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Telegram diz que removeu grupos de forrozeiros acusados de vazar cenas de sexo com mulheres que conheceram em casas de forró


Mulheres acusam homens de vazarem fotos e vídeos íntimos após encontros em casas de forró
O Telegram informou na quarta-feira (30) ao g1 que removeu dois grupos usados por forrozeiros denunciados por vazar e vender cenas de sexo com mulheres que conheceram em casas de shows e festivais de forró no Brasil e no exterior. Ainda segundo a plataforma digital, as identidades e os dados de quem comete crimes virtuais podem ser divulgados às autoridades mediante decisão judicial (saiba mais abaixo).
As vítimas foram fotografadas e filmadas por esses homens, sem conhecimento delas, durante relações sexuais consensuais que tiveram com os parceiros fora dos locais dos eventos. Depois souberam ou viram que esses nudes não autorizados por elas acabaram divulgados nos grupos “Cremosinhas da Putaria” e “Vazadinhas Inéditas”, ambos hospedados no Telegram.
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“Os grupos que você nos enviou já foram removidos pelos moderadores. Se você encontrar qualquer outro conteúdo para denunciar, eu agradeceria muito se pudesse compartilhar os links para que os moderadores possam investigar mais a fundo”, respondeu o representante do Telegram no Brasil por e-mail à equipe de reportagem.
“O Telegram pode divulgar para autoridades o endereço IP [sigla para Protocolo de Internet] e o número de telefone de criminosos que violam seus termos de serviço em resposta a solicitações legais válidas. Essa política está em vigor desde 2018 e permite que o Telegram auxilie investigações policiais e mantenha a plataforma segura”, informa um dos trechos da nota da plataforma (veja abaixo o restante do comunicado).
A remoção dos grupos ocorreu alguns dias depois de o g1 entrar em contato com o Telegram informando da existência do “Cremosinhas da Putaria” e do “Vazadinhas Inéditas”. E de que eles compartilhavam imagens íntimas de mulheres.
PF vai investigar grupos
Telegram informou que os grupos “Cremosinhas da Putaria” e “Vazadinhas Inéditas” (nas fotos à esquerda e à direita, respectivamente) foram removidos da plataforma após reportagem do g1. Ao centro, casais dançam forró em uma das casas citadas num dos grupos
Reprodução
Na terça-feira (29) o g1 noticiou que a Polícia Federal (PF) de São Paulo vai investigar esses grupos por revenge porn (pornografia de vingança) e assédio sexual. Como outras mulheres que chegaram a namorar os forrozeiros também os acusaram por agressões e perseguições, a PF poderá apurar lesão corporal e ameaça.
A Polícia Federal ainda tentará identificar e responsabilizar os homens que cometeram esses crimes contra as vítimas. Pelo menos 12 mulheres procuraram a Bancada Feminista do PSOL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e na Câmara Municipal da cidade para denunciar os abusadores.
Sete delas afirmaram que tiveram fotos e vídeos íntimos compartilhados sem autorização por homens que conheceram no ano passado em eventos de forró. Outras cinco relataram ter sido assediadas e agredidas por frequentadores de casas do gênero e professores de escolas de dança.
Os crimes ocorreram na capital paulista, em Cotia, na região metropolitana de São Paulo, no Rio de Janeiro e em Turim, na Itália.
Vítimas são abordadas no forró
Mulheres denunciam homens por venderem fotos íntimas
O g1 conversou com duas dessas mulheres e recebeu o áudio de uma outra vítima. Elas aceitaram falar sem que fossem identificadas. As entrevistas foram gravadas em vídeo (veja acima).
“Minha vida virou um inferno. Eu não dormia mais, já estava com crise de pânico, de ansiedade”, disse uma mulher que acusa um ex-namorado que conheceu no Remelexo de ter divulgado fotos nuas dela no “Cremosinhas da Putaria”.
Segundo um ex-membro do “Cremosinhas da Putaria”, que denunciou o grupo a uma das vítimas, ele foi criado há quase uma década, tinha cerca de 150 participantes e cobrava taxa de R$ 50 mensais deles. O denunciante encaminhou prints da página para a mulher, que teve imagens suas exibidas na rede.
Entre os membros desse grupo estavam forrozeiros, professores e músicos de bandas que frequentavam, davam aulas ou tocavam em oito casas e projetos ligados ao forró: Remelexo, Canto da Ema, Baile dos Ratos, Forró dos Ratos, Miliduki, Jai Club, To The Sea e Giramundo.
Ainda segundo o ex-membro do grupo, eram nesses espaços que os integrantes do “Cremosinhas da Putaria” abordavam as mulheres para tentar ter relações sexuais com elas fora dali. Para isso, combinavam quem seriam as vítimas e trocavam informações sobre elas, como vídeos e fotos, dados pessoais, eventos de forró que iam, preferências na cama, se transavam após as baladas de forró, fragilidades e se tinham filhas.
‘Carne para ser consumida’
Mulher recebeu na rede social print com foto dela em página de grupo de forrozeiros no Telegram. Segundo denunciante, homens postavam imagens nuas de mulheres com as quais tiveram relacionamento
Reprodução
Os participantes do grupo chamavam as mulheres de “presas” e diziam compartilhar vídeos “das mais gostosas do forró para sexo fácil” no “Cremosinhas da Putaria”.
“Vocês são vistas como carne para ser consumida”, escreveu o ex-membro do grupo, numa das trocas de mensagens com uma das vítimas. O g1 teve acesso a essa e outras conversas (veja nesta reportagem).
Em fevereiro deste ano a capa do “Cremosinhas da Putaria” foi exposta como forma de denúncia em redes sociais voltadas ao público que frequenta o forró. Entre as fotos, estavam algumas de mulheres fazendo sexo com homens (as imagens foram borradas nesta matéria pelo g1). Houve repercussão à época, inclusive com posicionamentos de algumas casas citadas no grupo. Músicos e mulheres também comentaram.
Posteriormente, surgiram outras vítimas e mais denúncias parecidas. Em uma delas, uma brasileira que vive em Turim contou à Bancada Feminista que suspeita que sua imagem íntima foi gravada e divulgada sem o seu consentimento no “Vazadinhas Inéditas” do Telegram. Ela desconfia de um italiano e de um inglês com quem se relacionou após ter conhecido em festivais de forró na Itália.
“Eu só consegui ver uma imagem de uma… como se fosse um vídeo, a capa de um vídeo. Porque eu lembro que tinha o logo do play e um pedaço de pele da cor da minha”, falou a mulher.
Grupo na Europa é investigado
‘Vazadinhas Inéditas’ é outra página que circula na Europa e mostra imagens íntimas sem autorização de mulheres que frequentam o forró
Reprodução
Assim como o “Cremosinhas da Putaria”, o “Vazadinhas Inéditas” também é voltado a homens que frequentam forrós, mas na Europa. O grupo se descreve como um espaço no qual são compartilhados vídeos “caseiros das mais gostosas do forró para sexo fácil”. E cita Portugal e Alemanha como alguns dos países onde as vítimas poderiam ser encontradas.
Outras mulheres também disseram ter nudes divulgados em alguns desses grupos. Uma outra vítima que mora em São Paulo falou que viu o vídeo íntimo dela e se reconheceu nele porque aparecia sua tatuagem nas costas. A imagem foi compartilhada com ela por um amigo.
Após isso, a mulher contou que ficou com receio de voltar a dançar. “Fiquei muito mal com essa história, nem quero mais colar nos forrós de São Paulo”, num áudio enviado ao g1.
Mais vítimas relataram ter sofrido outros tipos de violência no contexto do forró, como ameaças de morte e agressões físicas cometidas por frequentadores e músicos de bandas. Também disseram que ocorreram comportamentos inapropriados e assédio sexual por parte de frequentadores e professores de forró durante a dança.
Feministas criam rede de apoio
Mulheres da Bancada Feminista do PSOL mostram flor de crochê que será distribuída a frequentadoras de casas e festivais de forró para protestar contra o assédio
g1 SP
Todas essas denúncias feitas para a Bancada Feminista seguiram para o Ministério Público Federal (MPF), na capital paulista. A Procuraria acompanha o caso e pediu para a PF abrir inquérito. Alguns dos abusadores foram identificados previamente pelas mulheres, outros ainda não.
“Tem fortes indícios, pelo que a gente conseguiu levantar e coletar, de que é uma organização criminosa. As denúncias seriam a ponta de um iceberg que vai revelar uma rede que tem probabilidade de ser inclusive internacional”, falou ao g1 a advogada Gabriela Nery Rossi Leão, que colabora com a bancada.
Segundo Debora Machado, assessora cultural da bancada, a intenção das feministas não é a de criminalizar o forró, mas levar a discussão sobre misoginia às casas de shows. Até para que homens possam abraçar a campanha de conscientização e garantir que mulheres continuem a frequentar esses espaço, mas com segurança.
“As mulheres acham que esse caso acaba sendo individual, quando a gente foi percebendo que isso está sendo uma prática dentro do ambiente do forró. O que é muito triste, mas a gente também quer que essas mulheres se encorajem para falar”, disse Debora.
Flor de crochê contra misoginia
Frente Fulô iniciou campanha contra assédio e misoginia no forró no festival nacional em Itaúnas, em julho de 2025 no Espírito Santo
Divulgação
Com esse propósito, a bancada lançou a Frente Fulô — sigla para Forró Unido Livre de Ódio —, que faz referência a uma flor de crochê. “A gente está começando uma campanha de conscientização que vai circular por dentro do ambiente do forró para trazer uma mudança”, falou a assessora.
A proposta é que a flor de crochê seja usada por forrozeiras, cantores e cantoras em casas de shows e festivais, como símbolo da luta contra a misoginia. Quem quiser fazer denúncias contra assédio no forró pode acessar a página da Fulô na internet.
Um relatório da SaferNet Brasil, enviado em 2024 ao Ministério Público Federal, à Polícia Federal e a autoridades francesas, aponta que mais de 1,25 milhão de usuários do Telegram no Brasil participam de grupos que compartilham crimes digitais. Entre eles estão a venda e a divulgação de imagens íntimas vazadas sem consentimento, material pornográfico criado com inteligência artificial e conteúdos de abuso sexual infantil.
O g1 procurou todas os oito espaços citados. Até a última atualização desta reportagem, somente Jai Club e Forró dos Ratos não haviam se pronunciado. As demais repudiaram as atitudes de homens que abordam mulheres que frequentam suas casas para expor elas nas redes sociais. Veja aqui o que elas disseram.
O que diz o Telegram
Telegram
Getty Images
O Telegram foi procurado para comentar o assunto antes da publicação da reportagem, mas não havia respondido o g1 até a sua publicação na terça-feira (29). A empresa foi questionada sobre que medidas irá tomar diante da denúncia de que grupos da plataforma estão divulgando imagens íntimas de mulheres sem autorização.
Na quarta-feira (31), o Telegram se posicionou por meio da nota abaixo:
“Pornografia não consensual é estritamente proibida pelos Termos de Serviço do Telegram e é removida prontamente. O Telegram monitora proativamente as partes públicas do aplicativo e aceita denúncias para remover milhões de conteúdos nocivos todos os dias, incluindo pornografia não consensual.
O Telegram aceita denúncias de todos os usuários e organizações por meio das ferramentas de denúncia no aplicativo e pelos canais dedicados por e-mail, como abuse@telegram.org. Toda denúncia é analisada.
Para informações mais detalhadas e estatísticas diárias, visite a página de moderação do Telegram em https://telegram.org/moderation.
Adicionalmente, gostaria de aproveitar para fornecer um posicionamento sobre a afirmação da SaferNet, presente na notícia do G1, segue:
A afirmação de que 1 milhão de usuários brasileiros do Telegram estão em grupos que compartilham material de abuso sexual infantil (CSAM) é certamente um número absurdo, já que o Telegram está totalmente comprometido em impedir que conteúdos ilegais, incluindo CSAM e mídia não consensual, apareçam em sua plataforma, e aplica uma política rigorosa de tolerância zero.
Desde 2018, todo conteúdo de mídia enviado à plataforma pública do Telegram é verificado em comparação com um banco de dados abrangente de CSAM previamente removido pelos moderadores do Telegram. Esse banco de dados é reforçado com dados da Internet Watch Foundation. O Telegram pode divulgar para autoridades o endereço IP e o número de telefone de criminosos que violam seus termos de serviço em resposta a solicitações legais válidas. Essa política está em vigor desde 2018 e permite que o Telegram auxilie investigações policiais e mantenha a plataforma segura.”
Ao menos 12 mulheres levaram denúncias para grupo feminista. Casos estão com o Ministério Público Federal
g1 Design
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Discussão por uso de Wi-Fi termina com mulher esfaqueada pela irmã em São José dos Campos


O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) em São José dos Campos
Rauston Naves/TV Vanguarda
Uma mulher de 48 anos ficou ferida após ser esfaqueada pela própria irmã, de 37, durante uma briga pelo uso do Wi-Fi da casa da família. O caso aconteceu em São José dos Campos (SP), na noite desta quarta-feira (31).
Segundo informações do boletim de ocorrência, a autora do crime contou com a ajuda do companheiro para esfaquear a irmã. O casal fugiu após o crime e está foragida, enquanto a vítima está internada no Hospital Municipal de São José.
“A motivação do crime teria sido uma discussão relacionada ao uso da rede Wi-Fi da casa. Ainda segundo a vítima, ela e sua irmã teria entrado em vias de fato e, após se retirar do local, (a irmã) retornou acompanhada (do companheiro). Este teria imobilizado a vítima enquanto (a irmã) a golpeava com uma faca”, narra o boletim de ocorrência.
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O caso aconteceu em uma casa da avenida Senador Teotônio Vilela, no bairro Monte Castelo, na região central da cidade.
A Polícia Militar foi acionada e encontrou a vítima com ferimentos provocados por facadas no ombro direito e no braço esquerdo, que estavam sangrando. Ela recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada pelo Samu ao hospital.
Quando os policiais militares chegaram na casa, os suspeitos já haviam fugido. A faca usada no crime também não foi encontrada no imóvel, mas três celulares foram apreendidos.
Uma terceira irmã das mulheres envolvidas no crime informou aos policiais que a vítima e a autora têm uma relação conturbada, com brigas frequentes.
O boletim de ocorrência cita ainda que a vítima denunciou uma ameaça feita pela autora do crime em 2019.
O caso foi registrado como tentativa de homicídio.
Mortes violentas caem, mas feminicídios aumentam no Brasil
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Criminosos fingem ser policiais e matam a tiros homem de 41 anos na Zona Sudeste de Teresina

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Um homem de 41 anos, identificado apenas como Diogo, foi assassinado a tiros no início da tarde desta quinta-feira (31), dentro da casa em que morava, no bairro Dirceu, na Zona Sudeste de Teresina. Segundo a Polícia Militar, seis criminosos fingiram ser policiais e pediram que a vítima abrisse a porta da residência.
*A reportagem está em atualização.
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Policial civil aposentado é preso suspeito de estuprar filha com síndrome de Down em Varginha, MG


Um policial civil aposentado, de 64 anos, foi preso em flagrante em Varginha (MG) por suspeita de estuprar a própria filha, de 26 anos, que tem síndrome de Down. O crime teria acontecido na tarde da última terça-feira (29). A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso.
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De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da vítima, de 49 anos, contou que havia saído de casa para resolver assuntos pessoais e deixou a filha sob os cuidados do pai. Quando retornou, ela teria encontrado a jovem sem roupas e o suspeito seminu.
Ainda segundo o registro policial, a mulher teria agredido o homem e chamado familiares para ajudar a contê-lo até a chegada da polícia. A vítima teria confirmado a situação aos policiais.
Policial civil aposentado é preso suspeito de estuprar filha com síndrome de Down em Varginha, MG
Reprodução EPTV
O suspeito foi levado para a Delegacia de Polícia Civil em Varginha, onde teve a prisão em flagrante ratificada. O celular dele foi apreendido. Segundo a Polícia Civil, um inquérito foi instaurado para apurar a denúncia, que segue sob responsabilidade da delegacia do município.
Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que o homem foi conduzido ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. Já a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) afirmou que, até o momento, não há registro de entrada do suspeito no sistema penitenciário administrado pelo Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG).
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Cinco réus são julgados por assassinato brutal na comunidade de Boim, em Santarém


Júri popular acontece no Fórum de Justiça de Santarém
Kamila Andrade/g1
Cinco réus acusados de participação em um assassinato brutal ocorrido em 2017 na comunidade de Boim, região de rios de Santarém, oeste do Pará, são julgados pelo Tribunal do Júri no Fórum da Comarca do município. O júri popular começou nesta quinta-feira (31).
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No banco dos réus estão Rosiney Fernandes, Gracildo da Silva, Pedro da Silva, Carlinho e Gico. Eles respondem pela morte de Anderson Mateus de Oliveira Pedroso, de 22 anos, assassinado na madrugada de 6 de novembro de 2017 com diversos golpes de arma branca. O corpo foi encontrado por moradores nas proximidades do Microssistema de Abastecimento de Água da comunidade, com corte na garganta e múltiplas perfurações.
Segundo o inquérito policial, os cinco acusados participaram ativamente da execução, desferindo golpes de faca contra a vítima. O crime teria sido motivado por uma suposta acusação feita por Anderson contra Pedro da Silva, apontado como autor de violência contra uma mulher.
A cena do crime causou comoção: o corpo de Anderson foi descoberto às margens da Travessa Urbelino Serique, em um cenário que evidenciava a brutalidade do ataque.
A sessão do júri pode durar o dia inteiro e se estender até sexta-feira (1º), a depender do número de testemunhas ouvidas e da duração das falas da acusação e da defesa.
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Após pressão popular e da UE, Zelensky reverte lei que enfraquecia órgãos anticorrupção

O mandatário da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assinou nesta quinta-feira (31/07) a reforma anticorrupção, que mantém a independência dos órgãos de combate à corrupção no país, e anulam as leis anteriormente aprovadas, que concentravam o poder das instituições na Presidência. De acordo com Zelensky, o projeto de lei – aprovado com unanimidade entre os 331 deputados […]

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Avô é preso suspeito de estuprar e cortar cabelo da neta de seis anos como forma de tortura em Manaus


Homem é preso por estuprar e torturar neta de seis anos em Manaus
Divulgação/PC-AM
Um homem de 48 anos foi preso em Manaus suspeito de estupro de vulnerável e tortura contra sua neta de apenas seis anos. A prisão aconteceu no bairro São José Operário, Zona Leste da cidade, onde também foi realizada busca e apreensão.
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A denúncia partiu do Ministério Público do Amazonas (MPAM) e chegou ao Conselho Tutelar. Segundo relatos, a criança era vítima de abusos sexuais praticados pelo avô. A mãe da menina, de 23 anos, percebeu machucados e vermelhidão na região íntima da filha, após queixas de dor.
As investigações indicam que o suspeito cortava os cabelos da criança como forma de tortura quando ela resistia aos abusos. Fios de cabelo foram encontrados na residência.
Em depoimento especial, a criança confirmou os abusos e disse ter presenciado o avô oferecendo sedativos à mãe, que também seria vítima de violência sexual. A menina contou, ainda, que era colocada dentro de uma máquina de lavar roupas para não testemunhar os crimes contra a genitora.
A filha do acusado relatou ameaças constantes. Os crimes praticados contra ela estão sendo investigados pela Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM). O homem já foi indiciado por estupro e ameaça contra a filha.
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Cidade mineira transforma ‘morango do amor’ em patrimônio cultural imaterial


A Prefeitura de Senador Amaral (MG) tornou o doce “morango do amor” em patrimônio cultural imaterial. Agora o município, que é um grande produtor da fruta, quer o reconhecimento do estado.
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O doce que viralizou e se tornou febre em todo país, foi o vencedor do concurso gastronômico do Festival de Inverno de 2025 de Senador Amaral, realizado em junho.
“Depois do concurso, o doce virou febre”, afirmou o secretario municipal de Turismo e Cultura, Evanil Emiler da Silva.
Senador Amaral torna o “morango do amor” em Patrimônio Cultural Imaterial”
Reprodução EPTV
O secretário foi o responsável pelo inventário de proteção do acervo cultural do município que conferiu ao doce o título de patrimônio imaterial.
O inventário mostra a importância do morango para Senador Amaral, um dos maiores produtores de Minas Gerais, com 21 milhões de pés em uma área plantada de 420 hectares. O município produz 32 mil toneladas anualmente.
Senador Amaral é um dos maiores produtores de morango de Minas Gerais
Reprodução EPTV
O mesmo documento foi entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) para buscar o reconhecimento estadual.
“Para ser tombado, o primeiro passo tem que ser inventariado. A partir agora das ações que a gente realizar com o morango, cada vez mais ele vai criando forças, caracterizando esse produto exclusivo de Senador Amaral”, explicou Silva.
O reconhecimento pode garantir recursos para o município por meio do ICMS cultural, segundo o secretário.
“Senador Amaral sai na frente. Com esse registro a gente capita recursos para cidade que soma aí na pontuação do patrimônio cultural e a gente consegue cada vez mais trabalhar a cultura do nosso município”, afirmou.
A decisão sobre o reconhecimento do estado deve sair até o final do ano.
Febre do morango do amor tem explicação? Veja o que dizem especialistas
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