Economia

TikTok será de propriedade majoritária e controlado por entidades dos EUA, segundo decreto de Trump

O TikTok será de propriedade majoritária e controlado por entidades norte-americanas, de acordo com um decreto assinado nesta quinta-feira pelo presidente Donald Trump. O acordo inclui “monitoramento intenso de atualizações de software, algoritmos e fluxos de dados”, de acordo com o texto do decreto divulgado pela Casa Branca. VEJA TAMBÉM: Ações para comprar ou vender […]
Economia

Mini-índice cai 0,85%, com correção, e dólar futuro sobe

O mini-índice (WINV25), ou Ibovespa futuro, encerrou esta quinta-feira (25) em queda de 0,85%, aos 146.328 pontos, acompanhando o movimento de realização de lucros na bolsa. Segundo análise técnica do BTG Pactual, divulgada mais cedo, a tendência de alta ainda deve se manter. Os suportes que balizam o movimento estão nos 147 mil pontos e […]
Economia

Cury (CURY3) anuncia pagamento de R$ 200 milhões em dividendos

A Cury (CURY3) anunciou nesta quinta-feira (25) o pagamento de R$ 200 milhões em dividendos. Terão direito aos dividendos aos acionistas da companhia na data-base de 30 de setembro de 2025. As ações da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 1º de outubro de 2025. CONFIRA: Quer entender as estratégias das maiores empresas e […]
Economia

Greenpeace acusa JBS (JBSS32) de comprar gado criado ilegalmente em terras indígenas

A JBS (JBSS32), maior empresa de carnes do mundo, comprou indiretamente gado criado ilegalmente em terras indígenas no Brasil, de acordo com uma investigação do Greenpeace divulgada nesta quinta-feira (25). O gado supostamente comprado pela gigante da carne bovina teria sido criado originalmente no território indígena amazônico Pequizal do Naruvôtu e depois “abasteceu indiretamente frigoríficos da […]
Economia

Soja fecha firme em Chicago após Argentina retomar impostos de exportação

Os contratos futuros de soja negociados na bolsa de Chicago terminaram em ligeira alta nesta quinta-feira (25), com a Argentina reimpondo os impostos de exportação após uma suspensão temporária. A Argentina reimplantou os impostos de exportação sobre grãos e seus derivados depois de suspendê-los por dois dias. Depois que Buenos Aires suspendeu os impostos na […]
Economia

Toyota suspende produção no país após chuva destruir fábrica em SP


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A Toyota suspendeu a produção em suas unidades no Brasil por causa de uma forte tempestade na última segunda-feira (22) que provocou danos na planta de Porto Feliz (SP), onde são produzidos os motores da marca de veículos.

Em razão dos danos na unidade de Porto Feliz, as fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, abastecidas pela planta de Porto Feliz e também localizadas no estado, interromperam as atividades.

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“Em uma primeira análise, a retomada da planta de motores deverá levar meses e, considerando essa situação, a empresa está buscando alternativas de fornecimento de motores junto a unidades da Toyota em outros países, com o objetivo de retomar a produção de veículos nas plantas de Sorocaba (SP) e Indaiatuba (SP)”, disse a montadora, em nota.

Com a suspensão, a empresa afirmou que está em tratativas com os trabalhadores. A proposta é a suspensão temporária do contrato de trabalho (layoff). Nesses casos, o trabalhador fica sem prestar serviços, sem receber o salário integral. O vínculo empregatício é mantido. 

Assembleia 

Os trabalhadores da fábrica de Sorocaba (SP) vão decidir, em assembleia virtual da categoria, a partir desta sexta-feira (25), se vão aceitar a proposta de layoff proposto pela empresa. Os funcionários terão até o dia 28 para deliberar sobre a proposta.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Oficinas Metalúrgicas, Mecânicas, de Materiais Elétricos e Eletrônicos, Siderúrgicas, Fundidos, Automobilísticas, Autopeças e Aeroespacial de Itu, Porto Feliz, Boituva e Cabreúva disse, em nota, que a empresa assumiu o compromisso de manter os empregos de todos os trabalhadores de Porto Feliz, inclusive com a garantia dos benefícios já negociados.

Questionada sobre a proposta oferecida, a Toyota respondeu que “as propostas serão apresentadas a partir de hoje, para votação nos próximos dias e, assim que aprovadas, serão aplicadas de forma emergencial”.

Economia

Mega-Sena não tem ganhador no concurso 2.919; prêmio vai a R$ 80 mi

O concurso 2.919 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (25), não teve acertador das seis dezenas. Com isso, o prêmio acumulou para R$ 80 milhões. O próximo sorteio está marcado para sábado (27).

As seis dezenas sorteadas foram: 03 – 26 – 28 – 37 – 42 – 53

A quina teve 66 bilhetes premiados. Cada um receberá R$ 34.524,56. Os 4.131 acertadores da quadra terão o prêmio de R$ R$ 909,21 cada.

Para o próximo concurso da Mega-Sena, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa.

O jogo também pode ser feito nas casas lotéricas de todo o país. A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Economia

Número de trabalhadores por aplicativo cresceu 170% em 10 anos, diz BC


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O número de pessoas trabalhando em aplicativos de transporte e de entrega aumenta a cada ano no Brasil. Entre 2015 e 2025, enquanto a população ocupada no país cresceu cerca de 10%, o número de trabalhadores por aplicativos aumentou 170%, passando de cerca de 770 mil para 2,1 milhões.

O Banco Central apresentou, nesta quinta-feira (25), cálculos que tentam descrever o impacto dos aplicativos no mercado e trabalho no Brasil, imaginando cenários com e sem as plataformas. A análise está no Relatório de Política Monetária referente ao terceiro trimestre de 2025. Os resultados sugerem que esse fenômeno do uso dos aplicativos teve impacto na taxa de participação na força de trabalho, no nível de ocupação e também na taxa de desocupação. 

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Um dos exercícios propõe três cenários, supondo que as plataformas não existissem: 

  1. Aqueles que hoje trabalham para os aplicativos teriam buscado emprego mas, sem sucesso, teriam se tornado desempregados.
  2. Essas pessoas não teriam sequer procurado uma ocupação e teriam passado diretamente para fora da força de trabalho.
  3. Uma situação intermediária: parte teria conseguido outra ocupação e parte não.

Nos três cenários, os níveis de ocupação são afetados. A taxa de desemprego aumentaria, por exemplo, entre 0,6 e 1,2 ponto percentual. Atualmente, a taxa de desemprego é 4,3%. Isso significa que, desconsiderados os aplicativos, o desemprego subiria para até 5,5%. 

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Um segundo exercício propõe um cálculo para estimar a relação entre o crescimento dos aplicativos e a evolução do nível de ocupação. As estimativas apresentadas pelo BC sugerem, nesse caso, que os aplicativos não tiraram trabalhadores das demais ocupações, e que a maioria dos seus trabalhadores estava fora do mercado de trabalho.

O BC conclui, então, que o advento do trabalho por meio de plataformas digitais “representa uma mudança estrutural no mercado de trabalho, que contribuiu para o maior ingresso de pessoas na força de trabalho e na ocupação, com efeitos positivos sobre os principais indicadores. O crescimento extraordinário da quantidade de trabalhadores por aplicativos resultou em elevação do nível de ocupação e da taxa de participação, além de uma redução da taxa de desocupação”, diz a análise.

Peso na economia

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) usados na análise mostram que, apesar do crescimento expressivo, a participação dos trabalhadores de aplicativos de transportes é relativamente pequena: passou de 0,8% para 2,1% da população ocupada, entre 2015 e 2025, e de 0,5% para 1,2% da população em idade de trabalhar (14 anos ou mais) no mesmo período.

O transporte por aplicativos, a partir de 2020, passou a fazer parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida de inflação usada como referência no sistema de meta para a inflação brasileira. Em agosto de 2025, o peso do subitem transporte por aplicativo no IPCA foi de 0,3%, enquanto, em comparação, o peso do subitem passagem aérea foi 0,6%.

“O uso de aplicativos de telefone e internet para contratação de serviços de transporte pessoal e de entrega surgiu cerca de uma década atrás e, desde então, tem crescido e se tornado relevante para a economia brasileira”, diz o BC.

Precarização do trabalho

Embora elevem os indicadores de ocupação, os aplicativos são responsáveis também pela precarização do trabalho. Relatório do Fairwork Brasil mostra que nenhum dos principais aplicativos conseguiram evidenciar o cumprimento de padrões mínimos de trabalho decente, como oferecer uma remuneração justa.

O estudo Plataformização e Precarização do Trabalho de Motoristas e Entregadores no Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vai na mesma direção e mostra que o trabalho mediado por aplicativos resultou em jornadas de trabalho mais longas, menor contribuição previdenciária e forte queda da renda média destes trabalhadores.

Segundo a pesquisa, entre 2012 e 2015, enquanto o total de motoristas autônomos no setor de transporte de passageiros era cerca de 400 mil, o rendimento médio ficava em torno de R$ 3,1 mil. Em 2022, quando o total de ocupados se aproximava de 1 milhão, o rendimento médio era inferior a R$ 2,4 mil. A proporção desses trabalhadores com jornadas entre 49 e 60 horas semanais passou de 21,8% em 2012 para 27,3% em 2022.

Já o percentual de motoristas de passageiros que contribuía com a previdência passou de 47,8%, em 2015, para 24,8%, em 2022, de acordo com o mesmo estudo.