Economia

Fuvest abre inscrições para simulado presencial do vestibular 2026; saiba como participar


Fuvest abre inscrições para simulado presencial do vestibular 2026
Alex Silva/Estadão Conteúdo
A Fuvest, que organiza o vestibular para a Universidade de São Paulo (USP), abriu inscrições para o simulado da prova de conhecimentos gerais. A ideia é ajudar os estudantes a se prepararem para a primeira fase do vestibular 2026.
📚O simulado ocorre no dia 19 de outubro em oito cidades, incluindo São Carlos (SP), Ribeirão Preto e Pirassununga, e custa R$ 50. A inscrição pode ser feita até as 12h do dia 7 de outubro pelo site oficial da Fuvest.
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Candidatos da Fuvest fazem a prova da primeira fase do vestibular da USP
Gian Dias/TV Globo
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📝O simulado
A iniciativa da Fuvest é contribuir para a preparação dos candidatos ao vestibular 2026. O simulado presencial será realizado em seis campi do interior do estado (Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos) e dois da capital paulista (USP Butantã e USP Leste).
Assim como no vestibular oficial, o simulado vai reproduzir as mesmas condições de prova. Os portões abrem ao meio-dia e fecham às 13h, quando começa a aplicação.
A prova terá 90 questões de múltipla escolha, no mesmo formato da primeira fase da Fuvest. “As questões serão majoritariamente inéditas”, explicou o diretor-executivo da instituição, Gustavo Monaco.
Segundo ele, o simulado vai refletir as mudanças no Programa do Vestibular aprovadas no ano passado, com mais interdisciplinaridade, ou seja, questões que conectam conhecimentos de diferentes áreas. Também passarão a ser exigidas de forma mais direta matérias de Filosofia, Sociologia, Artes e Educação Física.
👩‍🎓👨‍🎓Limite de vagas
Foram disponibilizadas 10.270 vagas limitadas por região. Caso esse limite seja atingido, as inscrições podem ser encerradas a qualquer momento.
As vagas estão distribuídas da seguinte forma: São Paulo (6.175), São Carlos (1.350), Ribeirão Preto (1.260), Lorena (630), Piracicaba (360), Bauru (315) e Pirassununga (180).
A Fuvest vai divulgar a prova e o gabarito oficial do simulado no dia 20 de outubro pela internet. A partir do dia 30 de outubro os participantes poderão conferir o seu desempenho na prova.
A primeira fase do vestibular será realizada em 23 de novembro deste ano, e as provas de 2ª fase, em 14 e 15 de dezembro.
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Economia

Chefe da TCP morto na Maré, Cria tinha 200 anotações criminais e comandava tribunal do tráfico: ‘Sanguinário’, diz secretário


Operação deixa chefe do tráfico morto no Complexo da Maré
Edmilson Marques de Oliveira, conhecido como Cria ou Di Ferro, apontado como chefe do Terceiro Comando Puro (TCP) no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, tinha 200 anotações criminais e, segundo investigações, comandava um “tribunal do tráfico” que determinava execuções na região.
Cria foi morto nesta sexta-feira (26) durante uma operação emergencial da Polícia Civil. Contra ele, havia três mandados de prisão em aberto. Um dos crimes que segundo a polícia tiveram a participação de Edimilson foi o ataque que culminou na morte de dois PMs do Bope em 2024.
“Ele matava não só adversários ou ali pessoas que eram marginais. Ele matava moradores, matava adolescentes. Tem relatos dele ter matado uma senhora idosa. Enfim, era um marginal extremamente perigoso e mau. Sanguinário”, diz o secretário de Polícia Civil do Rio, Felipe Curi.
“Ele era conhecido como homem da guerra do TCP, o homem que planejava todas essas guerras de disputa territorial”, acrescentou.
Cria havia assumido o comando do TCP em maio, após a morte de Thiago da Silva Folly, o TH, em ação do Bope.
Nesta sexta, a polícia informou que identificou movimentação de criminosos da Maré retomar do Comando Vermelho (CV) o Morro dos Macacos, em Vila Isabel, e enviou equipes para impedir confrontos. Houve troca de tiros, e Cria acabou morto.
Na última semana, o traficante aparece em imagens celebrando uma aliança entre o TCP e a facção Guardiões do Estado (GDE), do Ceará. Nas imagens, ele está de camisa branca e encapuzado, empunhando um fuzil, cercado por pelo menos 20 homens armados.
No discurso gravado, Cria afirmou que os grupos passariam a atuar em conjunto contra o CV.
“Quem quiser vir, pode vir; se fechar com a gente, as portas estão abertas. Agora, se for contra a gente, vão matar todo mundo”, disse o criminoso, que ainda convocou bandidos de outros estados para enfrentar o Comando Vermelho.
Traficante era violento e temido
Segundo investigadores e moradores da comunidade, Cria era temido na região e chegou a cometer homicídios por motivos banais. Ele vinha sendo monitorado há meses pelas forças de segurança.
Segundo relatos de moradores, a ascensão de Cria na Maré foi marcada por episódios de violência. Eles afirmam que o traficante mandou executar pessoas na comunidade, o que aumentou o clima de medo e reforçou a rejeição ao seu comando.
Uma das histórias mais citadas por moradores da Maré envolve a morte de um homem que teria derrotado Cria em um jogo de cartas. Após uma discussão, o traficante determinou que ele ficasse em casa, em uma espécie de prisão domiciliar. Dias depois, quando o homem saiu à rua, Cria foi avisado e o executou.
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Edmilson Marques de Oliveira, conhecido como Cria ou Di Ferro
Reprodução