso na ONU, Trump falou por mais de 50 minutos. E o que se viu foi um completo antagonismo a Lula: críticas à ONU e ataques a imigrantes. O presidente dos EUA classificou as mudanças climáticas como “uma farsa” e defendeu seu tarifaço.
Até que, surpreendentemente, Trump relatou um breve encontro com Lula nos bastidores, dizendo ter tido “uma química excelente” com o brasileiro. O presidente dos EUA afirmou que deve fazer uma reunião com Lula na semana que vem – encontro ainda sem detalhes e visto com cautela pela diplomacia brasileira.
Para explicar os antagonismos dos discursos de Trump e Lula e o que pode significar uma aproximação entre os dois, Natuza Nery conversa com Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. Casarões classifica as divergências entre eles e aponta quais as perspectivas de negociação entre EUA e Brasil depois de meses de deterioração nas relações entre os países.
O que você precisa saber:
Trump diz que abraçou Lula, cita ‘ótima química’ e anuncia reunião na semana que vem
DISCURSO DE LULA: Veja íntegra da fala do presidente do Brasil na ONU
VÍDEO: ‘Ele gostou de mim, eu gostei dele’ e ‘química excelente’ – o que Trump disse sobre Lula
ANÁLISE: 39 segundos de química? Toda cautela é pouca
ANDRÉIA SADI: Como aliados de Bolsonaro reagiram à fala de Trump
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação: Natuza Nery.
A química entre Trump e Lula
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Lula durante discurso de Trump na ONU
Brendan SMIALOWSKI/AFP e Evan Vucci/AP
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Em 1º programa após suspensão, Jimmy Kimmel diz que não tinha intenção de ‘fazer piada’ com morte de Kirk


Jimmy Kimmel em 1º programa após suspensão
Reprodução/Youtube
O apresentador Jimmy Kimmel disse em seu programa que não tinha a intenção de “fazer piada com o assassinato de um jovem”. Esta terça-feira (23), pelo horário local, marca a primeira exibição do “Jimmy Kimmel Live!” após a suspensão que durou uma semana.
“Eu não acho que o que vou dizer vai fazer muita diferença. Se você gosta de mim, você gosta. Se não, não gosta. Eu não tenho a ilusão de mudar a opinião de alguém. Mas eu quero deixar algo claro porque é importante para mim como ser humano. E isso é: vocês entendem que nunca foi a minha intenção de fazer piada sobre o assassinato de um jovem”, afirmou.
A rede americana ABC havia tirado do ar o programa “Jimmy Kimmel Live!” por tempo indeterminado após o apresentador fazer comentários sobre o acusado de assassinar o ativista conservador Charlie Kirk. O talk-show tem grande audiência nos Estados Unidos.
Em um monólogo na segunda-feira (15), Kimmel sugeriu que o acusado, Tyler Robinson, seria um republicano pró-Trump.
“A turma do MAGA está desesperada para caracterizar esse garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa que não seja um deles e fazendo de tudo para tirar proveito político disso”, disse, segundo a imprensa americana. “Entre uma acusação e outra, também houve luto.”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a retomada do programa em suas redes sociais.
“Não acredito que a ABC Fake News devolveu o emprego ao Jimmy Kimmel. A Casa Branca foi informada pela ABC de que o programa dele tinha sido cancelado! Algo aconteceu entre então e agora, porque a audiência dele SUMIU, e seu “talento” nunca existiu”, afirmou.
Programa de Jimmy Kimmel é tirado do ar pós comentários sobre morte de Charlie Kirk
Charlie Kirk foi assassinado durante um evento na Universidade Utah Valley na quarta-feira (10). Ele se apresentava como conservador, alinhado ao movimento Make America Great Again (MAGA) e era considerado um aliado do presidente Donald Trump. Tyler Robinson foi preso na sexta (12) e indiciado por homicídio qualificado.
O caso ganhou forte repercussão nos Estados Unidos, levando a uma discussão sobre censura e liberdade de expressão na era Trump.
Jimmy Kimmel no Oscar 2023
AP Photo/Chris Pizzello
Economia

Prefeitura de Montes Claros facilita acesso à nova UPA do Renascença


Com o objetivo de promover dignidade e melhorar a qualidade de vida da população, a Prefeitura de Montes Claros segue realizando a pavimentação de vias em diversas regiões da cidade e, assim, solucionando problemas antigos de poeira durante a seca e lama nas épocas de chuvas.
Recentemente, o prefeito Guilherme Guimarães inaugurou a pavimentação asfáltica da Rua Jardel Filho, antiga Rua 13, no bairro Vila Regina, ligando aquela via à Rua Ipanema, no bairro Alice Maia. A obra vai proporcionar mais conforto e segurança tanto para os pedestres quanto para os motoristas e demais condutores de veículos, além de facilitar o acesso à nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA ), que está sendo construída naquela região pela Prefeitura.
O asfaltamento da Rua Jardel Filho, realizado com recursos próprios da Prefeitura de Montes Claros, ou seja, dinheiro do IPTU, ISS, IPVA, taxas e etc., também conecta ao novo complexo da Avenida João XXIII, ligando a Avenida Irmão Jaime Damião, no bairro Edgar Pereira, com o bairro Jardim Brasil.
Outro benefício é a melhoria do acesso ao Distrito Industrial e à BR-135, através da ponte da Avenida Carlos Ferrante, sobre o rio Vieira, inaugurada recentemente pela Prefeitura de Montes Claros.
“Somente aqueles que vivem em ruas não pavimentadas percebem a importância do asfalto, que impacta diretamente a qualidade de vida, a saúde e a segurança, facilita o tráfego e incrementa a acessibilidade e a proteção para todos”, comentou o prefeito Guilherme Guimarães, lembrando que Montes Claros é atualmente vista como a cidade mais desenvolvida de Minas Gerais, conforme reconheceu recentemente tanto o governador Romeu Zema quanto o seu vice, Mateus Simões.
UPA DO RENASCENÇA VAI AJUDAR A DESAFOGAR OS ATENDIMENTOS DE SAÚDE NA CIDADE
Solon Queiroz/SECOM-PMMC
Economia

Prefeitura de Montes Claros facilita acesso à nova UPA do Renascença


Com o objetivo de promover dignidade e melhorar a qualidade de vida da população, a Prefeitura de Montes Claros segue realizando a pavimentação de vias em diversas regiões da cidade e, assim, solucionando problemas antigos de poeira durante a seca e lama nas épocas de chuvas.
Recentemente, o prefeito Guilherme Guimarães inaugurou a pavimentação asfáltica da Rua Jardel Filho, antiga Rua 13, no bairro Vila Regina, ligando aquela via à Rua Ipanema, no bairro Alice Maia. A obra vai proporcionar mais conforto e segurança tanto para os pedestres quanto para os motoristas e demais condutores de veículos, além de facilitar o acesso à nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA ), que está sendo construída naquela região pela Prefeitura.
O asfaltamento da Rua Jardel Filho, realizado com recursos próprios da Prefeitura de Montes Claros, ou seja, dinheiro do IPTU, ISS, IPVA, taxas e etc., também conecta ao novo complexo da Avenida João XXIII, ligando a Avenida Irmão Jaime Damião, no bairro Edgar Pereira, com o bairro Jardim Brasil.
Outro benefício é a melhoria do acesso ao Distrito Industrial e à BR-135, através da ponte da Avenida Carlos Ferrante, sobre o rio Vieira, inaugurada recentemente pela Prefeitura de Montes Claros.
“Somente aqueles que vivem em ruas não pavimentadas percebem a importância do asfalto, que impacta diretamente a qualidade de vida, a saúde e a segurança, facilita o tráfego e incrementa a acessibilidade e a proteção para todos”, comentou o prefeito Guilherme Guimarães, lembrando que Montes Claros é atualmente vista como a cidade mais desenvolvida de Minas Gerais, conforme reconheceu recentemente tanto o governador Romeu Zema quanto o seu vice, Mateus Simões.
UPA DO RENASCENÇA VAI AJUDAR A DESAFOGAR OS ATENDIMENTOS DE SAÚDE NA CIDADE
Solon Queiroz/SECOM-PMMC
Economia

Mulher é presa em Manaus por torturar enteados e causar fraturas no crânio e na costela de bebê


Violência e abuso sexual infantil: saiba como denunciar
Uma mulher de 44 anos foi presa nesta terça-feira (23), no conjunto Campos Sales, bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus, para cumprir mandado de prisão definitiva por tortura contra três enteados.
Ela foi condenada a 9 anos, 11 meses e 29 dias de reclusão por crimes cometidos em 2018, que resultaram em fraturas no crânio e na costela de uma criança de 2 anos e em agressões constantes contra outras duas, de 5 e 8 anos.
A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). A delegada Kassia Evangelista afirmou que a mulher agredia os enteados de forma contínua.
📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp
“Ela praticava agressões reiteradas contra as crianças, chegando a causar fraturas no crânio e na costela da criança de 2 anos. Os crimes chegaram ao conhecimento das autoridades por meio do médico responsável pelo atendimento emergencial, que constatou as fraturas e outras lesões anteriores já cicatrizadas”, explicou.
A investigação também apontou que os castigos e as violências atingiam as outras duas crianças.
“Foi constatada a prática constante e reiterada de tortura contra os irmãos mais velhos, que conviviam com o genitor e a autora”, completou a delegada.
Na sentença, a Justiça também condenou o pai das crianças por omissão. Ele recebeu pena de 1 ano, 3 meses e 29 dias, mas a execução foi suspensa, com a obrigação de prestar serviços à comunidade durante dois anos.
A mulher foi levada para audiência de custódia e permanece à disposição da Justiça.
Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca) investiga o caso.
Rebeca Beatriz/G1 AM
Economia

Mulher é presa em Manaus por torturar enteados e causar fraturas no crânio e na costela de bebê


Violência e abuso sexual infantil: saiba como denunciar
Uma mulher de 44 anos foi presa nesta terça-feira (23), no conjunto Campos Sales, bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus, para cumprir mandado de prisão definitiva por tortura contra três enteados.
Ela foi condenada a 9 anos, 11 meses e 29 dias de reclusão por crimes cometidos em 2018, que resultaram em fraturas no crânio e na costela de uma criança de 2 anos e em agressões constantes contra outras duas, de 5 e 8 anos.
A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). A delegada Kassia Evangelista afirmou que a mulher agredia os enteados de forma contínua.
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“Ela praticava agressões reiteradas contra as crianças, chegando a causar fraturas no crânio e na costela da criança de 2 anos. Os crimes chegaram ao conhecimento das autoridades por meio do médico responsável pelo atendimento emergencial, que constatou as fraturas e outras lesões anteriores já cicatrizadas”, explicou.
A investigação também apontou que os castigos e as violências atingiam as outras duas crianças.
“Foi constatada a prática constante e reiterada de tortura contra os irmãos mais velhos, que conviviam com o genitor e a autora”, completou a delegada.
Na sentença, a Justiça também condenou o pai das crianças por omissão. Ele recebeu pena de 1 ano, 3 meses e 29 dias, mas a execução foi suspensa, com a obrigação de prestar serviços à comunidade durante dois anos.
A mulher foi levada para audiência de custódia e permanece à disposição da Justiça.
Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca) investiga o caso.
Rebeca Beatriz/G1 AM