Economia

Alckmin conversa por telefone com vice-presidente da China

O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, manifestou, ao vice-presidente da República Popular da China, Han Zheng, preocupação com relação às salvaguardas aplicadas pelo país asiático à carne bovina produzida no Brasil. Os dois vices tiveram uma conversa telefônica de aproximadamente 30 minutos nesta quarta-feira (28/01). Desde o dia 1º de janeiro, estão em vigor salvaguardas […]

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Economia

O Kannalha se emociona e pede respeito por religiões de matriz africana após terreiro ser pichado em Salvador


O Kannalha se emociona e pede respeito por religiões de matriz africana
O cantor Danrlei Orrico, O Kannalha, se emocionou ao falar de um ataque a um terreiro de Candomblé, localizado no bairro de Cajazeiras XI, em Salvador. O artista foi convidado ao Bahia Meio Dia, telejornal da TV Bahia, nesta quarta-feira (28), e pediu respeito à religiões de matriz africana.
“Meu coração ficou um pouco apertado, até fiquei com vontade de chorar. Já tive perto de pessoas que já sofreram vandalismo religioso e é muito triste poder ver uma coisa dessa”, lamentou, em conversa com o apresentador Vanderson Nascimento.
Adepto de uma religião de matriz africana, o cantor se emocionou ao refletir sobre a forte relação entre essas linhas religiosas e a história da Bahia.
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O Kannalha se emociona e pede respeito por religiões de matriz africana terreiro de Candomblé ser pichado em Salvador
Reprodução/TV Bahia
“Eu sou de religião de matriz africana. A minha ancestralidade, a nossa Bahia, nosso DNA é ancestral. Então, assim respeito galera. Pelo menos o respeito pela religião do próximo. Já tive perto de pessoas que sofreram isso, que eu amo muito e dói demais”, disse.
“Respeita a nossa história, da onde a gente veio. Vá ver a nossa história, da onde a gente vem”, aconselhou.
O Kannalha concorre ao Troféu Bahia Folia 2026 com a música “O Baiano Tem o Molho”, que viralizou nas redes sociais com a atuação de Wagner Moura no filme “O Agente Secreto”, indicado ao Oscar em 4 categorias. O cantor de pagodão participou do telejornal para falar de um show que fará no Nordeste de Amaralina, no dia 11 de fevereiro.
Palavras ‘Jesus’ e ‘assassinos’ foram pichadas na entrada do terreiro
O terreiro Nzo Mutá Lombô Ye Kayongo Toma Kwiza está localizado no bairro de Cajazeiras XI e tem 33 anos de atuação. De acordo com o babalorixá responsável pela casa, as palavras ‘assassinos’ e ‘Jesus’ foram escritas com tinta vermelha na entrada do local. Até o momento, ninguém foi preso.
De acordo com o babalorixá Pai Mutá, o crime foi percebido por volta das 7h, quando uma filha de santo chegou no local e o informou sobre as pichações. O portão de pedestres, o interfone e a caixa de correio também foram cobertos com tinta vermelha.
Terreiro em Salvador é vandalizado com pichações de “assassinos” e “Jesus”
Ainda de acordo com o babalorixá, essa foi a primeira vez que a casa sofreu um ataque do tipo. Segundo ele, o espaço sempre manteve uma relação respeitosa com os moradores da região, além de desenvolver trabalhos sociais voltados para a comunidade.
“Nossa fé resiste. Nosso sagrado não será silenciado. Buscaremos por Justiça”, diz a nota do terreiro.
Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações seguem para identificar os autores da intolerância religiosa.
Portão do terreiro foi pichado com ofensas em Salvador
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Economia

No Rio, em uma semana, bandidos assassinam 3 motoboys


Mais um motoboy assassinado no Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, em uma semana, bandidos assassinaram três motoboys.
Bruno Barbosa dos Santos, de 24 anos, é a vítima mais recente. Foi morto na terça-feira (27) à noite em São João de Meriti, Baixada Fluminense. As imagens mostram o momento em que os bandidos dão meia-volta e abordam o rapaz. Depois de dar um tiro no rosto de Bruno, a dupla fugiu.
Nesta quarta-feira (28) de manhã, durante um protesto perto do local do crime, amigos mostraram o capacete que o colega usava quando foi assassinado.
“Como que a gente sai sem medo para trabalhar? Me explica. Todo dia estão matando um de nós, irmão”, diz o motoboy Sanderson Silva.
No início da semana, outro assassinato e outro protesto. Paulo Vitor de Souza, de 22 anos, foi morto no domingo (25) à noite, na Zona Oeste da cidade, enquanto entregava pizzas. Depois de atirar várias vezes, os bandidos também escaparam.
Quase a mesma dinâmica da morte de Marcelo Júlio da Silva, de 52 anos, que também foi abordado no momento de uma entrega na Zona Norte do Rio. Marcelo ainda tentou fugir correndo, mas acabou atingido nas costas.
No Rio, em uma semana, bandidos assassinam 3 motoboys
Jornal Nacional/ Reprodução
Nesta quarta-feira (28) à tarde, mais protestos nas ruas da capital. O grupo se concentrou na porta do Palácio Guanabara, sede do governo estadual, enquanto representantes da categoria se reuniram na Assembleia Legislativa com a Comissão de Segurança Pública.
A Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos do Rio estima que as motos correspondem à metade dos veículos roubados no estado. Para os investigadores, não existe um motivo que explique esse fenômeno, que, ainda segundo a polícia, não é novo.
Quem roda na rua acredita que o mercado clandestino de peças roubadas que está alimentando toda essa violência. O Alan dos Santos Rocha mostra as peças que são mais visadas na moto. Ele, que roda há muitos anos levando e trazendo pedidos, dessa vez também tem um pedido para fazer:
“Se você for comprar uma peça da sua moto, procure ver uma autopeça de moto que seja credenciada, com CNPJ, tudo direitinho, que assim você não vai aumentar a criminalidade, não vai aumentar o roubo e o furto”.
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Economia

UEA 25 anos: conheça como surgiu a universidade que impacta a vida de milhares de amazonenses


UEA 25 anos: conheça a universidade que impacta a vida de milhares de amazonenses
Criada em 2001 para levar o ensino superior a regiões onde ele nunca havia chegado, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) completa 25 anos consolidada como uma das principais referências nacionais em interiorização universitária. O projeto, que nasceu em meio a desafios e limitações estruturais, hoje está presente em 17 municípios e transformou a vida de milhares de amazonenses.
➡️Uma série especial de reportagens do Jornal do Amazonas 2ª edição celebra os 25 anos da Universidade do Estado do Amazonas. O primeiro episódio da série foi exibido nesta quarta-feira (28). Assista acima.
A história da UEA começou com páginas em branco, ideias ousadas e coragem para enfrentar as barreiras geográficas do maior estado do país. A proposta era clara: sair da capital e levar cursos de graduação e formação profissional para os municípios do interior, aproximando o ensino superior da população.
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No início dos anos 2000, a universidade avançou para localidades distantes de Manaus e passou a estruturar um modelo educacional voltado à realidade amazônica. À frente da Pró-Reitoria de Interiorização por vários anos, o professor Valber Martins acompanhou de perto esse processo e os avanços alcançados ao longo da expansão da instituição.
“Os cursos ofertados para o interior, eles procuram atender realmente as necessidades de cada região, de cada município. Nós envolvemos realmente as partes ditas interessadas, para que nós possamos compreender as reais necessidades de cada município. Vai a UEA e oferece o curso visando, exatamente, atenuar esse atraso, esse problema do município. Ofertamos cursos que possam promover a inclusão social, promover o desenvolvimento para o município”, explicou.
Ao romper barreiras geográficas, a UEA ajudou a mudar o destino de milhares de famílias. Um dos exemplos é o da professora Emilly Marinho, indígena do povo Kokama, que teve acesso ao ensino superior por meio da universidade e hoje atua na educação, contribuindo para a formação de novas gerações.
“Eu costumo dizer que a UEA, pra mim, é uma segunda mãe porque eu consegui todo o meu processo formativo enquanto pessoa, professora, toda a minha identidade docente, ela se construiu dentro desse espaço de formação que é a Universidade do Estado do Amazonas. Eu entendi o meu papel como pesquisadora, como mulher indígena e de levar essa identidade do professor indígena, do professor docente, do professor do interior pra outros lugares” contou Emilly.
A trajetória da instituição também foi registrada em livro. A obra escrita por Etelvina Garcia, lançada há cinco anos, retrata os primeiros 20 anos da universidade. Segundo a autora, a UEA é um projeto jovem, mas que chega aos 25 anos com a missão ainda mais consolidada, emocionando quem se debruça sobre essa história.
A universidade começou com sete unidades, sendo cinco em Manaus e duas no interior do estado. Com o passar dos anos, cresceu em estrutura, número de cursos e alcance social. Atualmente, são 17 núcleos, incluindo centros em Parintins, Tefé, Itacoatiara, Lábrea e São Gabriel da Cachoeira, além de polos implantados conforme a demanda dos cursos em diferentes municípios.
Fachada UEA ENS
Daniel Brito/UEA
A consolidação da UEA é resultado de uma construção coletiva, envolvendo gestores, professores, técnicos e alunos. Esse período é lembrado pela professora Marilene Corrêa, segunda reitora da instituição entre 2007 e 2012, que destacou os desafios iniciais e o fortalecimento do processo de interiorização como marcos da universidade.
Durante sua gestão, Marilene deixou como legado projetos voltados à formação específica para atender às necessidades dos amazonenses do interior, alinhando o ensino superior às demandas sociais e regionais.
“O primeiro curso de odontologia, mestrado e doutorado da região norte foi aqui, além de termos fortalecido a área de engenharia, a área de medicina tropical, que já existia, mas era um curso que precisava ser fortalecido pelo Instituto Universitário e foi. Então, nesse sentido eu acho que foi o que marcou. A pós-graduação, o Programa de Formação Científica e Tecnológica das Unidades de Conservação, a conclusão do ProFormat e a interiorização de um modo geral. Os novos campos de São Gabriel da Cachoeira e Lábrega, que não tinha no sul do estado, e a articular toda a estrutura científica da UEA e de formação para a área ambiental”, lembrou.
Dentro das salas de aula, a história da UEA continua sendo escrita diariamente. Professores que acompanharam gerações de estudantes ajudaram a transformar a universidade em referência. É o caso do professor Mário Bessa, que atua na instituição desde a fundação e destaca o crescimento da UEA e o impacto direto na formação profissional dos alunos.
“Uma das coisas fortes da UEA é levar nível superior de qualidade para esses municípios que nós estamos tão distantes. E, às vezes, a gente leva um curso para lá que só vai existir uma única turma, porque se nós repetirmos o próprio curso, satura o mercado de trabalho que nem existe. Eu continuo aqui na ativa, eu continuo dando minhas aulas e espero ainda contribuir mais um pouquinho, algum tempinho aqui na UEA”, afirmou o professor.
Ao completar 25 anos, a universidade se consolida como um caminho de oportunidades, desenvolvimento e futuro para o Amazonas.
As bodas de prata celebram uma história escrita por muitas mãos — e que continua sendo construída todos os dias.
Economia

Dupla suspeita de homicídio qualificado durante festa no interior do TO é presa


Dupla é presa suspeita de homicídio em festa de Taguatinga
Dois homens, de 35 e 42 anos, foram presos por suspeita de envolvimento em uma troca de tiros que resultou em uma morte em Taguatinga, no sudeste do estado. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos nesta quarta-feira (28) e eles vão responder por homicídio qualificado.
Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu em uma festa na cidade. Três suspeitos começaram a trocar tiros em meio ao público. Um homem foi atingido na cabeça e morreu no local. Outras três pessoas também foram atingidas por tiros.
Os nomes dos indivíduos não foram divulgados e, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
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A ação, segundo apurado, causou grande risco à integridade física das pessoas que estavam no local, concluiu a polícia. Por isso, a Justiça decretou as prisões dos investigados no caso.
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“Trata-se de um crime de extrema gravidade, praticado em local público e com total desprezo pela vida humana. A Polícia Civil atuou de forma técnica e contínua para identificar os envolvidos e assegurar que os responsáveis respondam perante a Justiça”, disse o delegado Lucas Rodrigues, responsável pelo caso.
O cumprimento dos mandados contou com equipes da 105ª Delegacia de Polícia de Arraias, 106ª Delegacia de Polícia de Aurora do Tocantins e da 107ª Delegacia de Polícia de Combinado. Os suspeitos foram levados para a Unidade Prisional de Taguatinga, e estão à disposição da Justiça.
Suspeitos foram presos nesta quarta-feira (28)
Divulgação/Polícia Civil
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Novos ataques russos com drones matam 9 pessoas e ferem mais de 30 na Ucrânia


Ataques russos matam 9 pessoas na Ucrânia
Novos ataques russos com drones mataram nove pessoas e feriram mais de 30 na Ucrânia.
A guerra, que vai completar quatro anos em fevereiro, fez mais vítimas civis inocentes. Perto da capital Kiev, os drones russos atingiram um prédio e mataram um casal. O Dmytro é vizinho deles. Ele até perde o fôlego na tentativa de falar sobre a morte dos amigos:
“Eles tinham uma filha pequena, de 4 anos, que estava dormindo no primeiro andar. Ela foi salva pelos outros moradores”, conta.
O presidente ucraniano voltou a pedir mais pressão internacional e chamou de terrorismo os ataques russos que na terça-feira (27) atingiram um trem de passageiros em Kharkiv, matando cinco pessoas.
Novos ataques russos com drones matam 9 pessoas e ferem mais de 30 na Ucrânia
Jornal Nacional/ Reprodução
Fontes do governo americano vêm dizendo que um encontro entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky estaria “bem próximo” de acontecer — resultado da reunião da semana passada, em Abu Dhabi, que colocou autoridades dos dois governos frente a frente.
Nesta quarta-feira (28), a Rússia voltou a ventilar a ideia de um encontro presencial entre os dois líderes. Yuri Ushakov, conselheiro de política externa do Kremlin, defendeu que o encontro aconteça em Moscou. Ele disse que Zelensky pode ficar despreocupado, que a segurança dele em território russo estaria garantida.
Essa não é a primeira vez que o Kremlin lança o convite. Em 2025, o presidente ucraniano declinou e fez uma contraproposta: e que tal se o Putin desembarcasse em Kiev para as tais conversas amigáveis? Até agora, nenhum dos lados arriscou esse passo.
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