Economia

Crianças de Gaza se arriscam entre francoatiradores para frequentar escolas improvisadas em tendas

A guerra entre Israel e Hamas resultou na destruição da grande maioria da infraestrutura educacional de Gaza, forçando famílias a construir “escolas de tendas” improvisadas em zonas de extremo perigo por estarem próximas às forças israelenses; na área demarcada por Israel como a “zona amarela” a oeste da linha de separação. O jornal Al Jazeera […]

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Economia

Guerra contra a Venezuela

“A cem avisa, quem um castiga. A bom entendedor, meia palavra basta.” Provérbios populares portugueses A partir deste janeiro de 2026 haverá um antes e um depois. Estamos diante de um giro na situação mundial. Trump nem sequer pediu ao Congresso norte-americano autorização para a intervenção militar na Venezuela. A operação de bombardeios e sequestro […]

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Economia

China propõe colaboração internacional para defender soberania venezuelana

A China fez uma das mais duras intervenções recentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas ao condenar a ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela e exigir a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, detidos à força. O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, destacou durante a […]

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Economia

Na OEA, EUA dizem que petróleo da Venezuela ‘não pode ser controlado por adversários’

Na reunião de emergência convocada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), nesta terça-feira (06/01), para discutir o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro, Washington declarou que o petróleo do país latino-americano “não pode ser controlado por adversários do Hemisfério Ocidental”. O embaixador norte-americano junto à organização, Leandro Rizzuto, […]

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Economia

Resumão diário do JN: EUA ameaçam comprar a Groenlândia; governo americano retira uma acusação contra Maduro; BC contesta decisão do TCU de investigar liquidação do Master


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Os Estados Unidos ameaçaram comprar a Groenlândia. A Europa reagiu e cobrou respeito ao território da Dinamarca e declara que o Ártico é uma prioridade para a Otan. No julgamento de Nicolás Maduro, o governo americano recuou e retirou a acusação sobre a existência do Cartel de Los Soles. Em reunião na OEA, o Brasil chamou de sequestro a prisão do ditador da Venezuela. O Banco Central contestou a decisão do TCU de investigar a liquidação do Banco Master e a Polícia Federal marcou novos depoimentos sobre o caso.
Resumão JN
g1
Economia

Presidente da Colômbia convoca manifestações em defesa da soberania do país

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, convoca manifestações para quarta-feira
Presidente Gustavo Petro convocou manifestações nacionais em defesa da soberania da Colômbia.
Não é que os colombianos estejam deixando de olhar para o que está acontecendo do lado de lá da ponte, na Venezuela. Mas é que o burburinho em casa, tem ocupado a atenção de todos. A ministra das relações exteriores da Colômbia Rosa Villavicencio disse nesta terça-feira (6) todo pais tem direito a defesa, e que se uma agressão acontecer o exercito deve defender o território nacional e a soberania do pais.
A declaração é mais uma resposta as falas de Trump, que desde que atacou a Venezuela já ameaçou duas vezes a Colômbia. A ministra falou em Exército e em direito de defesa, mas, principalmente, apelou pra diplomacia. Disse que Trump precisa conhecer melhor o trabalho que a Colômbia faz de combate as drogas, e que a embaixada está trabalhando pra levar essas informações às pessoas e assessores mais próximos de Trump.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, não falou publicamente, mas fez uma serie de publicações em redes sociais. Em três longos textos Petro citou poetas e filósofos, falou da alma dos colombianos. De amor e liberdade e disse que Trump tem um cérebro senil.
Também postou um vídeo onde aparece de óculos escuros. Dizendo “estamos sendo ameaçados. E não se ameaça a Colômbia.”
“Não nos deixamos comprar. Não estamos à venda. E que aqui se defende a soberania com a vida”.
O vídeo é a convocação para uma manifestação nacional nesta quarta-feira (7). Petro pediu que os colombianos ocupem praças em todo o pais. Em Cucuta, os organizadores estão contando com a presença de venezuelanos também.
Victor é o coordenador nacional de fronteiras e imigração do partido de Petro. Diz que:
“Obviamente estamos preocupados com essa situação, sabemos que o risco é real porque vimos, ele mostrou. Violaram a soberania da Venezuela e também podem chegar aqui”.
Economia

Mega-Sena, concurso 2.956: resultado


Como funciona a Mega-sena
O sorteio do concurso 2.956 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (6), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 4.492.810,70.
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Veja os números sorteados: 10 – 18 – 21 – 24 – 43 – 47
A Caixa Econômica Federal ainda não divulgou o rateio do sorteio.
Mega-Sena, concurso 2.956
Reprodução/Caixa
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Bilhetes da Mega-Sena, em imagem de arquivo
Marcelo Brandt/G1
Economia

Buscas por crianças de comunidade quilombola desaparecidas em Bacabal continuam com reforço de cães farejadores


Buscas por crianças do quilombo desaparecidas em Bacabal continuam com reforço de cães
As buscas pelas três crianças desaparecidas na comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, a 250 km de São Luís, seguem na noite desta terça-feira (6). O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Ribeiro Martins, chegou à cidade para acompanhar pessoalmente as operações.
O caso, que tem chamado a atenção de todo o estado, já mobiliza várias equipes de policiais, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. As buscas estão concentradas em um povoado onde a comunidade suspeita da possível ligação de um homem no desaparecimento.
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O homem, que morava no local há pouco tempo, foi denunciado no dia 2 de janeiro, por tentativa de estupro. Segundo o avô das crianças, ele tentou estuprar uma prima do menino mais velho do grupo, de 8 anos. Após a denúncia, o suspeito desapareceu, e no domingo seguinte, as crianças também sumiram.
A família e os vizinhos acreditam que o homem tenha alguma relação com o desaparecimento. Ele está sendo procurado pela polícia.
Até agora, não há pistas sobre o paradeiro dos três desaparecidos: os irmãos Ágatha, Isabelle, de 5 anos, Allan Michael, de 4 anos, e o primo deles, Anderson Can, de 8 anos. As buscas continuam com o reforço de dois cachorros farejadores e um helicóptero do Centro Tático Aéreo, que realiza uma varredura na área. Além disso, um drone com sensor de calor também foi utilizado, mas até o momento, nenhuma pista foi encontrada.
A polícia segue intensificando os esforços para localizar as crianças. Qualquer informação pode ser repassada diretamente à delegacia.
Relembre o caso
Três crianças desaparecem no Quilombo de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal
Reprodução/Romarinho Bacabal
Três crianças de 8, 6 e 4 anos desapareceram, na tarde desse domingo (4), no Quilombo de São Sebastião dos Pretos, na cidade de Bacabal, a 250 km de São Luís.
A informação foi divulgada pelo prefeito do município, Roberto Costa, por meio das redes sociais. As crianças foram identificadas como Anderson Kauan, 8 anos; Isabelle, 6 anos; e Michael, 4 anos.
Segundo o prefeito, o desaparecimento aconteceu por volta das 15h. Buscas foram realizadas até o período da noite e madrugada em regiões de mata e lago pelo Comando de Operações de Sobrevivência em Área Rural (Cosar) da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), mas elas não foram localizadas.
De acordo com familiares das vítimas, as crianças são amigas e foram brincar no mato, quando desapareceram.
Economia

Autoridades venezuelanas prendem 14 jornalistas durante posse da presidente interina


Autoridades venezuelanas prendem 14 jornalistas durante posse da presidente interina
Reprodução/TV Globo
Na Venezuela, a oposição pediu a libertação imediata de todos os presos políticos.
O movimento na fronteira da Venezuela com a Colômbia se intensificou, e nesta terça-feira (6), policiais da alfândega fizeram revistas em muitos veículos para evitar a entrada de criminosos e combater o tráfico. Os venezuelanos atravessam a ponte Simon Bolivar a pé, de carro e de transporte público.
Os ônibus se chamam curta distância. Eles cruzam a fronteira da colômbia com a Venezuela diversas vezes por dia. A maior parte dos venezuelanos teme falar com a imprensa. Dizem que podem sofrer consequências quando voltarem para casa.
Um passageiro é uma exceção. Marcos contou que estava indo para Colômbia fazer compras, à procura de preços mais baixos. A correspondente Carolina Cimenti pergunta se a repressão piorou nos últimos dias, e ele afirma que sim, que grupos armados que defendem o regime estão ativos nas ruas. Conta que praticamente não há trabalho na Venezuela e diz que gostaria de ter eleições e mudanças no governo o mais rapidamente possível.
Mas este não parece ser o plano de quem controla o país. Na segunda-feira (5), o presidente americano Donald Trump descartou eleições na Venezuela nos próximos 30 dias. No mesmo dia em que Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro, tomou posse como presidente interina.
Filha de um guerrilheiro de esquerda, a advogada Delcy Rodríguez entrou no governo em 2013, como ministra de comunicação, antes de exercer outros cargos. Pela lealdade ao regime, chamou atenção de Nicolás Maduro. Comandou uma série de ministérios até ser escolhida em 2018 como vice, cargo que acumulou em outras funções, como ministra de finanças e de petróleo. A posição lhe deu uma visão ampla do setor econômico mais importante da Venezuela.
Delcy Rodríguez consolidou seu poder ao lado do irmão. Ainda no governo Chávez, Jorge Rodríguez, foi presidente do Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela até se tornar vice-presidente de Hugo Chávez entre 2007 e 2008. Depois se tornou prefeito do município libertador, ministro de comunicação de Maduro e presidente da Assembleia Nacional, em 2021. Na segunda-feira (5), ele foi re-empossado no cargo para mais cinco anos.
A líder da oposição, María Corina Machado, acusou Delcy Rodriguez de ser responsável por tortura e perseguição. Em entrevista ao canal americano Fox News, a vencedora do prêmio Nobel da Paz disse que planeja voltar à Venezuela assim que possível. Mas não deixou claro quando. Contou ainda que não fala com Donald Trump desde outubro de 2025.
No dia da invasão americana, o presidente dos Estados Unidos disse em entrevista coletiva que achava que Maria Corina não tinha nem o apoio popular nem o respeito necessários para governar a Venezuela.
Segundo o jornal New York Times, Trump foi convencido disso por conselheiros como o secretário de estado, Marco Rubio, que disseram ao presidente que se os Estados Unidos apoiassem a oposição, poderiam desestabilizar ainda mais a Venezuela, e isso exigiria mais presença militar no país.
Nesta terça-feira (6), o partido, o movimento Vente Venezuela, dela pediu a libertação de prisioneiros políticos. Segundo fontes do jornal New York Times, ao menos 80 pessoas morreram naquela noite, mas o governo até agora não tinha divulgado um número oficial.
Nesta terça-feira (6), pela primeira vez, as autoridades venezuelanas confirmaram 24 mortes de militares.
Em Caracas, uma idosa de 80 anos foi enterrada, vítima dos ataques. Cobrir o confronto daquela noite e os desdobramentos políticos da ofensiva virou uma guerra para os jornalistas na Venezuela.
Na segunda-feira (5) autoridades venezuelanas prenderam 14 jornalistas em Caracas, durante a posse de Delcy Rodriguez. Segundo o sindicato dos profissionais, 11 trabalham para agências de notícias internacionais, um para a mídia local. O sindicato afirmou que os profissionais tiveram os equipamentos, celulares, redes sociais e o histórico de mensagens e ligações inspecionados. No fim do dia, um dos jornalistas foi deportado e os outros, liberados.
Na fronteira entre Cúcuta e san Antonio, outros dois repórteres também foram detidos – um espanhol e o outro colombiano. Horas depois, foram soltos.
O sindicato exigiu “garantias para o livre exercício do jornalismo, o fim da perseguição. Para os repórteres na Venezuela, cobrir os ataques americanos e os desdobramentos políticos da ofensiva virou uma nova batalha numa longa guerra pela iinformação.